Ah, o que eu fiz da minha vida para tudo dar errado?
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— Chanyeol. — ouvi a voz de Baekhyun me chamando e rapidamente abri os olhos o vendo em minha frente.
— O que foi? Está tudo bem? — perguntei passando a mão em seu rosto.
— T-tudo... É que... Eu tô com vontade...
— De sorvete de novo? Eu vou lá comprar se quiser? Quer com uvas também?
— Não... — respondeu manhoso com as bochechas vermelhas.
— Tá, espera só um pouquinho que eu já volto com o sorvete. — disse passando a mão no rosto pra acordar melhor é já me levantando do sofá e vestindo a camisa.
— Não. Eu não quero sorvete.
— Então?
— Eu quero... Eu quero s**o Chanyeol. Meu p*u tá duro. Acordei com ele assim porque eu tava sonhando com você. — disse fazendo bico. Sua voz era tão sussurrada que ele parecia ter uma batata na boca.
— A-ah... Você veio me procurar pra s**o? Pra isso eu sirvo né?! Humpf.
— Desculpa... E-eu... Você tem toda razão. Me desculpa. — disse com a voz chorosa e saiu da sala quase correndo e se trancando no quarto.
Fui atrás de si e tentei abrir a porta, mas a mesma estava trancada.
— Baekhyun, abre aqui. Deixa eu conversar com você. — falei baixinho pra não acordar Joongi.
— Não, volta a dormir. Agora eu to com muita vergonha por ter feito isso, então... me deixa aqui sozinho. Eu fui muito i****a. — falou num tom mais baixo. Talvez falando pra si mesmo.
— Claro que não foi, você sabe que eu gosto de você, abre a porta Baebae, eu resolvo isso pra você.
— Hmm não... — disse manhoso, mas logo abriu a porta com a cabeça baixa e as bochechas vermelhinhas.
— Você é fofo demais... Fodível demais.
Disse em um sussurro quando segurei seu rosto entre minhas mãos e o beijei. Fechei a porta e fui ainda beijando Baekhyun até sua cama.
Ele ainda estava tímido e envergonhado, mas logo colocou seus braços em meus ombros e me beijou com voracidade.
Agarrei sua cintura com força e o deitei na cama começando a tirar nossas roupas, a sua foi bem mais fácil já que ele estava vestindo blusa e cueca.
Assim que ele estava nu em minha frente passei a beijar seu corpo. Beijar suas coxas, morder e sugar a pele macia o ouvindo arfar.
Quando eu estava na porta pedindo pra ele abrir, falei apenas com o intuito de não deixa-lo triste, porque ele foi um total i****a.
Mas quando vi a ereção entre suas pernas, as bochechas rubras e os olhos úmidos pela vergonha, eu não aguentei, eu precisava toma-lo para mim outra vez, fazê-lo meu, de uma forma que ele sempre seria.
Baekhyun aceitando ou não, nós fomos feitos um para o outro.
Voltei a beijar seus lábios e Baekhyun abriu mais as pernas, passou a mão por minha b***a e rapidamente procurou meu m****o o tocando de forma lenta e torturante. Parei o beijo e ele ficou me olhando nos olhos e mordendo os lábios. Aquilo foi demais para mim.
Tirei sua mão dali e prendi sobre sua cabeça, peguei meu m****o e comecei a adentrar seu interior vagarosamente. Vendo Baekhyun afundar a cabeça no travesseiro e morder os lábios até que eu estivesse completamente dentro de si.
Ele agarrou as minhas costas e cravou as unhas ali assim que soltei sua mão, me olhando de um jeito que eu sabia que deveria continuar. Comecei estocando lentamente e Baekhyun abriu a boca em gemido mudo, apenas suspirando a cada estocada.
Eu não sabia nem como explicar as milhares de sensações de estar em um momento como aquele com ele depois de tudo.
Baekhyun me puxou para um beijo sedento novamente e logo demais eu acelerei os movimentos, ele se controlava ao máximo para gemer baixinho e isso era ainda mais fofo.
Não demorou para que nós dois chegassemos ao limite.
Continuei estocando um pouco depois do o*****o até meu corpo se sentir totalmente aliviado.
Me deitei ao lado de Baekhyun e ele levantou.
— Vem, a gente precisa tomar um banho rápido.
Levantei e fui até ele o beijando novamente.
E durante todo o banho foi assim. O banhei e beijei durante vários minutos, até acharmos que seria suficiente.
Depois eu vesti apenas uma boxer e Baekhyun voltou a ficar de blusa e cueca. Deitamos na cama e ele afundou seu rosto em meu pescoço.
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Acordei de amanhã ouvindo um chorinho alto e afastei Baekhyun que ainda dormia em meu peito.
