Estacionei a moto de qualquer jeito num canto escuro, atrás de um contêiner amassado, e caminhei a passos firmes até a entrada do galpão. Dois brutamontes gigantescos vestido de terno preto sob medida tavam postados na porta, com os braço cruzado e cara de poucos amigo, ostentando o volume de pistola automática por baixo do paletó. — Nome na lista de aposta? — um deles perguntou com a voz grossa, medindo o meu tamanho de baixo pra cima, fixando os olho nas tatuagem pesada que cobriam os meus braço. — Eu não tenho p***a de nome nenhum, parceiro — respondi na maior frieza, arrancando o capacete da cabeça de uma vez e revelando o meu rosto cheio de ódio. — Vim pra lutar nessa p***a de jaula. O meu subchefe me passou a fita de que o bicho pega aqui dentro e eu vim buscar a minha parte em san

