- Theodoro Barth! – o guarda chamou – venha! Sem discutir, Theo apenas seguiu o guarda. A barba já pinicava seu rosto, anunciando que já havia quase uma semana sem fazê-la, o que raramente acontecia com o rapaz. - Bom dia sr. Barth, eu sou Daniel Souza, seu advogado de defesa – o homem bem-vestido, em um terno cinza, apresentou-se seguindo as formalidades. Sem perda de tempo, o advogado confirmou os fatos do caso, se inteirando da situação. Theo respondeu a todas as perguntas, mas não se sentiu animado com a visita, toda a raiva e ira que ele sentira nos dias anteriores, agora haviam dado lugar a tristeza e desanimo. - Tenho boas notícias, fui notificado que o senhor será transferido para o Brasil, onde lá será julgado. - Transferido? – a notícia o surpreendeu, ele

