Angeline Müller Acordo com os dedos do Henry acariciando meus cabelos. Abro os olhos devagar e sou recebida com aquele sorriso irresistível dele. — Bom dia… — murmuro, ainda sonolenta. — Bom dia, minha linda. — ele sussurra, com os olhos brilhando. — Que horas são? — pergunto, assustada, achando que tinha dormido demais. — Faltam vinte minutos pras sete. — diz ele, calmo, ainda deitado na minha cama como se fosse feriado. — O quê?! — praticamente grito, já pulando para me levantar. Mas antes que eu consiga sair dos lençóis, Henry me puxa de volta e me prende entre seus braços fortes. Seus lábios colam nos meus e ele me beija com calma, como se o mundo não tivesse pressa. — Henry, me solta! Vou perder o ônibus. Você devia ter me acordado! Se eu me atrasar, a culpa vai ser sua! — rec

