Ele tem muito o que aprender - Parte 1

3397 Words
Dia 1, segunda-feira. Acordei de manhã com os gemidos que vinham do Rafael. Ele ainda dormia mas gemia, seu m****o rígido. Me levantei, fui ao banheiro fazer minha higiene matinal e voltei ao quarto, escolhi uma lingerie branca, de algodão e renda, alcancei meu hobby e fui até o Rafael para acordá-lo. O cutuquei com o pé até que ele despertasse. — Bom dia, flor do dia! - Disse alegremente quando ele abriu os olhos. Ele me olhou meio desnorteado. Virei de costas e abri meu armário de apetrechos, escolhi um conjunto em couro com um arnês de peito que se unia a uma cueca que envolvia o m****o masculino como um tapa sexo, seguia em um fio de couro fino com uma pequena bola de borracha que deveria ficar na região do ânus. Ela se prendia ao arnês e a um cinto largo que, em cada um dos lados, tinha uma braçadeira que prenderia os punhos juntos ao corpo, limitando os movimentos. Me virei pra ele, analisei a situação e estava claro que não ia dar pra colocar agora, não com aquele p*u duro como estava. Joguei o conjunto na cama revirando os olhos em desaprovação. Ele me olhava sem entender. — Vem, vamos fazer sua higiene matinal. - E segui para o banheiro, com ele vindo atrás de mim. Ele parou ajoelhado no meio do banheiro, avaliei a situação e disse. — Bom, você não vai conseguir fazer xixi agora, tá na cara. Então vou escovar seus dentes. - Me virei e peguei a escova e a pasta e me voltei para ele. - Abre a boca. Ele hesitou em me obedecer, me sentei na privada, respirei fundo e falei: — Vem logo, Rafael! Não quero perder a manhã toda nisso! - ele se aproximou e abriu a boca. Escovei seus dentes e peguei um copo com água para que ele enxaguasse a boca. Ele fez menção em se levantar para alcançar a pia e eu o interrompi. — Não, não. - Abri a tampa da privada e indiquei que ele cospisse ali. Repetimos mais uma vez e eu sequei o resto de pasta que ficou em sua barba com uma toalha. - Dormiu bem? — Não muito, senhora. — Porque? Não estava confortável a cama que eu fiz pra você? — Estava sim, não foi esse o problema. — Então qual foi? - Ele olhou para seu m****o ainda rígido, sem coragem de dizer em palavras. — É, temos que resolver isso se não você vai frustrar meus planos pra hoje. Fica aí! Saí do banheiro e voltei com um saco de gelo. Quando ele viu, tentou se afastar, mas o banheiro não era grande o suficiente para isso. Aliás, meu apartamento era bem pequeno, só eu morava ali, não fazia sentido ter um apartamento maior. Dois quartos, banheiro, cozinha americana, sala e lavanderia eram o suficiente para uma pessoa. — Vamos, venha aqui! - Me sentei novamente na tampa da privada fechada. - Vem! Ele se aproximou de mim, suplicando com os olhos. — Abre bem as pernas até seu saco encostar no chão. Mais um pouco. Perfeito. — Por favor, não faça isso - Ele suplicava com os olhos. — Rafael, não dá pra eu ficar te esperando o dia todo! Para de frescura. - posicionei o saco de gelo sobre seu m****o e mantive ele no lugar com os pés. Ele gemeu ao contato com o gelo. Alcancei meu celular e tratei de ver as mensagens e me atualizar das notícias do mundo. Rafael tinha uma respiração forte e rápida. Uns 10 minutos depois eu levantei o saco de gelo para ver o resultado. — Ah! Tá perfeito! Acho que agora você consegue fazer xixi. Vem! - me levantei da privada e a abri, dando espaço para que ele passasse e se sentasse. Ele demorou um pouco para conseguir se aliviar. Quando acabou alcancei um lenço umedecido e me pus a limpar seu m****o, agora totalmente mole. Ergui sua cueca e segui ao quarto, com ele ao meu encalço. — Fica de pé! Vou