MARIA JÚLIA Observei sem muita reação Rafael, Cauê e Felipe pegarem suas armas e abastecerem de munição. Eles matariam meu pai, e eu não sabia se achava isso bom ou r**m, porque se meu pai me pegasse ele me mataria sem pensar duas vezes. Os três se olhavam e conversavam pelo olhar enquanto eu os olhava, sentada no sofá com os cotovelos apoiados nos joelhos, minha perna tremia e eu tentava me manter em controle. — Maju... — Rafael se aproximou. — Isso é loucura, vocês não podem matar meu pai. — Eu não vou matar ninguém, eu vou só dar um susto. — Ele falou e beijou o canto da minha boca. — Faltam vinte minutos, nós vamos descer primeiro e nos posicionar nos pontos cegos do estacionamento. Assim que ele chegar e sair do carro, eu quero que você fique na frente dele, eu não vou atirar par

