Ela começou a rir e puxou a camiseta dele para tirar, foi beijando o pescoço, o abdômen, abrindo a calça. Ele nem acreditava que uma mulher como aquela estava se jogando em cima dele daquele jeito, porque, apesar de bonito, estava acostumado a ficar com novinhas que nem sempre tinham atitude e mesmo quando tinham, não causavam o efeito que ela estava causando nele.
Ela foi tirando a calça dele, ele a ajudou e ficou só de cueca. Ela se levantou e parou na frente dele, tomou a taça de vinho, olhando-o dos pés à cabeça com malícia. Ela disse:
— Vamos para o quarto ou você quer continuar aqui, delicinha? Ai, você é tão gostoso… a hora que eu subir em cima de você, nem um guindaste me tira.
Ele começou a rir e abaixou a cueca no mesmo instante, deixando o p.au pular para fora, duro e reto como um mastro. Era grande, grosso e lindo. Realmente jovial, da maneira que ela esperava.
Ele sorriu e disse se ma.sturbando:
— Ah, fica à vontade, do jeito que você preferir. Você quer ficar aqui ou quer ir para o quarto?
Ela estava ficando só de lingerie. Foi tirando o vestido lentamente, desceu as alças, foi descendo pelo corpo e saiu andando de costas, revelando a linda lingerie que estava usando. Ela foi indo para o quarto, deixando a roupa no meio do caminho.
Ele se levantou e foi atrás dela, pelado, ansioso para tocá-la, beijá-la e sentir todo o seu corpo.
Quando ela chegou ao quarto, deitou-se na cama de bruços, deixando a b***a para cima, exibindo a calcinha fininha que usava. Ele se aproximou pelos pés da cama, beijando as pernas, acariciando-as, tirou as meias com cuidado, apertou o bu.mbum, começou a beijar o corpo todo dela.
Ela estava de bruços. De repente, ele a virou como uma boneca, de barriga para cima, e se enfiou no meio das pernas dela. Colocou as pernas dela em cima dos ombros e puxou a calcinha para o lado, começou a chupar a buc.eta ali mesmo, lambendo o clit.óris, deixando-a lubrificada instantaneamente.
Ela fechou os olhos e se entregou, vivendo aquilo de forma aberta e intensa, do jeito que esperava. Se agarrou ao lençol sentindo sua intim.idade pulsar de te.são.
Ele começou a chupá-la com excelência, algo que ela não esperava. Ela imaginava que novinhos só iriam macetá-la e pronto, sem preliminares, sem carinho, sem tudo o que um homem maduro e vivido sempre lhe proporcionou.
Ela começou a ge.mer cada vez mais alto e se mexia instintivamente, exci.tada, quase goz.ando na boca dele.
De repente, ele parou de chupar e se afastou.
Ela o olhou desesperada, ofegante, querendo mais, e perguntou:
— O que foi?
Então ele sorriu e se deitou ao lado dela, acariciando-lhe o corpo, mastu.rbando-a lentamente. Começou a chupar os se.ios dela e disse:
— Pra que pressa? Você tá com pressa? Eu não tô.
Ela começou a rir, percebendo que estava sendo provocada, e adorou isso. O beijou ardentemente e começou a mast.urbá-lo. A mão dela quase não fechava, o que já a deixava muito ansiosa para ir adiante.
Eles continuaram se beijando, se tocando. Ele a deixou completamente n.ua, a beijou e chupou pelo corpo todo. Subiu em cima, começou a esfregar o pa.u nela, passando cabecinha na entrada úmida e lubrificada dela, e não a pen.etrava.
Ele percebeu que, se tentasse, ela deixaria, mas preferiu ir com calma. Até porque ela estava sendo boa demais para ser verdade e, pelos olhares dela, parecia incentivá-lo a continuar daquele jeito, sem proteção, agindo no calor do momento. Mas ele não era tão irresponsável assim.
Chegou a ficar desconfiado sobre as intenções dela, porque a maioria das mulheres queria usar proteção. E ele estava ali, se esfregando, lambuzando a cabeça do p.au na bu.ceta dela molhadinha, e ela ainda não tinha manifestado o desejo de usar proteção.
Enquanto eles se beijavam e se tocavam, ela estava cada vez mais exc.itada, prestes a alcançar o êxtase. Então ela o colocou deitado e começou a beijar o corpo dele. Passou pela barriga, pelos braços, levou a mão dele até o seu cabelo e disse que ele podia puxar, que ela gostava.
Então ele puxou e a guiou para baixo, levando a cabeça dela até perto do p.au, colocou na boca dela, e ela começou a chupar freneticamente, deixando-o louco, muito exc.itado. Nem ele esperava que tudo fluísse tão naturalmente e de forma tão gostosa.
