Capítulo 3

1556 Words
Brenon se aproximou e a beijou ardentemente. Deu um puxão no cabelo dela, daquele que a deixava arrepiada e exci.tada, querendo tran.sar ali mesmo, em cima da mesa. Então ele disse: — Meu bem, é só uma ideia. Se você não quiser, não precisa fazer. É só uma ideia… e um pedido, né? Porque quando você me pediu um presente caríssimo no auge do meu desemprego, eu dei. Eu fiz o que pude e dei. Sempre te dei tudo o que você quis. Mas tá bom… Ele começou a rir debochado. — Se você não quiser, não precisa me dar o presente que eu pedi. Imaginei com tanto carinho. Ela começou a rir, o acariciando. Foi abrindo a camisa dele, excit.ada. — Brenon, você está ficando lou.co, seu velho. É a crise da meia idade, eu sabia que fazer quarenta anos ia mexer com a sua cabeça. Vou pensar. Mas me mostra como eu deveria fazer com esse outro homem qualquer. Então Brenon começou a levantar o vestido dela, a beijar seu pescoço e a deixou apenas de calcinha e sutiã no meio do restaurante. Ele disse, com um sorriso m.aldoso: — Eu vou te mostrar, mas não se empolgue, porque tem regras a seguir. E uma delas é que você use preser.vativo sempre. Isso eu não admito. Essa buce.tinha linda só eu posso go.zar e encher com meu leitinho. Ela começou a rir muito, adorando o som ousado do marido. — Ai, Brenon, como você é tonto… então vem e me enche com seu leitinho. Me fo.de aqui em cima da mesa e go.za gostoso dentro da minha buc.eta, que é só sua. Sempre será só sua, meu amor. Ele começou a rir, tirou o sutiã dela, chupou seus sei.os, apertou sua bu.nda, se ajoelhou no chão, colocou-a sentada em cima da mesa e começou a chupar sua buc.eta ferozmente, devorando-a. Passava a língua no clit.óris, sentia-a ficando molhada e disse: — Go.za pra mim… igual você vai go.zar pra ele. Rindo, ela estava exc.itada, quase alcançando o êxtase, e disse: — Brenon, você tem certeza que é isso que você quer? Olha o que você faz comigo… você não vai ficar com ciúme? Ou imaginando se eu goz.ei mais com ele do que com você? Rindo, Brenon a colocou de quatro, puxou seu cabelo e a pôs deitada em cima da mesa. Pen.etrou com força, met.endo tudo até o talo, e falou com possessão: — Não importa o quanto você go.ze com outros. Você sempre será minha. Seu corpo, sua alma, seu coração… você é minha. Você é minha alma gêmea. Você foi feita pra mim. Eu te esperei a minha vida toda e não viveria um dia sequer sem saber que você pertence a mim. Agora go.za e fala que você vai me dar o meu presente. Ele começou a estocar forte, segurando-a pela cintura, se colidindo com ela, ecoando pelo restaurante todo, deixando-a com dor na perna e no pé da barriga, com a intimi.dade ardendo pela fricção. Não era sempre que Brenon a pegava com tanta intensidade e ela adorou. Ele grudou no cabelo dela e puxou com força, met.endo cada vez mais rápido e mais forte. — Fala que você vai go.zar com outro. Fala que você vai realizar o meu fetiche e dar o meu presente. Ela começou a ge.mer alto, então go.zou loucamente, melando o p.au dele, e disse ofegante: — Eu sempre vou realizar todos os seus dese.jos. Eu sou sua parceira de vida e sempre farei tudo o que você quer pra te ver feliz, meu amor. Ela se desmanchou, ofegante, em cima da mesa. Então ele também alcançou o êxtase junto com ela. Brenon a abraçou por trás, beijou suas costas e disse: — É por isso que eu te amo. Você é a mulher da minha vida. Brenon se afastou, saiu de dentro dela, com o p.au melado, se ajeitou e foi para o banheiro. Nadira foi junto, rindo. Entraram no chuveiro se beijando, se acariciando, trocando juras de amor, comemorando o aniversário de casamento. Então, de repente, ela disse, o surpreendendo: — Brenon, eu já sei o que eu quero. Ele a olhou curioso. — O quê vida? — Eu quero renovar os nossos votos. Com festa, vestido de noiva, tudo. É isso que eu quero. Eu quero me casar de novo. Ele sorriu imediatamente. — É claro, meu amor. Tudo o que você quiser. Fez uma pausa, provocador. — Então, depois que você me der o meu presente, eu te dou o seu. Ela começou a rir, intrigada, e perguntou, curiosa: — Então eu devo ficar com um homem desse aplicativo, bobo, e tra.nsar com ele, depois te contar? Só isso? Brenon cerrou os olhos. — Você acha que isso é só? Você acha que isso