Capitulo 3

1261 Words
Bruna chegou ao aeroporto, como esperado, um carro de último modelo a esperava, entrou no carro depois de ter feito toda a papelada para sua viagem. Olhou pelo retrovisor os seguranças haviam designado, um casal que tinham entrado em suas vans pretas, os outros estavam colocando as malas no carro, ela sorriu um pouco, esta noite ela queria ficar longe de todos. Ela pisou no freio e o carro saiu do aeroporto como um raio, sorriu quando viu que os seguranças se entreolharam, perplexos, eles tinham vantagens, deu algumas voltas para perdê-los de vista, caminhou ao longo do rio que atravessava toda a cidade, saiu do carro e sentou-se em um banco. Seu olhar estava fixo nas luzes da cidade, ela viu os casais felizes passeando, ela não evitou sentir tristeza, suspirou profundamente, não sabia o que fazer da vida, todos esses anos aos quais se dedicou perseguindo Thomas, usou sua energia e inteligência para persegui-lo, segundo ela, cuidando de seu futuro marido. Ela sente que seu celular está vibrando ao tirá-lo da bolsa, ela vê na tela o nome Amor seguido de um coração, ela se sentiu patética, havia registrado o homem que amava como Amor quando para ele não significa nada. Pela primeira vez em seus vinte anos, Bruna não atendeu uma ligação de Thomas, ela sentiu que se fizesse ele a imploraria para voltar. Não conseguia apagar de sua mente o frio e vazio olhar que ele deu a ela quando disse que ela tinha tudo o que ele odiava em uma mulher. Thomas franze a testa ao ouvir a mensagem que Bruna deixou quando ela não atendeu suas ligações, foi a primeira vez que ele ligou para ela e ela não atendeu, seu olhar vai para o chefe da segurança. —O que os seguranças contratados devem fazer? O homem balança a cabeça. —Sinto muito Sr. Carvalho eles ainda estão procurando de Bruna. Pai de Bruna não esperava que ela escapasse do aeroporto. Thomas se levanta e coloca as mãos nos bolsos da calça. — Ligue para o Rhone, o chefe da segurança rapidamente se levanta e procura o homem que é especialista em informática Thomas estava ocupado, ele estava preparando as informações para o grupo que chegaria para o novo contrato, sendo o novo presidente do Grupo. O chefe da segurança se dirigiu a ele para informá-lo dos problemas que Bruna estava causando, ela era uma criança mimada, não agia como uma mulher de vinte anos. —Sr. Carvalho—Thomas se vira para Rhone —Diga-me como posso ajudá-lo. —Localize a senhorita Bruna pelo telefone dela, sei muito bem que você instala programas para nos rastrear em caso de qualquer eventualidade. —Claro, Sr. Carvalho. Thomas, acena com a cabeça e se senta em sua mesa em frente ao computador, ele estava mais interessado em sua apresentação do que nas birras de Bruna. — Assuma o controle, ele diz ao chefe da segurança. Se seus homens a perderem de vista novamente, eles serão demitidos. Eles o deixaram em paz, sabiam que ele não estava brincando. —Uma mulher tão linda não deveria chorar— Bruna, olha para o homem que está sentado ao lado dela, ela não estava acostumada a estar com pessoas que não conhecia, ela praticamente cresceu em uma bolha. Não confiando em estranhos, ela rapidamente pega sua bolsa e vai se levantar, quando ele se apresenta. — Piter Guille — ela não se levanta, o nome parecia familiar, mas ela não conseguia lembrar — O rato comeu sua língua? —Ele sorri e ela percebe que era um sorriso bonito. —Eu sou Bruna... —decidiu não dizer o sobrenome, cresceu ouvindo que pertencer a uma família milionária a colocava em perigo. — Gosto do seu nome! Ele sorriu novamente e Bruna gostou. O você está fazendo aqui? Ela desvia o olhar para o rio. — Pensando, ela balança a cabeça. —Eu também faço o mesmo neste lugar —Piter se levanta —Vou te convidar para jantar —ele aponta para o restaurante à beira do rio, ela vai recusar, mas seu estômago ronca de fome, ele solta uma risada — Você não pode recusar. Bruna ficou constrangida, mas resolveu acompanhá-lo, percebeu que havia outro carro modelo antigo ao lado do carro dela, então pensou que fosse o dele, talvez o sobrenome lhe fosse familiar por causa dos negócios de seu pai. Eles caminharam em direção ao restaurante, ela pensou que iriam ao mais popular, mas ele continuou até o restaurante que só os ricos poderiam visitar. Quando eles entraram, eles o cumprimentaram. —Sr. Guille bem-vindo, a mesa de sempre? —Ele n**a, lhes pareceu estranho. —Não vou mais ocupar aquela mesa, por favor, uma que fique perto da janela de onde se possa ver melhor o rio. Foram rapidamente conduzidos à mesa solicitada. Quando ficaram a sós, ele falou com ela: —Você gosta da vista? Ela acena com a cabeça, foi uma visão extraordinária, ele ficou pensativo por um tempo, eles anotaram seus pedidos e continuaram sem falar, quando a comida chegou, Piter se tornou o anfitrião perfeito, ele serviu-lhe o vinho que ele havia pedido, ela provou e gostou. —Está delicioso. —Que bom que tenha gostado, espero que esta noite você possa aproveitar e esquecer o motivo pelo qual estava chorando há um tempo atrás. —Espero que o que o aflige possa ser resolvido. A noite passou muito agradável, Bruna nunca tinha estado na companhia de outro homem além de seu pai, seu tio, os seguranças e claro Thomas. Ela encontrou algo interessante em Piter, ela não se aborreceu com a conversa dele, também acabou de conhecer que não só Thomas era o homem mais bonito de Los Angeles. Piter Guille também devia pertencer a Califórnia ele tinha a pele escura, olhos verdes brilhantes, seu cabelo preto que neste momento estava bagunçado, queixo quadrado, cheio e lábios bem definidos, eu tinha certeza que ele era do mesmo tamanho que Thomas. —Nossa —Piter Guille olhou o relógio —Já passa da meia-noite, não percebi. — Nem eu percebi a hora, ela se levanta. E pede obrigado por esta noite. Os dois caminham em direção à saída, antes de sair ele a impede. —Você gostaria de me acompanhar a uma exposição de arte na outra semana? Bruna sorri amplamente. —É por isso que estou aqui —ele abre a carteira e tira o convite, seus olhos tropeçam no nome Piter Guille —Você é o pintor. Ele concorda. —Então nós veremos novamente Bruna. —Sim — ela sorri abertamente — eu me diverti muito. —Salve seu número — Bruna rapidamente digita o número dele foi a primeira vez que um garoto pediu o número dele, ela estava animada. Saindo do restaurante, ela solta o fôlego ao ver os dois carros pretos estacionados e os homens de terno preto esperando por ela. — Você os conhece? —Piter pergunta curioso. — Infelizmente, sim. Ele se inclina em direção a ela e a beija na bochecha. —Vejo você na exposição, linda Bruna Ela caminha como se estivesse nas nuvens até seu carro, tinha sido uma noite única, ela percebeu que era emocionante que prestassem atenção em suas palavras. Bruna então volta para casa enquanto Thomas comia, mas uma mulher e realmente não estava preocupado com Bruna. ‎  ‌‌  ‌‌   ‌ ‌‌‍ ‎  ‌‌  ‌‌ ‌ ‌   ‌ ‌‌‍ ‎  ‌‌  ‌‌ ‌ ‌   ‌ ‌‌‍
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