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Fortemente quebrados

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Blurb

      Sophie é uma garota que adora redes sociais, mas mais do que isso, adora Bratt Watson. Sempre achou seu amor platónico, e Bratt sempre achou que ninguém merecia ele. Ambos pensavam que a situação não ia mudar. Mas estavam enganados.

       Quando Bratt começa a se interessar por ela, Sophie percebe, mas também percebe que está se afastando dela relutantemente. Sophie tenta descobrir o que ele esconde e cada passo para frente, a deixa cada vez mais destruída. Sophie acaba se perdendo e mesmo perdida, tem de libertar Bratt do inferno.

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Prólogo
Bratt — Você tem certeza que quer fazer parte dos красная пантера? (krasnaya pantera - panteras vermelhas) — Jacob pergunta. Olho para os três homens, incluindo Jacob, vestidos de preto fazendo uma roda, me colocando no meio. — Eu tenho. — Digo. — Você tem de provar sua lealdade antes de levar a nossa marca no seu sangue. Vamos pedir que faça algumas coisas antes de ser oficialmente um pantera vermelha. — Entendido. — Respondo. — Não pode se relacionar com ninguém que não pertença aqui. Se não cumprir com as regras será castigado, se nos trair será morto. — Eles giram, mas eu continuo no meio deles. — Entendido. — Tem de estar disposto a roubar e até m***r pelos seus novos irmãos. Não há limites quando se trata dos panteras vermelhas. — Entendo. — Se entrar, não sairá. A única saída é a morte. — Entendo. — Vamos agora beber o sangue de pantera. — Ele me entrega um cálice, e eu franzo a testa para o líquido vermelho. Será mesmo sangue de pantera? Os russos são estranhos! Eu bebo e fico feliz por saber que não é sangue. É doce e parece ser uma fruta. Só não faço ideia qual seja. Todos bebemos e Jacob apaga as vinte velas. — Terminamos a nossa reunião. — Ele diz e os outros homens nos deixam sozinhos. — Esse ritual acontece sempre que têm um novo m****o? — Pergunto quando estamos sós. — Pensei que éramos mais. — Você ainda não é bem um pantera vermelha. Sim, fazemos sempre esse ritual e somos mais de duzentos. — Claro! — Uau! — Você vai conseguir seguir as regras? Tem de esquecer das mulheres que fazem parte do seu antigo mundo e olhar para as mulheres do seu novo mundo. — Eu acho que não consigo fazer isso por qualquer mulher que seja. Depois de Elisa, eu não quero mais ninguém. — Você não sabe o que vai acontecer. Cuidado para não se ferrar. Aqui não perdoamos! — Não se preocupe! Posso ir para casa? Eu tenho que ir para a universidade amanhã. — Esteja à vontade! — Ele abre a porta para mim e eu saio. Sento no bar e peço uma cerveja. Felizmente Liam não trabalha mais aqui senão quebrava a cara dele. Eu nunca vou perdoar o que ele fez. Olho para trás e vejo algumas mulheres olhando para mim. Eu não posso me relacionar com ninguém. Não fiquei com ninguém depois de Elisa. A última pessoa que beijei foi Blaire e antes dela, foi Sophie. Obviamente, pessoas que não ficariam comigo mesmo que não tivesse me metido nessa m***a que acabei de me meter. Uma garota de vestido preto me chama atenção quando começa a caminhar com seus saltos altos em minha direção. É Sophie. A melhor amiga da Jolene e da Blaire. E ela está bêbada. — BRATT! — Ela grita e cai nos meus braços. — O que você faz aqui? — Eu não sei. Blaire está em Massachusetts com Lambert, Jolene também está com Paul e eu estou sozinha. — Ela diz. — Eu vou levar você para casa! — Eu coloco ela no meu colo e saímos para fora. Sophie começa a rir e me abraça. — Eu sempre sonhei ser levada assim. — Ela coloca o nariz no meu pescoço. — Você está bêbada. — Meus pais não podem me ver assim. — Ela fecha os olhos. — Posso dormir com você? Suspiro. — Não quero que seja expulsa também. Tudo bem. Eu coloco ela no chão para abrir a porta do carro e deixo ela entrar primeiro. Sophie coloca o cinto e eu reviro os olhos. Mesmo bêbada é certinha. Conduzo até o meu novo apartamento e levo Sophie para dentro. O único problema é que ela não pára de falar. Estou cansado das suas conversas. — ...foi a primeira vez que bebi. Você acredita? — Pergunta. — Sim, eu acredito. — Coloco ela na minha cama, mas ela levanta. Que bêbada mais estranha! — O que você quer, Sophie? Durma! — Eu digo. — Eu trago um café bem forte para você. Ela se aproxima rindo e me beija. Não vou mentir que gosto do beijo e que não a afasto, mas também estou aliviado por ela estar bêbada. Se ela sentisse alguma coisa por mim, ambos estaríamos além de quebrados. Estaríamos mortos.

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