A reunião de quarta-feira terminou como de costume com os funcionários apressados com as novas atribuições, mas sentiram que agora com Thomas comandando a pressão era maior sem dúvidas.
Estevão segue para o gabinete presidencial, Thomas entra primeiro e depois ele. Os dois homens sentam-se no elegante conjunto de móveis.
—O que aconteceu? —Thomas suspira.
— O de sempre, suas cenas de ciúmes onde quer que eu esteja, ele cruza uma perna.
—Sinto muito Thomas, pensei que ela fosse superar isso —Estevão suspira, ele amava muito Thomas como um filho que sonhava em ter com sua esposa. Porém foi tudo ao contrário do que ele veio uma menina. ele o via como
—Vou ver o que faço com a Bruna, minha filha está descontrolada, saindo de casa sem seguranças, só para te seguir.
— Mande-a passar alguns dias em Nova York! — Sua ideia e legal meu garoto talvez seja melhor tira-la daqui senão nossos negócios iram ser fracassados pelos ciúmes dela com as mulheres.
Eles estavam numa grande missão que renderia fortunas e se Bruna continuasse com seus descontrolamento ia tudo por água baixo.
Estevão teve deixa o documento no armário onde está sentado.
—Concordo, é uma empresam muito importante e não vamos perdê-la por causa de Bruna, vou pedir à minha assistente que encontre algo para entretê-la enquanto a equipe estiver na cidade. Suas coisas já chegaram em casa esta manhã
—Do jeito que está a situação, tio, suponho que não seja uma boa opção ficar em sua casa esta noite, é melhor eu ficar em um hotel enquanto me entregam a casa.
—Concordo—Estevão se despede.
Agora que Thomas estava no comando dos negócios da família, ele havia deixado a California para se mudar para Los Angeles, originalmente ele ficaria em sua casa, enquanto sua casa era entregue a ele, mas o ciúme de Bruna havia crescido consideravelmente.
Ele pegou o celular e ligou para sua assistente, precisava urgentemente encontrar algo para distrair Bruna durante a visita.
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— Pai, preciso falar com você — Bruna, era uma jovem alta, meio metro e setenta, magra, era linda como a mãe, seus cabelos loiros caíam pelas costas, ela andava descalça.
— Bruna, estou ocupado —o pai dela franze a testa ao ler o resultado de uma das subsidiárias, ele rapidamente pega o celular e liga para a assistente, ele chega rapidamente da cozinha com a garrafa de água dele.
— Sr. Carvalho. Ele estará no quarto azul? — o mordomo assente.
—Transfira duzentos mil dólares para a conta de Bruna —ela olha para a filha —Compre o que quiser filha, preciso continuar analisando esses documentos.
—Esse não deveria ser o trabalho do Thomas? —ele pergunta enquanto se levanta.
—É, ele detectou o desaparecido, é um homem muito inteligente, o arquivo estava bem feito, mas ele detectou, senta Erik, vou te mostrar onde está o desaparecido.
Bruna olha para o pai por um momento, ela tinha ido com ele conversar sobre Thomas, ela queria a ajuda dele, que falasse com ele e a pedisse em casamento, não queria perdê-lo, havia contratado um detetive, em menos de uma semana estava dormindo com três mulheres diferentes, ela estava morrendo de ciúmes porque elas tinham o que ela não tinha, seus beijos, suas carícias, seu corpo.
Ela estava desesperada, enquanto subia as escadas para seus quartos olhou para a comitiva de funcionários vindos do Leste, levantou uma sobrancelha e foi aí que lembrou que ele ficaria na casa dela, enquanto entregavam a casa dele. Seria uma grande oportunidade que Bruna, encontrou de ficar, mas próxima de Thomas.
—Sr. Carvalho. Ele estará no quarto azul? —o mordomo assente.
Isso mesma senhorita Bruna, ela esconde o sorriso, sua casa tinha três andares, Thomas sempre gostou de dormir no segundo andar e ela claro no terceiro andar, mas esta noite ela mudaria seus hábitos, subia os degraus dois de cada vez. Ela entrou em seu quarto e se despiu para tomar um banho demorado, pegou o barbeador e sorriu, essa noite iria dormir com Thomas e obviamente seu pai, ao descobrir que eles dormiram juntos, iria casar eles.
Seu celular toca, ele atende e lê a notificação de que duzentos mil dólares foram depositados em sua conta.
Thomas estava cansado, entrou no quarto, acendeu a luz e foi até o banheiro tomar banho, gostava de dormir nu, tirou a toalha que tinha enrolada na cintura e se deitou na cama dentro dos cobertores, ele estava tão cansado que adormeceu rapidamente, Bruna sai das cobertas e se deita, seus olhos se enchem de t***o ao ver o corpo de Thomas, ela era virgem, não porque queria se casar daquele jeito, simplesmente porque ela não teve a oportunidade de estar com Thomas, suas mãos acariciaram seu peito musculoso, até sua cintura e sem vergonha seus dedos acariciaram a pele aveludada de sua i********e, ela sorriu ao ver como ele respondia às suas carícias, ela a trouxe.
Lábios mais próximos dos de Thomas, durante anos ela sonhou em beijá-lo, ele gemeu, para ele estava tendo um sonho erótico com uma estranha, em seus sonhos ele sentia como ela subia em seu corpo para beijá-lo, ele respondia ao beijo com na mesma intensidade, suas mãos percorreram suas nádegas firmes. Ela sente seu corpo pronto, mas ao ouvi-la dizer seu nome, ele sai de seu devaneio, acorda e vendo Bruna em cima dele, ele a move para seu lado estava furioso.
—O que você está fazendo na minha cama? —cobre seu corpo nu, mas ela se levanta, deixando-o ver seu corpo perfeito.
— Sai daqui sua louca, estava tão cansado que juro que pensei que era um sonho. Porém, vejo que um pesadelo.
— Não sou interessante assim e nem importante ao ponto de querer t*****r comigo? — Você e como uma irmã para mim e se meu tio descobre que esta aqui nua estamos perdidos.
— Eu te desejo Thomas Carvalho! — Mas eu não Bruna Carvalho!