Valente Narrando Depois daquela conversa que eu tive com a Paulinha, eu tô tentando fazer uma parada que pra mim sempre foi difícil pra caralhø: deixar as coisas acontecerem. Sem forçar. Sem apertar. Sem querer resolver tudo na marra. Só observar. Só esperar. Só confiar que o tempo vai fazer o que a pressa nunca conseguiu. É føda. Porque minha cabeça sempre foi no "agora". No "vai". No "resolve". Mas com ela… com ela eu tô aprendendo que tem coisa que não se resolve no grito. Tem coisa que precisa do tempo. E o tempo, p***a… ele não obedece ordem. O dia foi tranquilo. Tranquilo até demais pro meu gosto. E quando o dia fica calmo demais no morro, eu já fico com a orelha em pé, porque a gente que vive disso aqui sabe… calmaria demais sempre esconde alguma coisa. É igual mato: quando tá qu

