Marcelly Coloquei a mão na minha perna ao ver o sangue escorrer devagar, se misturando com os cacos de vidro que estavam espalhados pelo banco e pelo chão do carro. Meu corpo inteiro estava em alerta mas estranhamente, eu não sentia dor. Marcelly: Acho que caiu estilhaços... – Falei, encarando Tubarão, que me olhava com uma expressão carregada de preocupação. – Não tá doendo, juro. Ele desceu do carro num rompante e bateu a porta com força. Do lado de fora, sua voz ecoou em fúria e alto, gritando de uma forma que eu nunca tinha visto: – c*****o, eu vou matar o filho da p**a que tá contra mim, vocês podem ter certeza. Eu quero todo mundo na p***a da minha sala, agora! Respirei fundo, tentando me manter calma. Desafivelei o cinto com cuidado e me movi devagar pra não me cortar mais com o