te trocar. - Alcancei o conjunto de arnês e o mostrei. - O que você acha? Lindo, não? - Ele arregalou os olhos quando entendeu o que era e deu dois passos para trás. - Você vai me dar trabalho hoje, Rafa? Me virei e alcancei uma varinha em meu armário. Me coloquei à sua frente e apertei o botão na base, um estalo de choque se fez ouvir. — Legal, né? - Disse empolgada. - Serve para dar choques em lugares específicos. - Aproximei a ponta de seu mamilo esquerdo. Ele fechou os olhos antecipando a dor. - Até porque se eu usar sua coleira aqui, você vai destruir meu quarto inteiro. Vendo que o choque não viria ele abriu os olhos. — Vem, que eu vou te trocar. Ele deu 2 passos pra frente e eu comecei. Primeiro desci sua cueca até os tornozelos e indiquei que ele fizesse o resto. Seus pulsos ainda estavam presos às algemas, assim decidi começar por baixo. Abri o cinto e desmontei as partes móveis, passei pelo seu quadril e prendi a fivela de forma que ele ficasse bem ajustado ao corpo. Ajustei os restritores nas laterais, contornei o e tirei as algemas. — Alongue os braços. - Ele assim o fez. Prendi seus pulsos firmemente nas laterais do cinto e avaliei meu trabalho. — Se ajoelha. - Alcancei o arnês de peito e me pus a atá-lo no lugar certo de forma que ele se cruzasse em suas costas e se prendesse em seu peito na altura do externo. Passei as alças que pendiam na frente e atrás como um suspensório e as deixei soltas. - Pronto. Fica de pé. Agora era a melhor parte. A cueca se soltava totalmente da base do cinto, bem parecida com aqueles biquínis de amarrar, mas se fechava atrás com fivelas resistentes. Primeiro eu prendi a parte superior da frente ao cinto, em seguida passei as tiras de couro laterais na parte das costas, bem firmes. Depois peguei a tira central e passei por entre suas pernas e me posicionei atrás do seu corpo. Prendi as pontas do suspensório no cinto, em seguida me posicionei nas suas costas e encurtei a tira que passava entre suas pernas, até que ela entrasse um pouco entre suas nádegas. Ele soltou um grunhido de reclamação e se afastou de minhas mãos. Alcancei a varinha e desferi um choque bem no meio de suas costas. Ele gemeu de dor e se contorceu. — Dói, né? - o contornei e parei na sua frente. Ele havia se curvado para frente. - Imagina se eu encostasse isso nas suas bolas? - Ele me olhou assustado. - Então se comporte e me deixe terminar. Ele ajustou a postura e acenou com a cabeça positivamente. Aproveitei que estava de frente com ele e ajustei seu m****o e saco dentro do compartimento específico e segurei o contornando, puxei ainda mais a tira central para que ficasse bem firme entre suas pernas, o que afundou ainda mais a tira entre suas nádegas e o fez sentir a protuberância pressionando a entrada de seu anus, ele gemeu em protesto. — Quietinho que eu tô quase acabando. - Ajustei novamente as tiras suspensórias, para que ficassem mais justas, fazendo a tira e a bola de borracha afundarem ainda mais nele e aumentasse a pressão em seu pênis e saco de forma a se encaixar perfeitamente. O contornei duas vezes avaliando meu trabalho. Ajustei um pouco nas laterais e pronto! — Você está perfeito! Chega a me dar água na boca! - Ele me encarava consternado. - Sabe o que é o mais legal desse conjunto? - Ele me olhou curioso. A varinha em minhas mãos. - Se ajoelha! Na metade do movimento ele parou, em seu rosto a compreensão seguida de desconforto e consternação. Dei um choque na lateral do seu peito. Ele gemeu de dor. — Vai, ajoelha! - Ele obedeceu devagar. Conforme ele movimentava o corpo para se ajoelhar, mais aquela tira afundava e pressionava