Quem é que manda aqui?

4484 Words
Domingo Acordei não eram 9h ainda. Quando entro na sala observo um movimento suspeito no sofá. Me aproximo sem fazer barulho e me deparo com o Rafael literalmente com o p*u na mão. Ele faz movimentos para cima e para baixo, masturbando-se incessantemente, de olhos fechados, absorto em sensações. — Mas que p***a é essa? - Ele se assustou com minha pergunta e congelou. - Eu não estou acreditando no que eu estou vendo! - Aquilo me deixou tão nervosa que eu sentia meu rosto queimar. Rafael largou seu p*u e levantou as mãos, acuado no sofá. — Qual parte do " Você só pode fazer o que eu permitir" você não entendeu? Não me lembro de ter permitido você se masturbar quando quisesse! - Eu bufava e rangia os dentes - Você é um animal mesmo! Um cachorro no cio! - Sai batendo os pés em direção a cozinha. Voltei com um saco de gelo em mãos. Rafael havia guardado seu p*u na cueca, mas não teve tempo para mais nada. Estendi o saco de gelo pra ele, que me olhou sem saber o que fazer. — Você vai desfazer agora essa bagunça! Coloca aí no seu pintinho! Não quero esse p*u duro mais! - Ele me olhou horrorizado segurando o saco de gelo no alto. Bufei alto, puxei o controle da coleira e dei um choque curto. Ele se contorceu no sofá. — Por favor senhora, eu juro que não vou fazer mais isso! Prometo! Estreitei meus olhos e dei mais um choque nele. — Rafael, agora! - Ele sentou no sofá com seus olhos me pedindo misericórdia. Tomei o saco e empurrei ele para trás. Joguei o saco em seu m****o e ele se curvou de dor pelo impacto. - Segura isso aí! A dor estampava seu rosto. Alcancei meu chicote preferido no rack e voltei a observar seu sofrimento. Ele levou a mão pra levantar o saco e plaft! Acertei sua mão com o chicote. Passados alguns minutos, ordenei que ele levantasse o saco de gelo. — Hum, tá quase… coloca de volta. - A dor havia passado, ele respirava fundo, com ar indignado. Mais uns minutos se passaram e seu p*u estava tão mole quanto eu gostaria que estivesse. — Ótimo! Leva isso pra cozinha e vai tratar de se lavar! Deixei uma escova de dentes pra você no banheiro, toma um banho decente e volta aqui. - Ele se levantou do sofá e seguiu andando para o banheiro. - Ah! - Soltei um uivo de indignação e acionei o botão da coleira, ele caiu de joelhos se contorcendo. - Vai logo! E deixa a porta aberta! - Ele seguiu ao banheiro de gatinhas. Fui preparar o café da manhã na cozinha. Passado um tempo ele voltou a cozinha e ajoelhou em posição na porta. O corpo húmido, cabelos ainda molhados com a toalha nos quadris. Estendi a mão e ele me entregou a toalha, ficando totalmente nu e exposto para mim. Levei a toalha à lavanderia e voltei aos preparativos do café, ignorando totalmente a presença dele. Arrumei tudo no balcão, sentei e comecei a comer e ver vídeos no Tik Tok. Quando acabei de comer, coloquei as louças na pia e ordenei para que ele as lavasse e fui para meu quarto. Coloquei um shorts jeans e uma regata básica, arrumei meu cabelo em um coque solto e tratei de selecionar o que eu iria utilizar com o meu escravo durante o dia. Me demorei nisso escolhendo uma mordaça em couro que tomava metade do rosto, começando abaixo do nariz e indo até o pescoço, um conjunto de algemas de couro que eram ligadas a um bastão de metal que limitava a distância até o outro par, uma vara de madeira fina de uns 50 cm e uma pequena sunga, também em couro com a parte da frente com espaço para o p***o e o saco, mas fio