Sienna Eu acordei com o corpo mole. Mole de um jeito bom, daquele que a gente sente depois de um treino pesado, mas no meu caso não teve treino nenhum. Teve ele. Teve a boca dele. Teve a língua dele me desmontando inteira até eu esquecer meu próprio nome. Quando abri o olho, a luz do dia já tava entrando pela fresta da cortina. O lugar dele na cama ao meu lado tava vazio, mas o travesseiro ainda tinha o cheiro dele. Aquele cheiro de homem, de pele, de fumaça de cigarro e de algo que eu não sei explicar mas que me faz querer enterrar o nariz ali e nunca mais sair. Eu me espreguicei devagar, sentindo cada músculo responder. A coxa ainda tremia de leve quando eu me mexia. A minha i********e dava aquelas pequenas contrações só de lembrar do que aconteceu. Eu passei a mão ali por cima

