Capítulo 8

1381 Words
Eles ficaram bastante tempo unidos, se beijando. Então ela pediu para ele dar licença para trocar a posição. O colocou sentado no sofá e foi por cima, virada de costas. Começou a cavalgar invertida, rebolando, quase tirando o pa.u dele de dentro da sua buc.eta. A fricção dos dois, muito molhados, dava eco por toda a sala do apartamento. Enquanto ela cavalgava, ele a apertava, acariciava, puxava o cabelo dela, beijava as costas. Ele estava se deliciando. Ele alcançou o êxtase novamente dentro dela e ficou abraçado, beijando-a. Ela saiu de cima dele, o beijou e disse que ia tomar banho e se trocar. Foi para o banheiro, e ele ficou sentado, cansado, retomando o fôlego, sentindo o cheiro dela impregnado na pele. Ela entrou para tomar banho, rindo sozinha, adorando tudo o que havia feito, mas já pensando exatamente em como mentir para o marido. Ela voltou para a sala e começou a juntar as roupas. Ele foi até o banheiro já levando as roupas. Quando voltou, estava vestido. Ela perguntou se ele queria beber mais, e ele disse que não. Ela fechou o vinho e guardou na geladeira, deixou lá e começou a se preparar para ir embora, mexendo no celular. Brenon tinha mandado uma mensagem alguns minutos antes, perguntando se estava tudo bem e se ela queria que ele fosse buscá-la ou se iria embora com carro de aplicativo. Ela respondeu a mensagem enviando: “Amor, tá tudo bem sim. Estou saindo daqui a pouquinho. Assim que eu sair, eu te aviso.” Ele disse que tudo bem e mandou uma foto dele deitado, de p.au duro, esperando por ela na cama, ainda de cueca. Ela ficou rindo sozinha, terminou de ajeitar o apartamento, guardou as coisas e ficou sentada esperando. Fael estava terminando de se arrumar, calçando os tênis. Ele perguntou se ela realmente não iria vê-lo de novo. Então, desconcertada, ela disse que não. Ele ficou olhando com uma carinha de cachorro que caiu da mudança e perguntou, confuso: — Poxa, mas nem pra conversar? Eu curti muito você. A gente nem pôde trocar muita ideia. Eu gosto de conversar, mesmo se não for rolar nada. Então, se você quiser me ver algum outro dia, é só me mandar uma mensagem. Agora você já tem meu número e eu tenho o seu. Ela começou a rir e disse, olhando dentro da bolsa, verificando se estava tudo certo: — É melhor você não me mandar mensagem. E eu não vou te bloquear. Eu prefiro deixar o seu número lá e saber que você não vai mandar porque eu pedi pra não fazer isso. Ele começou a rir, confuso, e disse: — Como assim? Que mulher doida. Mas é pra mandar ou não? Eu tô confuso, eu sou meio lerdo. Se você ficar falando assim, eu não vou entender. Afinal, você quer que eu mande mensagem ou não? Ela respondeu, aproximando-se da porta com as chaves na mão: — Não, né? Não é pra me procurar. Mas eu gostei muito, não é nada pessoal, é sério. Só que… eu prefiro assim. Eu queria pedir pra você sair na frente um pouco. Pra não chamar atenção, sabe? Dos vizinhos. — Apartamento, você sabe como é. As pessoas ficam reparando em tudo. Ele sorriu de forma sutil, levemente frustrado, e respondeu, aproximando-se da porta: — Tá bom, beleza, entendi. Então, foi um prazer te conhecer. Adorei ficar com você e te achei muito linda. Ele se aproximou, chupou a boca dela sutilmente e deu um beijo lento, que foi aumentando a intensidade. Ela estava prestes a desistir de ir embora. Ele terminou o beijo dando alguns selinhos, não disse mais nada e simplesmente foi saindo. Ela ficou parada na porta, sorrindo. Fechou a porta, tentou pedir um carro no aplicativo, esperou alguns minutos e logo saiu atrás. Quando ela chegou lá embaixo, na portaria, ele já tinha ido embora. Ela ficou olhando ele se afastar, com um sorrisinho safado no rosto. Logo entrou no carro e também foi embora. Ela ensaiou direitinho o que iria dizer, contando praticamente tudo o que aconteceu. Quando chegou em casa e foi