dental. Recolhi tudo e segui para a cozinha. Rafael estava em posição, já havia lavado as louças e aguardava minha volta. Passei por ele e peguei no armário 2 barras de cereais e joguei no chão perto dele. — Come! - Ele hesitou por uns instantes e pegou as barras no chão. - Quando você terminar quero que vá e se deite de barriga pra baixo no meio da sala. - Joguei a sunga pra ele - Veste isso também. - E sai em direção a sala. Passados alguns minutos ele apareceu de gatinhas na sala com a sunga na mão, constrangido. — Porque você ainda não colocou isso? Ele encarava o chão de joelhos na minha frente. — É que… bem… isso não cabe em mim, senhora. — Cabe sim! Coloca logo! - Ele hesitou por um momento, logo respirou fundo e se levantou para colocar a sunga. Realmente aquela sunga era um número menor do que deveria ser, havia subestimado o tamanho do garoto. Ele se esforçou e enfim conseguiu colocar, seu m****o espremido e o fio de couro enfiado na b***a, nada confortável. Feliz com o que eu via, apontei para o chão. Ele se deitou como eu havia determinado. Me posicionei atrás dele e comecei a preparar os equipamentos que havia selecionado. — Mãos pra trás! - Prendi seus pulsos com o primeiro par de algemas. - Agora dobra os joelhos com os calcanhares juntos! - prendi seus tornozelos e dessa forma a sola de seus pé ficavam bem expostas pra mim. Me posicionei a sua frente, para que pudesse ver a vara em minhas mãos. A expressão de seu rosto mudou de incômodo para medo do que via. — Toda falha sua, gerará uma punição a altura. - a pose era incômoda, mas ele não tirava os olhos da vara em minhas mãos - Como você ainda não se recuperou de ontem, decidi por algo que não vai deixar marcas novas. - Sustentei seu queixo erguido com a ponta da vara e ele engoliu em seco. Me posicionei ao lado do seu corpo. — Pelo seu mau comportamento eu vou te punir com vinte golpes nas solas dos pés. Se você gritar, vou adicionar mais dois golpes cumulativos. Entendeu? - ele acenou que sim com a cabeça, respirou fundo e apoiou o rosto no chão. - Ok, vamos começar. A vara zuniu e o primeiro golpe acertou suas duas solas ao mesmo tempo, ele gemeu de dor, mas não gritou. Desferi mais dois golpes nas solas e obtive o mesmo resultado. O terceiro golpe acertou os dedos de seu pé e ele urrou de dor. — Não grita! O que os vizinhos vão pensar? Ganhou mais duas. Desferi mais três golpes dando um bom espaço de tempo entre um e outro, para que a dor do novo não apagasse a dor anterior. — Nove! - E acertei novamente seus dedos. Ele não aguentou e gritou alto, com lágrimas tomando seus olhos. — Bom, agora serão vinte e quatro. Dez, onze, doze e treze. Ele não conseguiu mais se conter e gritou quando desferi o décimo quarto golpe, chorava, se contorcia e suplicava que eu parasse. Peguei a mordaça que eu havia separado, montei sobre suas costas e a prendi em sua cabeça. Agora só ouvia gemidos abafados. Desferi mais três golpes espaçados. — Sua bundinha ficou muito linda com essa sunga… - mais dois golpes em suas solas - parece que ela foi feita para isso, - mais dois - fica ainda melhor com essas marcas que eu fiz ontem… Hum, quantos golpes eu já dei? Acho que perdi a conta… Ah! vinte e um - ele chorava e soluçava, mas eu não ouvia nada além de uns sons abafados. Mais um golpe. — Espero que você esteja arrependido pelo que fez - o vigésimo terceiro foi na sola e para fechar o vigésimo quarto acertou em cheio seus dedos. - Acabamos. Ele relaxou o corpo contra o chão, chorava copiosamente, soluçando e respirando descompassadamente. — Esse exercício todo me deu sede.