Recebi a entrega e tornei a puxá-lo pelo apartamento até a cozinha. Atei a guia bem curta ao pé do banco e tratei de desembalar e a separar a comida em um prato grande. Levei o prato e um copo de coca bem gelado para sala e voltei para pegar meu escravo. Arrastei ele pelo meio da sala e tirei a guia da coleira. Me sentei no sofá, peguei um pedaço de queijo e joguei em seu peito.
— Pega! E lambe o chão para não ficar sujo. - alcancei o controle da coleira e coloquei no nível 2.
Ele não se moveu, me encarava com raiva.
— Vai, pega! - Dei-lhe um choque. Ele se contorceu e abaixou para pegar, abocanhou o pedaço de queijo, mastigou e engoliu. - Lambe o chão! Ficou uns pedacinhos ali! - Ele se negou, revirei os olhos e dei mais um choque nele, o que fez com que ele atendesse minha ordem.
Peguei mais um pedaço e joguei um pouco mais longe.
— Pega! - Nem esperei, já dei logo um choque. Ele foi de joelhos abaixou e comeu. - Lambe! - ele fez a contragosto.
Repetimos isso várias vezes e eu ria, me divertindo com sua humilhação. Quando o prato estava vazio coloquei no chão.
— Lambe até ficar limpinho! - Apontei para o prato. Ele veio e atendeu minha ordem. Quando terminou, levantou o corpo e ficou em posição. - Ótimo! Afaguei a cabeça dele como um cachorrinho.
Levei o prato à cozinha e voltei com uma garrafa de água. Dei-lhe de beber e ordenei que ele deitasse de costas no chão com a cabeça bem próxima aos meus pés. Apoiei os dois em sua cara.
— É um saco ser baixinha. Não consigo sentar confortável no sofá e colocar os pés no chão! Assim fica perfeito. - Além de tudo ainda podia ficar admirando aquele homem gostoso e seus músculos no meu chão.
Estava maratonando uma série, liguei a tv e coloquei um episódio e depois outro. Eram 4 da tarde e eu me sentia sonolenta. Me espreguicei e desliguei a tv.
— Ai, que preguiça! Mas vamos! Temos muito a fazer ainda. Preciso te ensinar algumas coisas. Levanta! - Ele se levantou e se ajustou na posição. - Hum, onde paramos? - Olhei pra ele pensativa. - Bom, vou te ensinar agora outras posições, ok? Vou soltar seus braços. - O libertei das amarras e voltei a sentar. - A minha preferida você já conhece, a de submissão. Agora mantenha a postura inicial, mas não se senta nos calcanhares e coloca as mãos atrás da cabeça! Isso! Abre bem os ombros e mantém os cotovelos alinhados. Ótimo! Tá lindo. Essa é a postura 2, de inspeção. Fica um pouco aí e memoriza.
— Agora vamos a posição 3, posição súplica! Mantém as pernas bem afastadas e joga seu corpo pra frente sem levantar o popoti. Isso! Agora coloca as duas mãos para frente, acima da cabeça e abaixa até encostar a testa no chão. Isso! Estica mais os braços. Perfeito. Mantém assim.
— Agora vamos ver se você está atento. Volta pra posição 1. - Ele se levantou e se posicionou com os braços pra trás. - Ótimo! - Bati palmas contente. - Você tem que se policiar e deixar suas pernas mais abertas. Seu saco tem que encostar no chão. - Ele se ajeitou e acertou. - Lindo! Agora a 2!. - Levantou os braços e se ajustou. - Boa, garoto! - 3? - Sucesso. - Tá ótimo!
— Vamos à próxima, posição 4, fica de quatro, encosta a bochecha no chão, mantém a b***a pra cima! Isso! Joga os braços para trás. Mantém a b***a bem alta e curva um pouco a coluna pro chão! Isso!! Mais que linda visão! - Dei um tapinha em sua b***a gostosa. - Essa é a posição de punição.
Aguardei uns instantes e continuei.
— Agora vamos a posição número 5, a de castigo. Vai até a parede ali no canto e fica de frente pra ela. Fica de joelhos, não senta nos calcanhares, fica levantado, isso mãos atrás da cabeça! Se aproxima mais da parede até quase encostar sua cara nela. - O empurrei com a ponta da varinha. - Perfeito! Só afasta um pouquinho as pernas, para que elas não se toquem. É isso aí! - bati palmas, feliz.
— Agora fica de pé! As posições em pé são bem parecidas as ajoelhadas, você vai aprender com o tempo qual é a certa. - Ele se virou pra me olhar. - Olhos na parede, mantém as mãos na cabeça! Agora você vai afastar os joelhos para que seus pés fiquem na mesma direção dos cotovelos. Um pouco mais, isso! Castigo de pé.