entrando, foi direto para o quarto, tirando os sapatos de salto. Brenon estava deitado de cueca, assistindo e esperando. Ele sorriu com malícia e perguntou, curioso: — E aí, amor, foi gostoso? Ela começou a rir, enrolando o cabelo, preparando-se para tirar o vestido, e respondeu: — Brenon, você é muito sa.fado. Como pode isso? Foi bom, sim. Foi legal. Satisfatório. Ela começou a tirar o vestido e foi para o banheiro, ficando só de lingerie. Ele ficou olhando, não se conteve, levantou e foi atrás, curioso. Parou na porta do banheiro, observando-a lavar o rosto e tirar os acessórios. Ele perguntou: — Vai, amor, conta. Go.zou? Goz.ou gostoso? Ela olhou pelo reflexo do espelho, sorriu com malícia e respondeu: — Go.zei. Fiquei com a sua bucet.a de chocolate, derretendo toda. Quase que ele não aguenta, você acredita? E eu que achei que ia voltar assada, com dor de tanto que ele ia me comer. Mas, pelo visto, vai sobrar pra você. Ele começou a rir muito, se aproximou, abraçou-a por trás e começou a beijar o pescoço, sentindo o perfume de outro homem nela. Apertou os sei.os dela e respondeu: — É, não vai ser nenhum esforço, pode acreditar. Eu fiquei imaginando. Conta pra mim, o que ele fez com você. Como é que foi? Gostou do beijo dele? Ela começou a rir, olhando pelo reflexo do espelho, e respondeu, inclinando a b***a para trás, roçando no corpo dele: — Ai, amor, foi de boa. A gente chegou lá, subiu mais quieto. Eu fiquei meio travada no começo, daí a gente conversou um pouquinho, já rolou uns beijos, ele perguntou se eu tinha silicone, deixei ele tocar nos meus se.ios. — Daí a gente começou a se beijar e já foi logo pro quarto. Ai, você acredita que ele me chupou? Brenon mordeu as costas dela um pouco forte demais. Ela parou de falar e se esquivou para frente. — Ai, Brenon, seu ma.luco! Não me marca, porque eu tenho pilates e eu não vou com marca roxa, hein? Para! Ele começou a rir, apertou os se.ios dela, levou a mão até a inti.midade e começou a mast.urbá-la lentamente. Perguntou: — Ah, é? Ele te chupou? E você go.zou na boca dele? Me conta. Ela começou a rir e respondeu, ainda em pé, apoiada na pia de mármore: — Não, Brenon, não goz.ei na boca dele. Não foi dessa vez. Ai… ele era gostosinho, mas faltava uma coisa, sabe? Uma pegada mais assim. Mas ele era gentil, achei ele fofinho. Gostei. — Ai, Brenon! Ele estava mast.urbando, fazendo pressão no clit.óris, que ainda estava sensível, e ela começou a ficar um pouco incomodada com o jeito que ele tocava. Ele riu, tirou a mão de dentro da calcinha dela, virou-a de frente para ele e perguntou: — E aí, o que mais? Amor, você não tá me contando tudo. Não, não… você tem que contar tudo, senão não tem graça. Eu não quero ter que ir assistir pra saber exatamente o que tá acontecendo. Ela começou a rir, beijou-o lentamente, acariciando-lhe as costas. Começou a baixar a cueca dele e disse que iria fazer pra ele o que não teve coragem de fazer com o novinho. Ela se abaixou, ficou de joelhos e começou a chupá-lo. Não parou até ele go.zar em sua boca e em seu rosto, deixando-a toda lambuzada. Ele a segurou pelo cabelo, alcançou o êxtase rápido até demais, e ficou rindo satisfeito. Entraram para tomar banho juntos, na banheira, trocando carícias, e ela terminou de contar o que havia acontecido. Disse que primeiro se beijaram, que o rapaz a chupou, que depois ela foi por cima e o fez g.ozar, e depois trocaram a posição. Fizeram três posições e que ela go.zou uma vez só. Ela já começou a mentir, porque teve medo de que, no fundo, a realidade mexesse com o ego de Brenon. Mesmo com ele pedindo, achou que, por ele ser homem, o tiro poderia sair pela culatra, e preferiu se prevenir, ocultando algumas informações, inclusive que ficou encantada com a personalidade de Fael e que a vontade dela era tê-lo como um chaveirinho.
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