- Fui à cozinha e voltei com um copo de água e meu celular em mãos. — Sabe, você está lindo assim. - Me sentei na ponta do sofá e fiquei admirando. - Vou registrar essa cena! - Apontei meu celular e comecei a circular ele, fotografando a cena de vários ângulos. Ele se contorcia e chacoalhava a cabeça em negativa a minha ação. - Para com isso! Você é um ótimo modelo e está tão maravilhoso assim… Acho que vou mandar a melhor foto pro Pacheco, o que você acha? O sangue sumiu de sua face e ele negava avidamente com a cabeça. — Tá bom! Vou guardar pra mim por enquanto. - me dei por satisfeita e sentei no sofá. Fiquei meia hora vendo vídeos no Tik Tok, ainda não eram nem onze da manhã. Rafael já tinha se recomposto e agora estava com o lado do rosto apoiado no chão e o olhar perdido. Me levantei, o soltei das algemas, mas mantive a mordaça, ele estava exausto, apenas esticou os membros e respirou fundo, e me sentei na beirada do sofá. — Venha aqui! - Dei uns tapinhas no meu colo. - Deita a cabeça aqui no meu colo. Ele se pôs de joelhos com dificuldade e se arrastou até deitar a cabeça no meu colo. Afaguei seus cabelos com ternura por longos minutos. Já era mais de meio dia quando senti fome novamente. Dei dois tapinhas leves em sua cabeça e disse. — Vai preparar um lanche pra mim, tem pão e frios e salada na geladeira, vai lá e capricha. - ele respirou fundo e se pôs a engatinhar até a cozinha. Minutos depois ele trouxe de joelhos um lanche em um prato e um copo de suco. Peguei o prato e afaguei sua cabeça. — Hummm… tá com uma cara ótima! Segura aí o copo. - e me pus a comer o lanche, estava realmente bom. Ele encarava meu lanche e acompanhava meus movimentos com os olhos. Terminei de comer, tomei o suco e entreguei a ele as louças para que levasse embora. Ele foi à cozinha e ouvi-o lavando os pratos. Logo ele voltou e se posicionou ao lado do sofá de joelhos. Mantive os olhos fixos na tv e ignorei sua presença. Ouvia de longe seu estômago roncar. Lá pelas três da tarde eu me levantei e fui à cozinha. Voltei de lá com uma barra de cereal, um copo e uma garrafa de 1,5 l de água. Coloquei no chão ao seu lado e tirei a mordaça. — Come e toma água, seu estômago faz muito barulho. - Ele encarou a única barrinha com decepção, mas a pegou e comeu, em seguida pegou o copo encheu e o bebeu todo. - Bebe mais um, não quero você desidratado. Ele me olhou e disse: — Eu já estou bem, senhora. — Bebe! - Cada copo tinha cerca de 400 ml. - Enche o copo e bebe ele inteiro. Ele assim o fez. Olhei satisfeita. Deitei no sofá e alcancei seu rosto com meus pés, posicionando um em cada ombro dele. Passei a acariciar sua barba com o dedão e voltei minha atenção à tv novamente. Passado mais ou menos meia hora ordenei que tomasse mais um copo de água, ele assim o fez. Vinte minutos depois ele começou a ficar inquieto. Me levantei, peguei o copo e a garrafa, enchi o copo com a água que restava e entreguei a ele para que bebesse. Ele me olhou hesitando em pegar o copo. — Vai, beba, não vou jogar esse restinho de água fora. - Ele pegou e bebeu a contra gosto e me devolveu o copo. Levei tudo à cozinha e voltei com algumas uvas na mão. Me sentei e comecei a comê-las. Ele as encarava com vontade. — Quer? - Ele fez que sim com a cabeça. - Venha aqui. - Ele se aproximou - Abre a boca. - Depositei uma uva em sua boca, ele mastigou e engoliu. Dividimos