Ele a encontrou sentada na beirada da cama com o puxador da gaveta do criado-mudo na mão. Demonstrou desconfiança e cautela ao se manter à soleira da porta. — Tentou se soltar? Havia um quê de decepção no olhar que lhe endereçou, como se não esperasse que ela quisesse fugir. Bem, como não? Não seria essa a ocupação principal de uma prisioneira? A tentativa de fuga? — Pensei que a doida fosse te m***r e depois acabar comigo. — foi honesta, ainda que parcialmente. — Ouviu então? — Tudo. Dilan arou o cabelo com os dedos parecendo ainda irritado. Foi até ela e retirou a corda do seu pulso, dizendo sem sinal de emoção: — Tá ensopada de suor, pode ir tomar uma ducha fria, se quiser. Quase lhe agradeceu, por pouco não cometeu tal mancada. Puxou a barra da camiseta para baixo e o encarou

