Nadira estava ouvindo música em inglês, romântica, s3xualmente sugestiva. Ela se aproximou, pegou uma das velas que estavam decorando o quarto e foi subindo nas costas de Brenon.
Ele disse que adorava as mãos dela o massageando.
De repente, ela começou a pingar a cera da vela sem dó nem piedade, queimando sua pele, e disse:
— Isso está bem longe de ser uma massagem, meu bem. Você quer parar ou aguenta?
Ele começou a reclamar de dor, mas estava totalmente envolvido, e******o. Afinal, por mais que os dois gostassem de inovar, aquilo não era algo comum de se fazer. E ele estava adorando a nova brincadeira.
Brenon tentou virar o corpo quando a cera quente tocou sua pele novamente. O contraste da dor leve com o calor da pele arrepiada fez ele soltar um suspiro longo. Nadira observava cada reação com atenção, com aquele sorriso m*****o que ele conhecia tão bem. O mandou ficar quieto.
Ela passou os dedos devagar pelas costas dele, espalhando a cera que ainda estava morna.
— Tá vendo… — ela falou baixinho perto do ouvido dele.
— Nem sempre chegar atrasado significa que você vai sair ganhando.
Brenon virou o rosto para olhar para ela, com os olhos brilhando.
— Eu sabia que tinha alguma coisa diferente hoje… — ele respondeu com um sorriso provocador.
— Você tá perigosa.
Ela não respondeu imediatamente. Pegou a taça de vinho e deu um pequeno gole. A música continuava tocando baixa no quarto, preenchendo o silêncio entre os dois.
Nadira se inclinou e falou perto do ouvido dele, beijando seu pescoço:
— Você disse que queria brincar… então aguenta.
Ela passou o chicote de leve pelas costas dele, apenas encostando, como uma promessa. Brenon respirou fundo, esperando o próximo movimento, totalmente entregue àquele jogo.
A tensão entre eles não era apenas física, era de confiança. A vontade dela, era de punir ele, o frustrar.
Ela passou a mão pelos cabelos dele, puxando levemente para que ele olhasse para cima.
— Você sabe que pode parar quando quiser. — ela disse mais suave, prestes a morder ele no braço.
Ele balançou a cabeça devagar, rindo com dor.
— Não quero parar.
Nadira observou o rosto dele por alguns segundos, como se estivesse tentando medir até onde podia ir. Disse que queria filmar, foi colocar o celular no tripé, e o mandou ir pra cama. Brenon não gostava muito, de se gravar. Mas aceitou.
O clima mudou. O jogo de dominação se transformou em algo mais íntimo. Ele se deitou com o p au duro ereto, ela se aproximou e subiu de joelhos na cama, passou a mão pelo rosto dele. Disse que queria leitinho na boca. Ele a acariciou nas costas, apertou o bum.bum.
— Você sabe que eu faço tudo isso porque confio em você, né? — Ele disse.
Ela foi beijando o pescoço, abdômen, barriga, Brenon segurou o cabelo dela puxando forte. Ela falou o mastur.bando.
— Eu sei… e você sabe que eu confio em você mais do que em qualquer pessoa.
Ele a beijou, perguntou baixinho com malícia.
— Vida, quando vai sair com outro cara?
— Estou com vontade de te ver beijando outro, com o gostinho da minha po.rra, nessa sua boca deliciosa.
Ela começou lamber o pa.u sugou a cabecinha, falou rindo.
— Amor, você vai assistir dessa vez?
Ele confessou que estava querendo, pois não parava de pensar no que ela fez, ela começou o chupar babando, pu.nhetando, Brenon estava bêbado, começou a perguntou se ela queria chupar o outro cara, na empolgação, ela disse que sim, muito, mas repetir o último encontro e não conhecer alguém novo.
Brenon começou rir, ela parou de chupar, subiu no colo dele, colocou a calcinha para o lado, o colocou dentro de si, falou o olhando nos olhos apertando o p.au com a b.uceta.
— Deixa eu f.oder com o novinho de novo, vida?
— Ele vai meter na minha bu.ceta e você, no meu c.uzinho.
— Quero muito fazer uma DP com vocês.
Brenon a segurou pela garganta, enforcando, perguntou intrigado.
— Você deu pra ele de novo, não deu? Quando ele foi buscar a carteira?
— Fala a verdade.
Ela começou rir ex.citada, rebolando em cima dele, disse ofegante.
— Não né amor. Mas queria.
Ele a tirou do colo, jogou na cama, foi subindo em cima, enfiado no meio de suas pernas, a invadiu profundamente, falou me.tendo rápido com muita força.
— Nana sua safada! O novinho te comeu gostoso assim? Em?
— Fala! Vaga.bunda, ainda é a mesma put.a, por quem me apaixonei.
Ela estava rindo ge.mendo alto, falou com deboche.
— Ele não me comeu tão bem, mas posso te chamar pelo nome dele.
— Aí amor, isso, me fo.de bem gostoso.
Ele a segurou pela garganta, começou enforcar, passando um pouco dos limites, ela quase desmaiou sem fôlego, enquanto go.zava deliciosamente, Brenon não goz.ou, saiu de dentro dela com o p.au melado, se ajoelhou, arreganhou as pernas dela levantando, foi forçando para me.ter no c.u, ela não estava esperando, ainda sem fôlego, começou a gem.er alto angustiada com a dor, o beliscou forte, deu um tapa ardido, o mandando pegar o lubrificante, Brenon a invadiu lentamente.
— Você deu o c.u pro novinho?
— Dúvido que ele saiba comer gostosinho assim, como eu.
Ela estava levando na brincadeira, respondeu o acariciando.
— Se não souber, a gente ensina Vida. Vou marcar de novo, vamos juntos.
Ele deu meia dúzia de estocadas e go.zou, ficou calado, foi saindo de dentro dela, entrou no banheiro e nem a chamou, diferente de como sempre faziam.
Nadira foi logo atrás, se olhou no espelho, falou incomodada.
— Bre, vai ficar hematoma. E eu não faço anal, sem camisinha. Ca.ralho viu, você é fo.da.
Ele saiu do chuveiro, falou rindo com deboche, hostil.
— Se fosse o cara lá, você não ia estar reclamando.
Ela disse que não mesmo, porque Fael não estava com ela a dez anos, começou a reclamar da demora, e dele estar bêbado, Brenon a chamou de chata, algo que ela odiava, começaram a discutir, ela perguntou se ele estava arrependido, da ideia que teve. Quis jogar nas costas dele, a culpa de estarem brigando.
Ele foi na porta do banheiro, falou irritado.
— Você só viu a po.rra de um pa.u já virou a chave na cabeça, foi encontrar ele, sem me avisar. Tenho certeza que está mentindo.
— Temos regras, pra isso. Não acontecer.
— Quer saber Nadira fo.de com quem quiser. Tô doido pra comer umas novinhas também.
— Achar uma virg.enzinha. Pra chorar me dando.
Ela não gostou, respondeu alterada.
— Então era essa, sua intenção desde o começo?
— Se você queria, comer alguma pu.tinha por aí, era só ter falado. Armou todo esse lance, de ser corno, pra ficar com ciúmes.
Ele disse que o problema, era ela mentindo, saiu do quarto e foi dormir em outro, Nadira ficou pensando na juventude e fertilidade que não tinha, ignorou a parte real de seus erros.
Foi deitar se sentindo insegura, com a sensação de que Brenon estava apaixonado por outra, e inventando desculpas para brigar.
No dia seguinte, ele saiu sem falar com ela, passou o dia todo fora, sem trocar uma única mensagem ou ligação, e isso nunca acontecia.