as uvas até que elas acabassem. Ele respirava fundo e se mexia incomodado. — Senhora? - Tirei os olhos da tv e o encarei. — Sim? — Preciso usar o banheiro. — Aí espera só um pouquinho, o programa já tá quase acabando. Ele passou a ficar cada vez mais impaciente. — Senhora, por favor! Eu preciso muito usar o banheiro, estou apertado. - Bufei e revirei os olhos. — Está bem! Vamos antes que você suje minha sala toda. - Me pus de pé e segui o caminho do banheiro. Percebi que ele não me seguia e voltei pra ele. - Vamos! Você não está apertado? Ele abaixou a cabeça envergonhado e seguiu de gatinhas atrás de mim. Parei ao lado da porta, dando espaço para que ele passasse. Ele parou em frente a privada e ficou me olhando, esperando que eu saísse. — Eu não vou a lugar nenhum! Não vou deixar você sozinho para se masturbar de novo. Não confio em você. Vai! Anda logo! Ele ficou vermelho de vergonha. Se levantou, virou de costas e abaixou a sunga o suficiente para colocar o p*u pra fora. — Não, não! Pode fazer sentado! Não quero uma gota na minha privada. No geral, os homens não têm uma boa mira. Ele virou a cabeça e me olhou mais envergonhado ainda. — Vai logo, Rafael! O programa vai voltar, não quero perder! Ele se virou totalmente e se sentou na privada. Olhava fixo no chão tentando se concentrar. A sunga apertada havia marcado seu quadril, o vermelho combinava com seu tom de pele. Impaciente fui até a torneira e abri o fluxo de água. — Talvez isso ajude. - Voltei a encostar no batente da porta o encarando. E ouvi o barulho do xixi fluindo. Quando acabou fez um movimento para sair as últimas gotas e ia se levantar quando eu o interrompi. — Não, não. Isso não é o suficiente. Abre a gaveta e pega o lenço umedecido e se limpa direito. Não quero ficar sentindo cheiro de mijo. Ele me olhou assustado e envergonhado, mas fez o que eu mandei. Ao terminar recolocou a sunga com uma certa dificuldade e se colocou de joelhos. — Vamos! Sentei no sofá e mandei ele ficar de quatro para que eu apoiasse os pés em suas costas, até que o programa terminasse. Já eram quase sete horas da noite, estava na hora de pensar no jantar. — Você sabe cozinhar, Rafa? - Ele fez que não com a cabeça. - Hum, vou pedir uma pizza então. - Peguei meu celular e fiz o pedido. Voltei a me concentrar na tv. Passados uns 40 minutos a campainha tocou. — Vem comigo, vamos pegar a pizza. - Ele se virou com os olhos arregalados. - Anda logo! Me levantei e fui em direção a porta, mas ele não me acompanhou. Revirei os olhos e dei um toque no controle da coleira, acionando um choque leve, ele se contorceu e me seguiu de gatinhas. Abri a porta e me posicionei de tal forma que o entregador não o visse. Peguei a pizza, agradeci e fechei a porta e entregando a caixa para que Rafael a pegasse. Na hora que o cheiro da pizza alcançou suas narinas ouvi seu estômago roncar. — Vai! Prepara tudo na cozinha para jantarmos. - Ele se virou e seguiu para a cozinha. Fui pra sala, desliguei a tv, peguei os meus acessórios que estavam espalhados pelo chão e os levei até o armário para guardar, com exceção à mordaça, que estava suja. Passei no banheiro e segui para a cozinha. Rafael já havia terminado de colocar a mesa/balcão e me aguardava de joelhos ao lado do balcão. Passei por ele e afaguei sua cabeça em sinal do meu contentamento. Coloquei a mordaça na lateral da pia. — Quando você for lavar a louça aproveita e lava isso também, tá nojento. - me virei e sentei em um dos bancos. Abri