é pouco? — disse, curioso. — Então significa que você acha isso fácil? Estou curioso… você está gostando da ideia? Está com saudade de ser tocada por outro? De ser fod.ida por outro? Ela começou a rir, o mastu.rbando, sentindo o p.au crescer na sua mão. — Ah… não é uma coisa tão r**m, digamos assim. Se é de comum acordo, por que não? Afinal, como você disse, eu já tive outros parceiros e você também. Ela fez uma pausa e completou: — Mas tem uma coisa, meu amor, que eu preciso te confessar. O p.au de nenhum deles pareceu que foi feito pra caber dentro de mim igual o seu. Você foi todo feito na medida pra mim. Ela chupou a boca dele sutilmente, com provocação, sorriu olhando nos olhos e disse: — Você foi feito todo pra mim. O seu beijo, as suas mãos quando tocam o meu corpo… até quando eu estou dormindo e você se encosta me acariciando. Isso é o meu paraíso. Ela suspirou. Brenon a olhou nos olhos, a beijou, segurou no cabelo dela e disse, completamente apaixonado: — Eu sou lo.uco por você desde que eu te conheci. Eu não te trocaria por ninguém, não há ninguém melhor nesse mundo. Isso vai ser bom. Eu acho que vai dar uma esquentada entre nós. Nós só não podemos quebrar as regras, tudo bem? Ela se ajoelhou para chupar o pa.u dele embaixo do chuveiro. — Você sabe que eu sempre sigo regras. Eu sou muito boa com isso. Diferente de você. Ele começou rir. — Sua saf.ada. Ela abocanhou o p.au dele e começou a mamar freneticamente, brincando com a língua, usando a sensibilidade dele para exci.tá-lo. Chupou até ele alcançar o êxtase na boca dela e engoliu tudo. Brenon a puxou para cima e a beijou ardentemente. A verdade é que, quando estavam empolgados e depois de algumas bebidinhas, eles eram dois devassos. E era por isso que se completavam. Por mais que o dia a dia fosse monótono, quando saíam da rotina eram trans.as lou.cas, inesquecíveis, em vários lugares. Piscina, praia, carro, cinema. Eles adoravam se aventurar. De fato, se completavam dentro e fora da cama. Só que, com a rotina do casamento e do cotidiano, tudo havia esfriado bastante. E era isso que Brenon queria mudar. Ele queria dar um upgrade na intim.idade do casal. Depois de saírem do chuveiro, rindo, voltaram para o jantar usando roupões. Continuaram comendo e bebendo. Então Nadira pegou o celular dele e disse: — Hum… deixa eu abrir esse cardápio do s.exo. Nossa, aqui só tem rapazes jovens. Ela riu. — Eles não aguentariam meia hora comigo, porque vamos combinar, esse meu corpinho dá trabalho. Só você que aguenta e não acaba tão rápido. Todos os meus ex eram três quatro sentadas e já estavam goz.ando. Isso me irritava tanto… por isso me apaixonei por você. Rindo, Brenon olhou o celular, analisando as fotos. — Realmente, tem muito jovem aqui. Mas nem todo homem é igual. Arrisque, vai. Escolhe um pela aparência. Ela fez um bico, torceu o nariz. — Será que eu escolho um parecido com você ou um bem diferente? Faz tempo que eu não fico com um pretinho. Brenon começou a rir. — Olha, você está brincando com fogo. Eu vou imaginar que você quer alguém com uma rola maior que a minha. Ela riu muito e o beijou sutilmente. — Não, seu bobo. Isso não tem nada a ver. Sabe por que eu gosto de homens brancos? Pra eu poder enxergar à meia-luz. Brenon riu alto. — Realmente… é por isso que eu gosto de mulher ne.gra com uma bu.cetinha de chocolate deliciosa. Pra eu ver meu p.au entrando e saindo no escuro. — Ai, você está muito safado — ela disse rindo. — Eu adoro quando você bebe e fica assim. — Ele disse afetuoso, se divertindo. — Tá. — ela continuou. — Então eu vou escolher um branco. Pra eu ver entrando e saindo de mim no escuro. Brenon era branco, cabelo preto, olhos azuis, porte atlético. Sempre foi lindo. Desde a infância, adolescência, juventude. E envelhecia como vinho. Todas as amigas de Nadira diziam isso. Quanto mais velho ele ficava, mais charmoso era. Ele tinha um carisma, adorável. Nadira começou a olhar o aplicativo. Homens brancos, tatuados, ne.gros, fortes, magros, alguns mais encorpados. E então um chamou sua atenção. Fael, loiro, tatuado, sorriso cativante, misterioso. Tinha apenas 28 anos. Sem vícios, gostava de esportes. Pelo menos era o que dizia na descrição do perfil.
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