62 - King

1102 Words

King Narrando Acordei com o celular vibrando no escuro. O peito ainda pesado do sono, a cabeça um milhão de pensamentos, olhei pro lado e a cama tava vazia, Thais não tava mais ali. Meus olhos Foi direto na babá eletrônica: tela ligada, imagem dela e a Olívia dormindo encostada no peito da minha mulher. Sorri curto, alívio pequeno, e já ia voltando pro cobertor quando o telefone tocou de novo. — Alô? — atendi quase arrastado. Do outro lado era o investigador, voz tensa. — King, pesou aqui, o Urubu conseguiu uma petição. Advogado entrou com pedido de exoneração do corpo. Quer abrir o caixão. Carälho. Acordei na hora, levantando igual uma rapina. O sangue começou a furar nas veias. — Como assim, pörra? — gritei, sem pensar. — Essa pörra não pode acontecer. — Calma — o investigador te

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