SEBASTIAN Eu entro pelo portão e passo a mão pelos cabelos molhados, tentando colocar a gravata no lugar enquanto paro o carro em frente de casa, a cachorra está me encarando, dou um sorriso para a bola de pelo que arranha a porta para sair e correr pelo jardim que ela conhece bem. Meu corpo está acabado, minha cabeça dolorida, mas eu estou de pé, já são quase oito da manhã.Essa e minha primeira casa, depois da noite, vem o dia. – Au! – Dou um sorriso. – Eu sei que me esperou ontem a noite, mas eu tive compromisso filha – Falo, dando o nó na gravata. – Levantei e sai fugido de um cama, embora ache que Marhi vai ficar uma fera – Eu abro a porta. – Pelo menos eu pague a conta e deixei meu número para ela ligar, nem Jesus agradou todo mundo, não é filha? – Au! – Eu quase consigo entender

