Marcelly Segurei na mão dele entrando no restaurante, o barulho do meu salto batendo no chão era gostoso de se ouvir. Ele entregou a chave do carro para o rapaz da entrada e entramos sendo direcionado a uma mesa. Ele sentou de frente pra mim e eu olhei melhor sua roupa. Era incrível como o estilo dele mudava conforme o ambiente. Na comunidade ele vivia com os cordões grandes, chamativos. Agora quando ia pra pista, sempre usava um mais discreto, uns cordões finos. Porque sem o ouro, ele nunca fica. Tubarão: Gostou do estilo de hoje? Tô gatão pra combinar contigo. – Dei risada. Marcelly: Tá lindo. O garçom chegou na mesa e a gente fez os nossos pedidos. Não demorou pra chegar, mas enquanto isso a gente foi conversando. Tubarão: Minha mãe chamou a gente pra almoçar lá essa semana. Pense

