Tudo está escuro, mas há um clarão que invade as minhas pálpebras fechadas. Estou sentindo uma dor de cabeça que eu nunca senti neste mundo, acho estranho porque aqui eu sou uma super-humana, não sinto essas coisas de humano. Vou abrindo os olhos bem devagar, ouço murmúrios de conversa ao meu redor, sei que são dos árvomes. — Já temos quantos dias aqui? — pergunta uma voz masculina. — Um dia — responde uma voz feminina quase sem v*****e, como se fosse óbvio o que respondeu, eu posso imaginar a dona da voz revirando os olhos. — Parecem mais. Não aguento mais olhar para essas barras de madeira. — A culpa foi sua, quem mandou você deixar que te pegassem roubando a geleia real. Nossa! Mais pessoas querem um pouco dessa geleia. Que coisa! Enquanto ouço as vozes vindas do meu lado esquerdo