— Agora, vira pra mim. Olhos no teto - Levantei seu queixo com a ponta da varinha, bem pra cima. - Isso! Abre mais as pernas. Você e essa sua mania de fechar as pernas. Agora tá ótimo! Essa é de inspeção! - Aí que homão da p***a.
Fiquei um tempo observando aquele corpo delineado e submisso na minha frente. Me aproximei e passei a mão por seu peito, descendo até a barriga.
— Essa posição serve para que eu possa ver cada cantinho do seu corpo. - Continuei caminhando com meus dedos pela sua barriga. Ele fechou os cotovelos levemente. O corrigi empurrando com a ponta da varinha. - Você fica todo exposto pra mim. - Passei os dedos na borda do cinto em seu quadril. Fui descendo os dedos pela lateral de sua virilha. Ele tentou abaixar a cabeça. - Olha pro teto! - Apontei com a varinha. E continuei meu passeio com os dedos, passando pelo seu m****o preso no couro, desci por sua coxa e desencostei de sua pele. - A melhor parte é que, como você não consegue me ver direito, o suspense toma conta da sua mente. - Aproximei novamente meus dedos de seu abdômen e ele o encolheu antes de sentir meu toque. - A premeditação é um ótimo afrodisíaco. - Passei mais uma vez com a ponta dos dedos em sua barriga descendo até o cinto. Seu m****o forçava o couro pra frente, o acariciei de leve. Sua respiração pesada. Dei dois passos para trás, me afastando. Ele respirou fundo e gemeu de t***o.
— Vamos para a próxima. - Ouvi um som de descontentamento. - Mãos pra trás, não fecha as pernas, meu deus! Olhos no chão! Isso! Abre o peito, e abaixa bem a cabeça! Perfeito! Qual é essa?
— Submissão?
— Isso! Parabéns! A posição de súplica não tem uma versão em pé. Vamos para a última agora. Punição. Vira pra parede e apoia as mãos nela, acima da cabeça. Dá um passo pra trás, abaixa bem a cabeça e mantenha as mãos para o alto. É quase como se você estivesse levando um enquadro da polícia. Só que sua b***a tem que ficar bem exposta pra mim. Vai! - Ele travou por um instante e dei um choque na parte de dentro de sua coxa. - Abasta bem as pernas e arrebita essa b***a. - Empurrei suas costas mais em direção ao chão. - Perfeito! - Dei um tapa estalado em sua b***a e ele pulou de susto. Eu ri de sua reação.
— Bom! Você foi um bom aluno! Agora vamos ao teste. Se vira pra mim e fica ereto. Tá pronto? - Ele fez que sim com a cabeça. - Ótimo! Inspeção ajoelhado!
Ele se ajoelhou e ficou na posição. Dei uma volta ao redor dele e um choque na parte interna de suas coxas.
— Abre mais as pernas! Ótimo!
— Agora. Castigo em pé. - Ele prontamente se levantou e se posicionou. - Perfeito!
— Punição de joelhos. - Ele se posicionou, a b***a um pouco mais baixa do que deveria. Dei um choque em sua nádega. - Levanta mais! - Perfeito!
— Súplica! - Ele se posicionou corretamente. - Nossa! Maravilhoso! Agora submissão ajoelhado! - Mais uma perfeita. - Você está me deixando orgulhosa. - Percebi que ele também ficou orgulhoso de si.
— Inspeção em pé! - E assim ele fez. Levantei a sobrancelha olhando para suas pernas e ele as afastou. - Ótimo!
Dei a volta ao redor dele, olhando cada parte de seu corpo. Já havia escurecido. Tratei de começar a soltar o conjunto arnês.
— Não se mexa.
Fui desatando cada uma das fivelas devagar e passando os dedos em sua pele conforme ia de uma pra outra. Ele se arrepiou todo quando passei meus dedos no meio de suas costas, continuei o trabalho lentamente, soltei seus ombros e peito e fui descendo ao cinto. Passeei um pouco pela região, sua respiração acelerando. Parei nas suas costas para soltar a parte do tapa sexo, ele se moveu um pouco. - Quietinho. - Ele parou e se reposicionou, sua respiração pesada e rápida. Tratei de tirar as fivelas que prendiam o tapa sexo ao cinto. Liberei sua cintura. Dei uma volta nele passando meus dedos, sua pele já estava suada pelo esforço do teste e do meu toque, soltei as fivelas que prendiam o tapa sexo e o tirei, seu m****o rígido saltou livre. Sua respiração ainda mais rápida. Eu continuava a passar meus dedos por sua pele, agora subindo e descendo pela linha que se formava do seu umbigo até o início de sua p***s. Seu p*u latejava, seu peito subia e descia.
