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Safira costumava encarar o teto de sua cama quando não conseguia dormir. Ela olhava para o tecido mau iluminado pela pouca claridade à noite. As poucas velas quase não faziam diferença, mas ela tampouco se importava, pois seus pensamentos somente focavam-se em uma coisa. O pintor. Desde o momento em que o vira, ela ficara intrigada, e era realmente algo intrigante, pois nada atraía a atenção de Safira, além da natureza. A rainha se virou de lago na cama, entre os lençóis, e fechara os olhos, para lembrar daquelo rosto que parecia sumir de sua memória. Ela precisava reencontra-lo. Descobrir o que tanto a intrigara sobre aquele rapaz. Na manhã seguinte Safira pedira permissão para ver o rei, e entrara no grande salão. — Pedira para me ver? — Harold perguntou-lhe. — Gostaria de lhe falar

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