Ficou deitado, recebendo uma bela mamada, e estava prestes a go.zar. Quando ela percebeu que começou a sentir o gostinho do pré go.zo saindo, simplesmente se afastou e subiu em cima dele.
Tudo foi muito rápido, muito natural e muito gostoso. Ela o colocou dentro de si e, ao senti-lo pene.trar profundamente, começou a se mover e não parou mais, até sentir os espasmos e ele a enchendo de po.rra. Ela nem sabia entender o que estava acontecendo, mas, naquele momento, foi tudo o que conseguiu fazer e sentir, sem pensar muito no depois. Ou nas regras.
Ele go.zou profundamente, a enchendo de po.rra, apertou o corpo dela, a puxou para beijar e ainda continuou dentro dela. Inverteu a posição sem sair de dentro e começou a estocar lentamente, até fazê-la alcançar o êxtase, lambuzando ainda mais os dois.
Sem falar quase nada, tiveram algo indescritível, uma conexão surreal, que os tirou da linha e da realidade. Exaustos, deitaram-se um ao lado do outro. Ela estava com a intim.idade latejando, toda melada, cheia de por.ra, e ele estava ofegante, com o rosto corado, pensando na surra que estava levando dela.
Enquanto esperavam retomar o fôlego, continuaram próximos. Ele a beijou sutilmente no ombro, no pescoço, disse que ela era deliciosa, que estava acabando com ele. Ela começou a rir e perguntou, levantando-se:
— Ué, mas já acabou? E eu que achei que os novinhos aguentavam mais. Pelo visto, eu vou ter que ir pra casa, pro meu marido terminar o serviço.
Ele se sentou rindo, desacreditado de como ela era ousada e intensa. Ele respondeu:
— Calma gata, só deixa eu respirar. Não acabou, não. Eu aguento mais. Só me dá uns minutinhos.
Ela foi para o banheiro rindo e ficou pensando na regra que tinha quebrado. Uma das primeiras regras, a mais importante, assim imaginava ela. Deveria ter usado preserva.tivo. Então já pensou que ia chegar em casa e mentir, porque, afinal, grávida ela não ficaria.
Ela tomou banho e foi para a sala, enrolada na toalha, voltar a pegar o resto do vinho. Ficou na cozinha, pensativa, e ouviu ele também ir pro no banho. Enquanto ela estava encostada no balcão da cozinha, bebendo, começou a olhar pela janela e a pensar no que iria acontecer a seguir. Como seria o próximo encontro com outras pessoas.
Então Fael se aproximou, completamente n.u, já um pouco exc.itado, e a abraçou por trás, beijando-lhe o pescoço, acariciando-a de forma afetuosa, e perguntou o que ela estava a fim de fazer.
Ela o beijou ardentemente, o guiou para o sofá. Disse que queria aproveitar o tempo, que não era muito longo, que não pretendia passar a noite ali.
Ele começou a rir, colocando-a sentada no sofá, e disse:
— Ah, não… a hora está contada? Isso é injusto. Eu achei que ia passar a noite com você. Mas tudo bem, oportunidades não vão faltar.
Ela começou a rir e disse, acariciando, sentindo-o beijar o corpo todo dela e a mastur.bando:
— Na verdade, eu só tenho encontros únicos. Você acha que eu devia ter te contado isso antes de você vir, ou isso é irrelevante?
Ele se ajoelhou no meio das pernas dela e perguntou, intrigado:
— Como assim, encontros únicos? Tipo, você só sai uma vez com cada pessoa?
Ela assentiu, acariciando-o.
— Sim, isso mesmo. Só uma vez. Eu tenho regras a seguir, ou você acha que isso aqui é bagunça?
Ele sorriu, intrigado, e foi subindo em cima dela, enfiando-se no meio das pernas, a pen.etrou de uma vez e começar a met.er freneticamente, rápido demais, deixando-a sem conseguir falar.
Então ele perguntou:
— E quais são as regras? Me conta.
Ela começou a tentar falar, mas não conseguiu. Estava gem.endo, exci.tada, perdendo o fôlego. Ele não a deixou falar de tanto que metia, rápido e forte. Ela começou a ficar molhada, lubrificando os dois, e gozo.u no p.au dele, deixando-o lambuzado.
Ele parou de meter rápido, deitou-se em cima dela e começou a beijá-la ardentemente, com o pa.u enterrado nela o máximo possível. Ele a beijava até ela perder o fôlego, apertava o corpo dela, sugava seus se.ios.
Ela estava adorando. Aquilo estava muito melhor do que o esperado. E ela só conseguia pensar em uma coisa, que era um desperdício, o encontrar uma vez só.