O Segurança

2135 Words

Aproximei-me dele, pegando-o pelo braço. Os olhos cor de mel foram para o meu rosto. Ele precisou olhar para baixo, o rosto bem angulado inclinado na minha direção e o cabelo meia noite dançando conforme o vento o afagava. As sobrancelhas grossas estavam levemente inclinadas e os lábios carnudos entreabertos. O CEO era o meu mais doce pecado. Eu perdi a compostura rapidamente, como sempre acontecia perto dele, e soltei o braço como se nunca tivesse segurado. Mesmo depois de tudo, ele continuava a me abalar em proporções inigualáveis. Eu já havia sido tocada por ele, mas meu corpo queria mais. Sempre mais. — Eu não posso ficar na sua casa — falei, sem jeito. Ele assentiu, compreensivo. — Está com medo que alguém descubra — supôs. Suspirei. — É claro que estou. Eu não sei o que somos,

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