Capitulo 3

1364 Words
Amara narrando... O arrepio que percorreu todo o meu corpo, não foi aquele arrepio gostoso, foi estranho, respirei fundo e todos estavam me olhando, fui me aproximando da mesa e o mesmo não tirava os olhos de mim, me acomodei no lugar que tinha sobrando e era de frente para ele, olhei e sorri para o moço que sempre cuida de tudo por aqui, alguns homens que estão aqui eu já conheço, outros não, a maioria deles estão acompanhados por mulheres... As mesmas me olham como se eu fosse um bicho de sete cabeças, mas eu ignoro totalmente e volto a minha atenção para a mesa, a minha frente, eles já estão finalizando uma partida e na próxima eu irei jogar. Xx: Quadra. — ele fala baixando às suas cartas e todos bufam frustrados e ele abre um sorriso cínico, o mesmo volta à sua atenção para mim. — O que faz aqui? — ele pergunta arqueando a sobrancelha e o seu jeito de falar me enjoa na mesma hora. Amara: O que se faz em uma mesa de poker? — olho para o mesmo com a sobrancelha arqueada. Will: Senhorita Banks, é um prazer tê-la conosco... vai nessa? — ele pergunta e eu confirmo. — Todos irão continuar? Alan: Não, eu estou saindo, vou deixar para a Banks agora. — ele diz e se retira da mesa, o mesmo se aproxima de mim, e então Will distribui às cartas da primeira rodada, pego às minhas duas cartas e elas estão boas, eu decido igualar a aposta, então Will abre às três cartas na mesa. A maioria desistiu, ficando somente entre eu e o esse moço que eu não conheço, e então chegou à hora de mostrar as cartas, e o mesmo estava com um sorriso debochado, eu sabia que ele poderia realmente estar com uma mão boa, mas dúvido que seja melhor que a minha... Xx: Full house. — ele falou e eu olhei com a cara desacreditada para ele, todos na mesa estavam com os seus olhos vidrados em mim, eu não costumo perder e eles sabem disso, o mesmo já estava com um sorriso de orelha a orelha e eu olhei para o mesmo e dei o meu melhor sorriso baixando às minhas cartas. Amara: Straight flush. — o mesmo me olhou com um olhar de raiva e todos começaram a bater na mesa fazendo baderna... — Passa tudo isso aqui para a mamãe. — falei me sentindo vitoriosa. Alan: Eu juro que queria entender como você sempre ganha, você é incrível... — ele diz e eu dou uma piscada para o mesmo, seguida de um sorriso. Will: Mais uma rodada? — ele pergunta e eu confirmo, o moço me olha como se a qualquer momento fosse me matar, mas ele aceitou jogar mais uma, dessa vez, Alan decidiu jogar também, e então demos inicio à outra rodada... Confesso que essa rodada estava um pouco mais complicada, mas eu não sou de desistir e a sorte costuma estar sempre ao meu lado, eu dobrei a aposta para mostrar confiança, mas esse era só um blefe, a minha mão não está uma maravilha, a maioria desistiu quando eu aumentei a aposta e eu dei um leve sorriso, na mesa só se encontrava eu, Alan e esse cara que nunca tinha visto aqui, à última carta foi virada e todos estavam olhando tensos para nós três... Will: Podem virar às cartas... — ele diz... Xx: Flush. — ele diz com um leve sorriso e o Alan bufa frustrado, largando às suas cartas na mesa e eu sorrio me sentindo vitoriosa. Amara: Quadra! — a atenção se volta para mim e eu largo às cartas devagar na mesa. Xx: Filha da p.uta! — ele diz com raiva e eu olho para o mesmo. Amara: A minha mãe já não está mais entre nós, então respeite! — digo e o Alan sorri negando com a cabeça. — Vão querer jogar mais? — pergunto e todos eles negam e eu dou de ombros. — É está na minha hora então Will. — digo e ele me alcança o pagamento. — Foi um privilégio rapazes, é sempre adorável estar na companhia de vocês. Sai da sala e dei uma volta pelo Cassino, mesmo sendo de madrugada, está bem cheio, todos estão aproveitando e bebendo muito, alguns ganhando dinheiro, outros perdendo, neguei sorrindo e fui até a roleta, decidi jogar uma única partida e depois eu iria para a casa, abriram espaço opara mim e eu sorri vendo o Thomaz... Thomaz: Você por aqui, achei que o seu lance era só Poker... — ele fala e eu n**o rindo... Amara: Sou amante de todos os jogos, posso fazer à minha aposta? — pergunto e o mesmo confima, olho todos os números e então me viro de volta para o mesmo. — 7 verde. — digo dando algumas fichas... Thomaz: Boa sorte! — ele diz e eu me aproximo da mesa, esperando o restante fazer suas apostas, logo mais a roleta começa a girar e então o Thomaz joga a bolinha no oposto do que a roleta foi girada, a tensão está entre todos, eu cruzo os dedos, a adrenalina toma conta de mim e aquela bolinha gira e gira e não para, e quando ela finalmente para o Thomaz me olha negando e com um lindo sorriso. — Número 7, cor verde! — ele vem até mim e eu sorrio para ele. — Você é muito sortuda, sabia, vai de novo? — ele pergunta e eu n**o, o mesmo me paga e eu sinto um olhar sobre mim, então viro meio de lado e observo um homem que não tira os seus olhos de mim, ele é lindo e o seu olhar parece me queimar por completo, é como se ele visse tudo através de mim. Voltei o meu olhar para a frente e fui saindo do Cassino, quando me aproximei do meu carro, senti um empurrão em mim e quando virei, dei de cara com o moço da mesa de Poker, o mesmo me pressionou contra o meu carro e ficou sério me olhando, eu arqueei a sobrancelha para o mesmo e tentei empurrar ele, mas o mesmo nem saiu do lugar. Amara: Licença, me solta! — eu falo séria com ele, que me ignora totalmente. Xx: Qual o seu segredo? — ele pergunta e eu fico sem entender. — Você ganhou no Poker duas seguidas, e ainda foi na roleta apostar e ganhou também... Como isso? Amara: Sorte eu diria, uns têm sorte no amor, no serviço, na família, e bom, eu tenho sorte no jogo, agora me solta! — Falei empurrando ele e o mesmo me soltou, mas logo me pressionou contra ele e me beijou, o seu beijo era firme, a sua pegada fazia qualquer mulher se derreter, não irei negar. — Você ficou doido? — pergunto afastando o nosso beijo. Xx: Por você, assim que passou por aquela porta hoje... Amara: Eu nem te conheço. — digo para o mesm que dá um sorriso debochado. Xx: Isso não é problema nenhum, eu sou o Elio Zigger. — ele diz com um leve sorriso travesso no rosto, e eu então decido embarcar nessa loucura. Amara: Emily Banks, um prazer lhe conhecer. — minto o meu nome e sorrio para ele. Elio: Posso pagar uma bebida? — ele pergunta e eu confirmo, fomos para o resort que tem aqui e ele pediu dois dinks, depois de bebermos por um longo tempo, o mesmo me levou para o hotel que ele está hospedado, assim que entramos ele já me pegou no colo e me pressionou contra a parede, começou a beijar todo o meu corpo e eu já estava com as pernas bambas, ele foi tirando a minha roupa e logo em seguida a dele, colocou a camisinha e penetrou fundo em mim, Deus, que delícia, fazia um bom tempo que eu não sabia o que era ter uma noite assim, ele me deixou completamente fraca, mas quando notei que ele apagou, eu saí pé por pé do quarto e fui para o meu apartamento, tomei banho e me joguei na cama, completamente exausta e feliz.
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