- A comida acabou... Juma estava debaixo da coberta da cama. - Nem um único sinal. - Olha... há vários sinais aqui. - A tia disse pegando os papéis. - Sinais que me enchiam de esperança e outros que me enchiam de pavor. - Esse era o mundo interior dela. Não contra o quê lutar. - Vou pegar a gata e ir para casa, esperar por notícias. Um barulho na fechadura da porta fez com que ambas se entreolhassem. Pé ante pé, as duas foram em direção à cozinha, onde, de costas, Teresa enchia o compartimento que fornecia comida para Juma. Em seu braço, havia outra gata. Virou-se lentamente, observando as duas. A Mãe correu ao seu encontro abruptamente, e lhe abraçou tão forte que a gata deu um pulo em direção ao sofá. - Eu pensei que não te veria nunca mais. Olhou para o corpo de Tere