a entrada do seu ânus. Ele parou quando encostou os joelhos no chão. — Isso! Fica na posição que eu gosto. - Ele me olhava em súplica, constrangido demais para dizer qualquer coisa. - Vai! - Levei a ponta da varinha para seu mamilo direito e acionei o choque. Ele soltou um grito abafado de dor e curvou para frente em um reflexo de proteção que fez com que a tira entre suas pernas o pressionasse mais ainda. Ele se endireitou rapidamente. - Rafael, não vou repetir. Ele se posicionou lentamente, sentindo o roçar da tira, a pressão da bolinha e o aperto que isso tudo causava em seu m****o detido pelo couro. — Abre mais as pernas, vai! Você já sabe como eu gosto. - A expressão de incomodo e desconforto crescia. - Endireita a postura. - Ele respirava rapidamente e gemia, tentando se ajustar ao que eu estava impondo. Bati palmas feliz como que eu vi. Ele me olhava consternado, seu rosto distorcido pelo desconforto. Aquele conjunto não servia para causar dor a quem usava, ele apenas restringia os movimentos e causava um certo incomodo a quem não estava acostumado a ter seu ânus estimulado. — Nossa! Como vc está lindo! Meu deus! - Eu o admirava. - Merece um registo. O desconforto era tão grande que ele não se opôs a sessão de fotos que fiz com meu celular. Afaguei seus cabelos e o chamei para ir junto comigo à cozinha, trajeto curto, mas sofrido para ele com aquele arnês e ainda tendo que ir ajoelhado, uma vez que ele não tinha as mãos livres para ajudar. Quando chegamos na cozinha ele ofegava, parecia que tinha corrido uma maratona, o suor escorrendo pelas têmporas. — Vou preparar um café da manhã delicioso pra gente! Ele me olhava, mas não estava na posição que deveria. Aproximei a varinha de seu ombro e dei um choque. Ele se encolheu, mas não se mexeu muito. — Fica direitinho! Ele lentamente se posicionou, a angústia tomando conta do seu rosto. — Relaxa que logo você se acostuma. Ele só respirava, ofegante, não emitia nenhum som. Preparei o café, tagarelando pra ele. — Olha, Rafa, a sua sorte é que eu não gosto de homens feminilizados. Se você tivesse pisado no calo de alguma outra Domme, vc tava ferrado. Tenho umas amigas que adoram fazer de héteros escrotos como você lindas Sissy submissas. Eu acho um desperdício. Gosto de homens masculinos e durões, assim como você. Não tenho a menor intenção de fazer você perder esse seu lado bruto e másculo. Tenho tantos planos pra você! Se você soubesse! Vou fazer de você o melhor dos homens! - Suspirei fundo em excitação enquanto terminava de colocar as coisas sobre o balcão. - Vem, senta aqui no banco do meu lado. Ele se levantou com dificuldade e tentou se sentar, mas parou quando percebeu o que aconteceria quando apoiasse sua b***a no banco duro. — Vai! Senta! Vou te dar seu café da manhã! Ele respirou fundo e se sentou, soltando um gemido de dor quando a bolinha entrou mais fundo no seu buraco. Fui dando comida pra ele na boca aos poucos, ele engolia as porções com dificuldade, sua respiração não se normalizava. Terminamos o café, coloquei as louças na pia e me pus a lavar. Me virei pra ele com um garfo ensaboado na mão e disse divertida: — Pensa pelo lado bom: hoje você não vai precisar lavar a louça. - sorri pra ele e voltei a lavar. Quando terminei, me virei e fiquei olhando pro Rafael. Analisando. — Tá faltando alguma coisa… - levei a mão ao queixo enquanto pensava. - Ah, já sei! Fica aí que eu já volto. Fui ao quarto e voltei com uma guia e dois pregadores de m*****s unidos por uma correntinha. Coloquei os prendedores em cima do balcão ao lado do Rafael e prendi a guia na coleira. Ele olhava fixamente para os