SEBASTIAN Marhi ergue um novo copo até mim e eu o pego. Corajosa. Agora ela sabe sobre a árvore na minha cabeça. Ela perguntou se eu quero falar sobre isso e eu não quero, mas ela quer saber. Eu poderia me levantar e ir pra casa, mas eu não farei isso. Por consideração a oito meses atrás, por saber que as memórias de uma noite realmente faziam sentido e agora elas tinham um rosto. Um rosto lindo. – Por onde começo? – Pergunto, tentando arrumar as ideias que vem na minha cabeça. Mas o que é uma peido pra quem já está cagado? Não é? Então, vai tudo. – Pela primeira. Marhi vai me deixar um pouco mais louco, eu começo a saber que ela é bem capaz de fazer isso, apenas fazendo o que ela está fazendo. Filha da mãe. Esperta. – Certo Marhi, vamos voltar aos meus dezenove, seis anos atrás – Eu