— Você anda muito e******o ultimamente, Rafael. - Com meu indicador desci até a base de seu pênis e subi lentamente, seu m****o pulsava, já úmido pelo pré g**o. - Sabe, acho que você tem o dom para a submissão. - Ele gemia e seu peito subia e descia rapidamente. E eu continuava com a minha tortura com os dedos, subindo e descendo pelo seu comprimento, quase não tocava sua pele. - O que você mais quer agora, Rafael? - Ele não respondeu. - Você foi um bom aluno hoje, merece um agrado, me diz: o que você quer agora? - Levei meus dedos a cabeça do seu p*u, espalhando a lubrificação suavemente pela pele sensível
— Eu quero muito gozar, senhora. - Sua voz já falhava.
— E você não goza porque? - Não dava trégua com meus dedos. Ele gemeu.
— Porque eu não posso gozar sem a sua permissão, senhora. Por favor, me deixa gozar?
Fiquei muito satisfeita com a sua resposta.
— Sabe, não vou desperdiçar essa ereção maravilhosa. Você acha que consegue me fazer gozar antes de você? - Ele me olhou, suplicante.
— Acho que não, senhora.
— Hum, você quer tentar?
— Por favor senhora, vou me esforçar!
— Olha pra mim. - Ele abaixou a cabeça para poder me ver. Tirei o hobby lentamente. - Eu tô querendo muito sentir seu p*u dentro de mim. Adoro um p***o grande e necessitado. Ele estava de boca aberta, respirava descompassadamente. O chamei com o indicador para que me seguisse.
Fui até o quarto, acendi a luz e me posicionei próximo a cama, tirei meu sutiã e minha calcinha devagar e me deitei de costas na cama.
— Vem, me adora! Quero sentir seu t***o.
No mesmo instante ele se jogou encima de mim. Sua necessidade de alívio o deixava desesperado. Ele se posicionou em cima de mim, me olhou nos olhos com cara de predador preste a atacar. Cravei minhas unhas em suas costas e o arranhei de cima a baixo. Seu olhar era puro fogo ardente.
— Me adora! - Ordenei.
Ele me beijou brutalmente com fome, desceu para meu pescoço beijando cada partezinha indo aos meus s***s, beijando e dando leves mordidas. Ele estava se esforçando pra me agradar, se segurando até o limite. Tomou um dos meus m*****s em sua boca e o chupou com vontade. Eu arqueava as costas de t***o. Passou ao outro mamilo e deu a mesma atenção. Depois seguiu descendo para minha barriga. Alcancei uma camisinha na mesinha lateral e entreguei a ele. Era o sinal de liberação. Ele habilmente abriu e vestiu. Se posicionou em minha entrada e começou a enfiar seu p*u devagar. Sua pele estava toda arrepiada, ele estava na beira do abismo, quando meteu tudo ele parou e respirou fundo, tentava ao máximo se controlar. Meu t***o também estava a milhão, conforme seu p*u me preenchia eu chegava à beira do abismo junto com ele. Ele começou as estocadas, dava duas e parava, respirava e continuava. Agarrei sua b***a com as mãos e o forcei ao meu ritmo. Ele suava e me observava com atenção. No primeiro espasmo que minha b****a deu, sinalizando que meu g**o chegaria na sequência ele não conseguiu mais se segurar, soltou um gemido de prazer e parou de se movimentar. Sua respiração acelerada, seu peito subia e descia, quando ele voltou a abrir os olhos se deparou com a minha cara brava, queria arrancar seu couro com as minhas unhas! Ele me olhou assustado, eu me posicionei e empurrei ele para fora da cama com os pés, ele caiu em um baque surdo no chão. Rapidamente se ajoelhou em posição de súplica e começou a pedir desculpas.
Não fiz a menor questão de ouvir. Deu um chute em suas costelas de raiva. Ele gemeu com a dor mas não parou de pedir desculpas.
— Achei que você tinha entendido que o meu prazer vem antes do seu, seu filho da p**a. - Dei outro chute em suas costelas. Eu estava furiosa. Estendi a mão. - Tira a camisinha! - Ele levantou o rosto do chão para me olhar e entendeu o que eu queria. Se levantou para cumprir minha ordem, tirou a camisinha e ia dar um nó quando eu o interrompi. - Não! Me dá aberta! - Ele me entregou receoso. - Você é um cachorro no cio mesmo! - Virei um tapa na sua cara. - Te dei um voto de confiança e olha só o que eu tenho em troca! - Dei outro tapa em sua cara, meus dedos ficando marcados onde a barba não cobria. Ele não me olhava, fitava o chão de cabeça baixa. - Fica aí!