prendedores. — Fica tranquilo, isso é só se você não for um menino obediente. - Olhei pra ele sorrindo - Você vai ser um menino obediente não vai? Ele se mantinha sentado, sem se mover mais que o necessário para respirar e ainda olhava fixo para os prendedores. Acenou positivamente com a cabeça e eu dei dois tapinhas leves em seu rosto em sinal de apreciação. Envolvi a guia em minha mão e dei um leve puxão. Ele se levantou do banco quando eu dei mais uma puxada na guia, peguei os prendedores no balcão e o puxei em direção a sala. Ele percebeu que andar ereto não ajudava em nada com o desconforto que sentia. Nossa diferença de altura era gigante, o guiei até um espelho que tinha na entrada do apartamento para que ele pudesse nos ver. Ao se deparar com sua imagem no espelho ele congelou e ficou olhando fixamente para sua imagem. A posição do espelho permitia que ele tivesse uma visão de seu corpo até o meio das coxas. Eu puxei a guia para que ele aproximasse mais seu rosto do meu, fazendo seu corpo curvar e surgir uma expressão angustiada em seu rosto. — Não fazemos um casal lindo? - Olhei pra ele pelo reflexo. O conjunto arnês dele, rústico, contrastando com minha lingerie branca. Sua pele mais escura que a minha se combinavam perfeitamente. Me virei e dei um beijo animado em sua bochecha. Ele ficou surpreso com minha reação e me olhava pelo reflexo também. — Somos bonitos mesmo. - Ele disse num tom de voz baixo. — Tive uma ideia! - puxei sua guia em direção a sala. - Senta aí que eu já volto. - indiquei o sofá e sai saltitante da sala. Quando voltei com o celular em mãos, ele ainda estava em pé. Sorri e agarrei a frente do arnês, o puxando para o sofá, ele se desequilibrou e caiu, jogando o corpo desajeitadamente no sofá. — Ixi, foi m*l. - Disse divertida. - Machucou? Ele levantou a cabeça como pode e acenou que não. — Ufa! Peraí! - me sentei no sofá e ajudei ele a se erguer. - Vem, deita aqui do meu lado, vamos tirar umas fotos! Ele se posicionou como pode ao meu lado no sofá e eu comecei a sessão. — Você é muito fotogênico! - olhava as fotos contente com o que via. - Vamos mudar de posição! Me levantei em um pulo e puxei a guia de forma que ela ficasse bem esticada e tirei algumas fotos. — Senta! - Corri para trás do sofá e posicionei meu gosto em seu ombro e tirei mais fotos - Sorria! Agora faz careta! Tá lindo! Parei um instante para pensar na próxima pose. Dei a volta no sofá e me deitei de tal forma a alcançar o rosto do Rafael com os pés, o que rendeu ótimas fotos. — Vem, fica no meio das minhas pernas, quero uma foto com seu rosto bem pertinho da minha calcinha. - puxei a guia, ele se ajustou como podia e eu fotografei. - Agora morde minha calcinha. Nossa você tá tão maravilhoso assim! Vai pro chão! - empurrei ele com os pés para ele se mover mais rápido, o que fez com que ele caísse com um baque surdo no chão e soltasse um gemido de dor. — Ixi. Você tá bem? - Ele fez que sim com a cabeça. - Deita de bruços bem aí no meio. - ele se esforçou para me atender. Tirei fotos dele deitado de vários ângulos. - beija meus pezinhos - Foto. - Apoia a bochecha no chão! - Pisei na sua cabeça. Foto. - sentei com a minha calcinha, já molhada bem perto de sua cabeça, a ergui e me posicionei. Foto. - Levanta bem essa b***a pra mim agora. - Ele não se mexeu. - Vai, Rafa! Não estrague a brincadeira! - dei um tapa estalado em sua b***a e ele começou a se mover. - Isso levanta bem esse popoti. Quero ver essa bundinha inteirinha - Reparei a marca que ficou da minha mão em sua b***a e… - Segura a pose aí que eu vou deixar essa b***a ainda mais linda. - Dei três tapas certeiros