King Narrando Saí do banho, botei a roupa no corpo, passei o perfume amadeirado de lei e parti direto pra goma da Maryana. Tava a fim de extravasar, descarregar a mente. Buzinei na porta e não deu nem dois segundos, ela abriu o portão. A visão que eu tive, cê é doido. A mina tava de camisola curta, transparente, peito quase pulando pra fora, cabelão batendo na bünda, aquele jeito de quem tava só me esperando. Sorri na maldade. — Carälho, Mary, tu tá pedindo, né? — falei, descendo da moto. Ela mordeu o lábio, riu safada, e antes mesmo de eu passar pela porta já veio grudando. A garota praticamente rasgou a minha camisa. — Tá maluca, pörra? — eu disse rindo, mas já metendo a mão na cintura dela. Ela só gemia no meu ouvido, parecia que tava na seca fazia meses. Me empurrou pro sofá da

