Separei-me do CEO e tentei me ajeitar. Ele não saiu da minha frente enquanto eu estivesse apresentável o suficiente e eu pensei em como era meigo o gesto simples de proteção. Voltei-me para Tomás. Ele estava com os braços cruzados e encostado na porta com ares de diversão. — Não acredito que é você — falei, amarga. Tomás tinha brigado com Jonathan por ter dito que me pegaria fácil se quisesse. Ele tentou se aproximar e depois me afastou, infiltrado entre os funcionários como se fosse um deles e me cumprimentando como uma víbora à espreita. Eu não tinha uma opinião formada sobre ele, mas minha impressão não era nada boa. A postura dele era diferente daquela que portava ao interpretar o papel de funcionário. Como segurança, Tomás ostentava confiança e músculos que não eram visíveis com a

