Marcelly Passei a unha pontuda no meu rosto tirando o cacho de cabelo que caiu na frente. Senti meu sangue quente pelo meu corpo todo — era uma sensação de ciúmes a qual eu odiava sentir. Raquel: Vai bater nela? Pera aí, preciso me arrumar se alguém quiser entrar no meio. Ou a gente vai na covardia mesmo, ela é grandona. – Respondi andando do lado dela. Marcelly: Não vou bater nela, só se ela vier me bater. Engoli a minha saliva e passei a língua nos lábios secos antes de tomar a frente pra falar. Andei na direção dela — assim que fui me aproximando, ela me encarou e deu um sorriso na minha direção. Marcelly: Licença, tudo bom? – Falo sendo gentil, mas por dentro sentindo meu corpo quente. Ela e a amiga se entreolharam e eu desci meu olhar pra corrente do Pedro — queria puxar de uma

