Os dias se tornaram uma mistura de provocação e tensão. Samuel continuava a me perseguir com mensagens, ligações, olhares que queimavam, e cada encontro parecia um jogo perigoso de quase-i********e.
Samuel: Dádiva… — começou em uma tarde no quintal, os braços cruzados enquanto me observava — tu sabes o quanto é difícil para mim… resistir a ti.
Dádiva: Eu sei… e por isso temos que manter o controle, Samuel. — minha voz firme, mas o coração disparado.
Ele aproximou-se, pegou minhas mãos e segurou firme. Seus olhos escuros brilhavam de desejo e, ao mesmo tempo, de impaciência.
Samuel: Dádiva… não entendes? Eu não consigo ficar só nos beijos e nos quase-toques… — ele baixou a voz, quase implorando.
Dádiva: Eu entendo… mas também sinto tudo isso… e é por isso que precisamos ir devagar. — encostei minha testa na dele, tentando acalmar o fogo que nos consumia.
A tensão cresceu durante toda a tarde. Cada toque, cada roçar de mãos, cada sussurro aproximava-nos do limite. Ele queria mais; eu queria manter os meus princípios. Mas os quase momentos íntimos se tornavam quase irresistíveis.
Em um desses encontros, estávamos sentados no sofá do quarto dele. Samuel passou a mão pelos meus cabelos, puxando-me levemente, aproximando o rosto do meu.
Samuel: Dádiva… posso sentir teus lábios de novo? Só por um instante… — ele sussurrou, com a voz rouca de desejo.
Dádiva: Só um beijo… — murmurei, sentindo a pele formigar.
O beijo foi quente, intenso, carregado de desejo, mas meu controle ainda segurava o resto. Ele queria me envolver por completo, e eu sentia a tensão crescer no peito, o coração acelerar, a respiração se tornar ofegante.
Depois disso, começaram pequenas discussões. Samuel queria mais proximidade, mais i********e, e eu resistia, às vezes impaciente, às vezes frustrada.
Samuel: Dádiva… por que é tão difícil para ti ceder um pouco? — ele disse num tom quase de desabafo, segurando meu rosto.
Dádiva: Porque se eu ceder sem querer, perco o controle… e não posso fazer isso, Samuel. — minha voz firme, mas trêmula, revelando que também sentia tudo aquilo.
E assim os dias se misturavam: beijos quentes, olhares provocantes, toques contidos, quase i********e, seguidos de pequenas discussões sobre limites e desejos.
Em uma dessas noites, eu estava prestes a ceder ao impulso, quando Samuel me segurou, percebendo meu corpo reagir.
Samuel: Dádiva… — ele murmurou perto do meu ouvido — cada vez que estamos assim… é quase insuportável.
Dádiva: Eu sei… e por isso temos que parar antes de ir longe demais.
E paramos. Cada toque, cada beijo, cada respiração compartilhada deixava o desejo maior, mas também o respeito pelos limites fortalecia nossa ligação. Samuel queria avançar; eu queria controlar. E esse jogo, esse fogo contido, tornava tudo mais intenso e inesquecível.