O dia já havia amanhecido quando Lara acordou, reconhecendo o quarto ela se sentiu cansada, com o corpo pesado e dolorido. - Como se sente? – uma outra enfermeira também branca de cabelos castanhos claros e curtos, de meia idade perguntou a observando. - Droga! – Lara praguejou – ainda estou aqui? – ela sentou-se aborrecida, como se estivesse presa em um pesadelo – você poderia chamar o médico? – ela pediu tentando manter o tom de voz gentil. - Está sentindo alguma coisa? - Minha cabeça está doendo! – Lara falou voltando a se deitar, as lágrimas escorrendo dos olhos, uma sensação horrível de melancolia e infelicidade, a boca seca e as mãos geladas. Não demorou muito e um homem de cabelos loiros quase raspados, de uns trinta e cinco anos, magro, entrou no quarto. - Bom di

