Capítulo 1

1030 Words
Bendito seja meu pai, que o comprou para mim, para que eu pudesse confortavelmente começar minha vida nesta cidade. Algum dia vou comprar uma casa, claro, embora viver aqui sem dificuldades seja maravilhoso. Eu posso ser uma garota muito caprichosa às vezes, mas nunca vou dar as coisas como garantia e sei que tenho que trabalhar para obter minha própria herança. Meus pais são ótimos exemplo para se esforçar para ter o que quer. Eles nunca permitiram ter dificuldades, mas também não nos estragaram e nos ensinaram a ser responsáveis, também gratos. Eu amo e sinto muita falta deles. Também sinto falta dos meus irmãos e da minha pequena Olivia. Dói muito que eu não serei capaz de vê-la crescer como eu prometi antes, embora eu também entendo que eu devo seguir o meu caminho e ela o dela com seus pais. Eu levo alguns vestidos, que eu coloquei na cama. Ravel já está do lado de fora da sala, gritando com o entregador que acabou de chegar. É certamente o pacote que você acabou de pedir e que o excita muito. Ainda bem que finalmente vai parar de me incomodar com as tuas perguntas sobre se o entregador chegou ou não. — Claro, até eu pedir outra coisa. — Mamãe, qual devo usar? — Eu digo à mamãe quando ela atende a chamada de vídeo. Coloquei o telefone no escritório e mostrei as minhas duas propostas. — Preto, e a minha vida — diz com a boca um pouco cheia. — O que está comendo mamãe? — Aproximo da tela com os olhos fixox. Mamãe engole rápido e sorri. — Biscoitos! — Mente para mim. — Você está comendo queijo! — exclamação irritada — Você está comendo queijo sem mim. — Bem, filha, estou a comendo para a tua saúde. Além disso, não é como se comesse queijo sem mim. — Mas eu sou o viciado em queijo, não você ou está grávida? Mamãe ri. — Sinto tanto a tua falta, a minha vida, não sei como pude deixar ir. — Eu também sinto a tua faltam mamãe. De qualquer forma, a vida adulta. Tive que aproveitar esta oportunidade. — Sim, filha claro. — Ela confirma — Estou muito orgulhosa de você, minha ratinha preciosa. Meus olhos se enchem de lágrimas. Como queria ser capaz de atravessar a tela e abraçá-la, dormir enrolada ao seu lado, para que ela não possa fazer sua t*****r com o papai. — Vou trazer a melhor fofoca — Prometo — Você verá. — Eu sei, mas cuidado, o meu céu — avisa-me — Não quero que vá longe demais com isso, primeiro é a tua segurança. — Sim, mãe. Eu evito virar os olhos em branco na frente dela. Ninguém entende que esta é a minha paixão e que se eu tiver que me apresentar como jardineiro, babá ou empregada doméstica, eu vou. Agora trabalho numa revista com métodos questionáveis. — Estou a falando sério, Fernanda não me meta em confusão— avisa minha mãe Dona Lurdes. — Não, não diga para não fazer isso, porque é a primeira coisa que o seu pai vai fazer — diz à distância. — Obrigado pela confiança — bufo — São meus pais ou meus inimigos? — Os seres que mais te ama — diz mãe — E sua irmã também te ama, ela não quer que você perca o casamento em Paris. — Por que você ela que se casar lá? — Eu entendo que o lugar é bonito, mas há outras opções e outras datas. Eles realmente tiveram vontade de se casar? — Sim, e é lógico quando está grávida. — Pare de loucura.— Eu digo sorrindo. Eu não estou chateado, embora eu esteja surpreso. Bruna estava sempre certa de que não voltaria à acusação até que as residências fossem concluídas. Eu nunca vou usar esses contraceptivos, quão assustador. O Andríc também me assusta, como é que ele a engravidou? Embora não seja como se eu precisasse de qualquer maneira. Eu nunca fiz sexo e não é porque eu não quero, mas porque nenhum homem gostou de mim o suficiente para torná-lo meu namorado e tê-los. E secretamente, não quero ruivos. Eu tenho trauma e obsessão com eles, mas não com nenhum homem, mas uma sexy, com presença, que tem braços fortes e algumas tatuagens. Se eu encontrar um desses, eu vou saltar sobre ele como uma lutadora de luta livre. Isso só está nos meus sonhos, é claro. Os únicos ruivos que conheço têm um rosto muito feminino e nenhuma barba. Parecem os gémeos de Ravel. Não, eles não me servem. Eu acho que vou ter que me resignar a um homem preto ou branco, que eu espero que seja um homem e não apenas um rosto atraente. Eu quero braços fortes, para me apertar, para… — Filha, o que se passa? Quer ir ao banheiro? A voz da mãe tira-me das minhas fantasias sexuais. — Não, mas tenho de ir agora — digo e envio beijos — Vou jantar com o Ravel. — Oh, diga olá para mim, querida — pergunte — Eu te deixo, filha. Eu te amo. — Eu te amo. — Impossível — diz com um sorriso arrogante — Tome cuidado, minha querida, e você me envia uma mensagem quando chegar em casa. Eu gosto muito. Não posso ficar zangada por mais de cinco minutos porque a amo demais. Despedi da mãe prometendo que enviarei essa mensagem. Posso esquecer qualquer coisa, mas tenho que avisar que cheguei. Eu gosto de sentir que eles se importam muito. — Olha, o tipo com os fetiches esquisitos mandou uma garrafa — diz Ravel a entrar no meu quarto quando estou a acabar de vestir — Quer abri-la? — humm ... Bem, pelo menos ele tem bom gosto em vinhos. Não termine ainda, que seja um pouco mais longo. Ravel solta uma risada aguda e vai para a cozinha. Eu o sigo, depois de terminar com os últimos detalhes. Eu e meu amigo tomamos uma bebida. Este vinho é delicioso, mas sinto que me bate um pouco forte. Ainda assim, decidimos deixá-lo e saímos de casa, sem vontade de arruinar a noite.
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