Sai do quarto e voltei com um pires. Coloquei na sua frente e despejei todo o conteúdo da camisinha.
— Lambe! Quero esse prato limpo! - Ele me olhou incrédulo. - O que foi? Tem nojo do seu g**o? Aposto que você segurava a cabeça das mulheres que te chupavam pra que você gozasse em suas bocas, mesmo que elas não quisessem! Agora tá com nojinho? Vai! Limpa esse prato agora! - Dei outro tapa forte em seu rosto. Ele se abaixou e hesitou quando se aproximou do pires. Coloquei o pé em sua cabeça e o forcei para baixo. - Começa! Se não, sua barba vai ficar toda suja! Anda! - Ele começou a lamber devagar. - Vai logo! Não tenho a noite toda não! - Ele começou a ir mais rápido, parou quando tinha acabado. - Terminou? - Ele fez que sim com a cabeça. - Ótimo! - Eu não estava nem perto de aplacar minha fúria. - Vai pra sala! Fica em posição de castigo! - Ele saiu do quarto de quatro e foi pra sala.
Separei as algemas que havia usado no sábado, os grampos estavam na sala, peguei meu chicote favorito e uma gaiolinha para enjaular aquele p*u rebelde. Passei na cozinha e peguei a mordaça de couro que secava e fui pra sala pisando duro. Ele estava lá, como havia ordenado.
— Mãos pra trás. - Ele obedeceu e eu prendi com as algemas mais curtas. - Vira pra frente. - Ele se virou. - Posição de submissão. - Abriu as pernas e olhou firme para o chão.
Peguei os prendedores e levei até seu campo de visão. Ele arregalou os olhos.
— Por favor, senhora, me desculpe, eu não aguentei, tava muito bom! - Olhei brava pra ele e revirei os olhos. Alcancei a mordaça de couro e prendi firmemente em sua cabeça. Peguei novamente os grampos. Ele suplicava com os olhos e balançava a cabeça de um lado para outro tentando se afastar dos grampos até que encostou na parede. Dali, não tinha mais pra onde ir. Me aproximei mais dele e com os dedos em pinça apertei com força um dos m*****s. Ele soltou um gemido de dor pela mordaça. Implorava silenciosamente, seu rosto contorcido. Fiz o mesmo com o outro mamilo. Apertei e segurei.
— Sua falha foi muito grave! - Comecei a torcer seu mamilo. Ele choramingava e gemia na mordaça. - Vou repetir pra ver se entra de vez nessa sua cabeça: Você é menos que lixo, você é nada, um objeto sem vontades que está aqui única e exclusivamente para me dar prazer, não merece um pingo da minha misericórdia! Só vai aprender pela dor, e eu vou fazer você aprender! Tá entendendo? - Ele continuava a suplicar e a se contorcer, conforme eu torcia mais seu mamilo. Peguei o prendedor e posicionei no mamilo que eu havia torturado primeiro, prendi bem em cima do biquinho ereto e apertei com força. Ele gemeu de dor. Fiz o mesmo com o outro mamilo, apertei e me certifiquei que estivesse bem preso. Peguei a correntinha e puxei o suficiente para puxar um pouco a sua pele. Ele gemeu de dor e tentou acompanhar o movimento da corrente com o peito. Soltei a corrente e me pus de pé. Alcancei o chicote e o controle da coleira e ordenei que se levantasse. Ao se levantar desajeitadamente ele curvou os ombros para frente, tentando aliviar a dor que sentia nos m*****s. Dei um forte golpe com o chicote fino em sua perna, ele urrou de dor na mordaça.
— Submissão! - ele se ergueu se posicionando corretamente. Alcancei a gaiola e desencaixei a argola de metal que vai na base do m****o. Me aproximei dele e ele arregalou os olhos em pânico e se curvou pra frente. Bufei de raiva e dei-lhe outro golpe com o chicote em sua outra coxa. Ele urrou surdo e voltou a posição, seus olhos marejados e sua expressão pedindo misericórdia. Envolvi a base de seu m****o com o argola e a fechei num clique. Ela apertava levemente a base do pênis, não o suficiente para cortar a circulação, mas o suficiente para causar incômodo. Peguei o corpo da gaiola, posicionei seu p***o dentro, ela não era pequena dava espaço ao seu m****o flácido crescer quase que completamente. Ele chorava e quando fui fechar ele deu um passo pra trás, desfazendo meu trabalho. O olhei com raiva e apertei o botão do controle da coleira, ele se contorceu e gritou de dor, as lágrimas tomaram seu rosto e ele caiu de joelhos soluçando, seu rosto deformado de dor, seu corpo banhado em suor. A mordaça dificultava sua respiração que estava rápida e descompassada.