em suas nádegas e logo a marca apareceu. - Perfeito! Fica assim. - Tirei uma selfie maravilhosa que mostrava seu rosto contra o chão, meu rosto sorridente e sua b***a marcada para cima. Tirei mais algumas fotos e deitei no chão colocando o meu rosto próximo ao dele. — Rafa, sério! Você é lindo! Tenho muito orgulho de você assim, todo submisso pra mim. Passei um tempo olhando em seus olhos com candura. Me levantei em um pulo. — Não se mexe. Já volto. Corri até a cozinha e voltei com uma garrafinha D'água, coloquei ela na mesinha de canto e me aproximei do Rafael, ficando atrás dele, com acesso a sua b***a pra cima. Me diverti um pouco mais com seu incômodo e me afastei. — Rafa, levanta daí. Você deve estar com sede. Vem aqui, vou te dar água. Ele se levantou desajeitado, não podia usar os braços presos, e se aproximou sem reclamar da movimentação do arnês em seu corpo. Levei o bico da garrafinha até seus lábios e ele bebeu até se sentir saciado. Já havia passado da 1h da tarde, gastamos toda a manhã com nossa sessão de fotos. — Fica aí em posição, vou pedir algo para comermos. - Fiz um pedido grande de petiscos, frios e queijos. Precisava de comida em pequenas porções. — Sabe, um babaca e cretino como você precisa aprender a tratar melhor as mulheres. Nós merecemos o devido respeito. Você não concorda? Ele não respondeu, ficou me encarando. Peguei a varinha e dei um choque em seu mamilo, ele se contorceu e respondeu. — Sim, senhora. - A contragosto. Não gostei do seu tom. Alcancei a guia e puxei seu pescoço para mais perto de mim. — Vamos retomar o seu adestramento, você ainda não aprendeu qual é o seu lugar! - Levantei a varinha e apontei pra ele. Ele a seguia com os olhos. - Mas primeiro preciso fazer uma avaliação dos seus conhecimentos, vamos fazer isso enquanto a comida não chega, ok? Vou te fazer algumas perguntas se você responder certo, ótimo, se você responder errado leva um choque, ok? Ele acenou que entendeu e eu comecei: — Porque você está aqui? — Porque você é maluca - Choque. Ele grunhiu de dor, mas não se mexeu, a guia estava bem firme em minha mão. — Você está aqui porque é um macho escroto que se acha melhor que todo mundo. Então, porque você está aqui, Rafael? — Porque sou um macho escroto. - Mais um choque. Ele me olhou incrédulo. — Responde direito! — Porque eu sou um macho escroto que acha que é melhor que todo mundo, senhora. — Ótimo! — A quem você deve respeitar? - Ele ficou me olhando, não sabia a resposta. Choque. - Todas as mulheres, como as deusas que são, então… — Devo respeitar a todas as mulheres como as deusas que são, senhora. — Ótimo! Quem tem o dever de deixar a casa limpa e arrumada? — As… - Choque. - Eu, senhora, eu e todos os homens. — A quem você deve obedecer? — A senhora. — O prazer de quem é mais importante? — O da senhora. — Qual é o seu papel como meu escravo? - Essa era mais difícil. Ele passou um tempo pensando. — Te servir? - Respondeu em dúvida. Choque. — Não tem certeza? — Te servir, senhora! Atender a todos os seus desejos, minha deusa! - Olhei pra ele feliz com a resposta. — E o que você é pra mim? — Seu escravo. - Choque — Não! Você é muito menos que isso! Você é um lixo, não tem valor nenhum pra mim, está aqui como meu brinquedinho e eu posso fazer o que eu quiser com você, porque você não é nada além de um cachorro vira latas pulguento! Fomos interrompidos pela campainha. — E então? — Eu sou um lixo imundo que está aqui para te servir, senhora. - Levantei uma sobrancelha em desagrado e fui atender a porta, puxando sua guia com força, andando rápido.
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