Gabriele.
Peguei minha camisa no sofá e puxei o Pedro para o meu quarto, entramos e joguei o mesmo na cama. Deixei a minha camiseta de lado e vi ele sentado na cama, apenas me olhando.
Sorri de lado e me ajoelhei em sua frente, eu sei como fazer isso porque a Bruna me ensinou, porém nunca fiz em alguém. Ele me ajudou a tirar seu calção e sua cueca, vi seu p*u praticamente saltar pra fora.
Isso tudo não vai caber na minha boca? a Bruna nunca me contou que era tão grande assim. Deu até vontade de rir com meus pensamentos.
Bati uma punheta lenta, mas logo comecei a chupar seu p*u, oque não cabia na boca eu ia batendo uma punheta, o melhor de tudo é ver sua reação. Passei a língua por todo seu m****o o olhando e ele suspirou alto que saiu quase como um gemido.
Eu olhava em seus olhos enquanto o chupava, ele segurava meus cabelos como um r**o de cavalo, eu apenas aumentava a velocidade cada vez mais, até o Pedro gozar na minha boca e eu engolir tudo, como uma boa menina, o gosto não é lá essas coisas, mas também não é horrível.
Levantei e ele vestiu a sua roupa, coloquei minha camisa e deitei na cama, o bonitão vaio pra cima de mim e eu sorri negando.
-Tem certeza que eu fui o primeiro que você fez isso?- perguntou incrédulo.
-Lógico- falei revirando os olhos.
-Toligado na tua, mas eu também sei dar mó surra de língua, tua hora vai chegar garota- brincou me fazendo rir.
Escutei a porta da sala ser aberta e arregalei os olhos, meus pais chegaram, por segundos o meu coração parou, nem sei qual cor que eu fiquei.
-Você tem que ir embora agora, os meus pais chegaram- falei surtando, porém baixinho.
-Tô vazando, mas eu volto- falou me dando um selinho.
Ele saiu pela janela e eu suspirei aliviada, quase que eu caí na tentação, mas não foi dessa vez satanás.
Mas o filho da mãe me deixou molhada, sorri lembrando, mas logo me reprendi. Entrei no banheiro tomei outro banho pra passar o calor.
Sai do banheiro enrolada, coloquei apenas um shortinho solto e a mesma camisa. Vi a minha mãe entrar em meu quarto com um olhar estranho.
-Que cheiro de macho é esse garota- falou puxando o ar forte pelo nariz.
-Deve ser porque tinha usado o perfume do Rafael (meu irmão)- falei e ela fez careta.
-Não quero você usando as coisas do meu filho não Gabriele, quero deixar tudo guardado e tu sabe muito bem- disse já cruzando os braços.
-Tá mãe, não pego mais, desculpa- falei sentando na cama.
Ela foi embora sem dizer mais nada. Eu sei como a minha mãe ainda sente muita dor por tudo que aconteceu com meu irmão, eu super intendo, se eu fosse ela nem sei se eu iria aguentar uma perda desse tamanho.
Acho que um filho é o bem mais precioso que alguém pode ter, não me vejo sendo mãe, provavelmente eu iria surtar com uma criança fazendo birra, ou um adolescente me respondendo.
Joguei meus pensamentos pra longe e comecei a fazer minhas atividades da escola, tá na cara que nem vou mais conseguir terminar tudo hoje, por conta do imprevisto que tem o nome de, Pedro...