Magnata Narrando Pørra. Não tem palavra que descreva o que foi sentir ela me apertando. Não é só apertado. É como se ela tivesse sido feita pra mim. Como se a p***a do corpo dela soubesse que é meu. Cada centímetro que eu entrava, ela me puxava. Cada vez que eu tentava sair, ela me sugava de volta. Era um negócio que vinha do fundo, que mexia com tudo, que fazia meu corpo inteiro tremer igual moleque na primeira vez. Nunca senti isso. Com nenhuma. Com mulher nenhuma nessa p***a de vida. Tirei devagar. Quase morri. Ela gemeu. O corpinho dela tremeu inteiro. A mão dela apertou meu braço com força, as unhas cravando na pele. — Aonde você vai? — ela perguntou, a voz saindo falhada, os olhos ainda fechados. — Quero fazer uma parada. — falei, deitando do lado, passando a mão no cabelo dela