Levantei rapidamente e fui até a sala de onde o som vinha. Joongi estava sentado no chão chorando.
Aquilo fez meu coração disparar e doer como nunca antes.
O tomei em meus braços e abracei o sentindo afundar a cabecinha em meu pescoço e ir parando de chorar aos poucos.
— Que foi bebê? O que aconteceu? — perguntei acariciando suas costas.
— E-eu achei que tivesse ido embora. — respondeu fungando.
— Eu prometi a você. Não poderia ir embora. — olhei seu rostinho e sequei suas lágrimas.
Ele era tão parecido com Baekhyun. Inclusive o bico que tinha se formado em seus lábios, era igual ao de Baekhyun.
Olhei no relógio da sala e eram recém sete horas da manhã.
— Está bem cedo. Vamos ficar deitado com o Appa Baek? — ele assentiu e coçou os olhos de forma fofa.
Fui para o quarto e o deitei na cama ao lado de Baekhyun e depois me deitei. Baekhyun se remexeu e sem abrir os olhos segurou o rosto de Joongi dando vários beijinhos em seu rosto e pescoço, fazendo o pequeno rir.
— Hmm vejo que alguém invadiu o quarto... Que bom... Eu estava morrendo de fome. — Baekhyun disse sério, agora olhando para Joongi e esse ficou com um sorriso nos lábios esperando Baekhyun o atacar com beijos novamente, e foi o que aconteceu.
— Appa, porque o Appa Yeollie dormiu com você?
— Como... Como sabe sobre isso, bebê? — Baekhyun perguntou sorrindo para Joongi e me olhou bravo.
— Eu ouvi a Halmoni falando com uma amiga e dizendo que o Appa não quis eu e não ia querer o outro filho, ia nos abandonar. Mas eu perguntei e ele não vai, né Appa?
— Não vou não.
— Viu. Ele não vai. E por que ninguém me falou do bebê? — fez bico.
— Não achei que fosse a hora certa. Mas agora que você já sabe, nós vamos ter um bebê. — falou de um jeito exageradamente animado e eu ri.
— Pois é, agora você vai ser o Super Omma Baekkie. Porque o Super Appa sou eu. — mostrei a língua pra Baekhyun e esse riu.
— Não mesmo. Nos seus sonhos talvez.
— Eu gostei assim, omma Baekkie. — Joongi sorriu dando um beijo na bochecha de Baekhyun.
— Poxa, você não fica mais do meu lado. — Baekhyun fez um bico de falsa tristeza.
— Mas eu estou aqui omma. Coladinho com você!
— Chanyeol, está ensinando ele a ser como você? — Baekhyun me repreendeu.
— Sinto muito, omma, ele é meu filho. — falei rindo da cara de Baekhyun, o que me rendeu um t**a de sua parte e um beijo de Joongi.
Ficamos deitado um pouco e rindo. Mas logo eu tive que me levantar para fazer o café e ir trabalhar, afinal nada é fácil.
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Aquela semana estava sendo difícil e muito boa por diversos motivos.
Apesar das minhas brigas com Baekhyun e da sua forma exagerada de dizer que não temos um relacionamento, estava tudo indo muito bem.
Não pude ir dormir com Joongi na quarta e na quinta-feira desta semana.
Mas a sexta finalmente chegou e com ela a promessa de levar Joongi ao meu apartamento e fazer algo diferente do que só ficar com seu – agora – omma e sua Halmoni.
Terminei os relatórios o mais rápido possível e deixei na mesa de Jongin para que ele entregasse ao nosso chefe, e saí de lá quase correndo, eufórico.
Dei sorte por não ficar muito tempo no trânsito e rapidamente eu estava no apartamento de Baekhyun. Onde bati algumas vezes na porta até ser atendido.
Baekhyun estava meio desarrumado e chupava os lábios para dentro da boca, como se não quisesse que eu visse algo.
— Oi, eu vim buscar o Joongi. — falei me sentindo subitamente constrangido.
— E-ele... — Baekhyun vacilou quando meu olhar mudou de sua face, para o cara que estava andando eu seu apartamento. Aquele médico e******o.
— Ele está com sua mãe?
— Está...
— Ótimo, eu vou lá buscá-lo.
— C-chanyeol... E-eu...
— Eu não quero ouvir Baekhyun. Eu estou realmente cansado das merdas que você faz. Você tem sua vida e eu não sou ninguém pra te exigir alguma coisa. Viva feliz. Só me deixe com meus filhos.
Saí daquele prédio o mais rápido que eu pude. Foi incontrolável chegar no carro com as lágrimas escorrendo pela minha face. Eu estava com raiva e ao mesmo tempo com uma dor que tomava meu peito por inteiro.
Eu não queria que fosse assim. Mas acho que não tem outra escolha.