— Levanta seu imundo! - Com muito esforço ele voltou a posição. - Fica parado! Que eu já perdi minha paciência com você faz tempo! - Me aproximei novamente e posicionei a gaiola e a encaixei na argola de base com um clique alto, ele sentiu seu m****o preso e chorou ainda mais enquanto soltava um gemido grosseiro de dor. O puxei pela corrente e o levei até o centro do cômodo. Ele andava com dificuldade, mas eu não estava nem aí pra isso.
— Posição de castigo ajoelhado! - Ele prontamente me atendeu, mas não levantou a b***a o suficiente e nem abriu as pernas como havia ensinado. Deu um golpe certeiro com o chicote em suas costas, resvalando nos braços. - Fica direito! - coloquei meu pé em suas costas e forcei para que se abaixasse, até que seu peito tocasse o chão e sua b***a bem pra cima.
Dei algumas voltas em torno dele. Ele chorava e soluçava.
— Sua falha foi muito grave, seu lixo! Eu deveria mesmo era desistir de você e deixar que o Pacheco arrancasse seu couro de uma vez por todas. - Continuei andando ao redor dele, devagar. - Mandar o Mauro publicar o vídeo e as fotos que eu fiz de você! Mas a culpa é toda minha, eu que sou ingênua em acreditar que um merda como você tinha salvação! - Dei uma pausa longa. Peguei um cigarro. Acendi. Traguei. - Mas eu sou uma ótima Domme, tinha certeza que poderia te adestrar, transformar você em um homem de verdade! E aqui estou. - Terminei meu cigarro, apaguei e parei onde ele pudesse ver meus pés. - O que você acha que eu devo fazer? Desistir? - Ele negou como pôde. - Hum, sua falta vai lhe custar caro! Vou lhe dar 30 golpes com o chicote, se você se mover um milímetro que seja eu vou desistir de você! Entendeu? - Ele concordou como podia. - Ótimo. Vou começar.
Desferi dez golpes seguidos com internado de dois segundos entre eles em seus braços imobilizados e costas. Ele gemia forte a cada golpe, chorava aos soluços. Dei mais cinco em cada um dos lados de seu corpo, pegando o lado dos braços, costelas e cintura. Dei uma pausa e acendi outro cigarro. Fumei bem devagar. Apaguei e passei aos últimos dez. Dei cinco na parte de trás de suas coxas. As linhas dos golpes brilhavam em vermelho vivo, se sobressaindo em sua pele morena.
— Agora os últimos cinco. - Ele não se moveu nem um milímetro, sua força para não me decepcionar era grande. - Cinco! - acertei em cheio suas nádegas. - Quatro! - ele urrava a cada um dos golpes. - Três! - Eu me policiava para não acertar o mesmo ponto duas vezes, para não ferir muito sua pele causando cicatrizes. - Dois. - Esse na parte superior na b***a. - Um. - O último pegou bem próximo onde seu saco começava. - Ele urrou e largou o corpo no chão. Respirava acelerado, seu corpo em espasmos de dor e soluços, chorava copiosamente. - Vai pra parede! Posição de castigo! - Ele não tinha forças para se levantar. Peguei seus cabelos e puxei sua cabeça para que me olhasse nos olhos. - Posição de castigo! Não vou repetir!
Ele juntou o que restava de suas forças, se pôs de joelhos e foi assim até aproximar o rosto da parede, pousando a testa para se equilibrar. Trinta linhas vermelhas faziam uma bela composição com suas tatuagens. Ele tremia e soluçava. Tentou sentar nos calcanhares, mas a dor recente do açoite não permitiu.
Minha raiva havia se dissipado. Fui à cozinha, peguei um grande copo de água e bebi devagar, estava cansada pelo exercício. Meu braço doía. Terminei minha água e comi algumas bolachas com um copo de leite e achocolatado. O sono tomava conta agora, já era bem tarde. Deixei tudo na pia e sai da cozinha.
Rafael tinha se acalmado, sua respiração havia voltado ao normal. Me aproximei dele e o empurrei para o lado com o pé em seu ombro, ele caiu de lado e não se mexeu.
— Hoje você dorme aí!
Apaguei todas as luzes, passei no banheiro para fazer minha higiene noturna e fui dormir. Peguei no sono bem rápido.