a caixa e me servi de um pedaço. Dei a primeira garfada e ouvi o estômago de Rafael roncar alto. — Eita, esqueci de você! Vem comer, pode se levantar. Ele se levantou e pôs-se a comer também, passara o dia todo à base de barras de cereal, estava faminto, comeu mais da metade da pizza sozinho enquanto eu tagarelava sobre o programa que estávamos assistindo. Quando estávamos satisfeitos, eu me levantei e fui a caminho da sala. — Limpa tudo direitinho! - ele acenou que sim com a cabeça e se pôs a tirar as coisas do balcão. - Ah! Lembrei de uma coisa. Abri uma das gavetas do armário da cozinha e tirei um avental preto, lindo, escrito Slave em branco. — Vem cá! - Ele se aproximou e se abaixou para que eu passasse a tira pela sua cabeça. - Se vira. - Ele se virou e eu amarei o avental em sua cintura com um laço. - Pronto, deixa eu ver. - Ele se virou e eu bati palmas contente com o que via. — Perfeito! Você está maravilhoso! - Passei minha mãe pelo seu braço e ele corou. - Quando acabar pendure o avental ali. - Apontei para uns ganchos próximos a porta - Te espero na sala. Quando terminou, Rafael voltou à sala e se ajoelhou em posição na minha frente. — Tá tudo limpinho? - Ele acenou que sim com a cabeça e eu acariciei seu cabelo. - Sabe, até que você está se saindo bem por enquanto. - Ele sorriu satisfeito. - Vem cá, deita aqui no sofá. - Dei uns tapinhas no sofá. Ele se deitou e eu o guiei para que deitasse com a cabeça em meu colo. Fiquei acariciando seu cabelo por algum tempo, até que fizéssemos a digestão. — Nossa você está fedido. - Ele me olhou e eu franzi o nariz. - Vou te dar um banho. Ergui sua cabeça, me levantei e ele se sentou no sofá. - Vamos! - Ele se pôs de quatro e me seguiu até o banheiro. Tirei minha roupa, ficando de calcinha e sutiã, um conjunto bem bonito de renda vermelha escura. Senti Rafael me comer com os olhos. — Tira a sunga e faz as suas necessidades aí, quando terminar me chama, vou pegar as toalhas. - Saí do banheiro e fui à caça das toalhas e de roupas para nós dois. Me demorei até que ele chamasse. Voltei ao banheiro e indiquei que entrasse no box e ficasse de joelhos. Abri o registro do chuveiro e ele se assustou com a água gelada caindo sobre seu corpo. Respirava acelerado com a água fria que aos poucos ia esquentando, ajustei o chuveiro em uma temperatura agradável e sua respiração se normalizou. Entrei junto no box e comecei a lavar seus cabelos com shampoo. Massageei com carinho e enxaguei. Coloquei mais um pouco de shampoo na mão e lavei sua barba, passei condicionador e deixei agir. — Fica de pé. - Pedi. Ele se ergueu e ficou parado na minha frente. Seu peito fica na altura dos meus olhos, alcancei a bucha e o sabonete e lavei seus ombros, peito e barriga vagarosamente. Seu t***o aumentava, dava pra ver pela respiração entrecortada e seu m****o se enrijecendo aos poucos. — Vire de costas. - Ensaboei a parte de trás de seu pescoço, ombros e desci pelas costas com toques suaves, parei na linha da cueca e voltei a minha atenção aos seus braços, antebraços, pulsos e mãos. Passei a bucha em suas axilas e ele riu desconcertado. — Você tem cócegas? - Olhei pra ele sorrindo. - Bom saber. - minha expressão sapeca. Voltei minha atenção à parte inferior de seu corpo. Me ajoelhei e pedi por um pé, ensaboei, depois o outro. Panturrilhas, joelhos, coxa esquerda, coxa direita, ele gemia baixinho, seu p*u em riste. Me aproximei de sua virilha com a bucha, sua respiração mais pesada e profunda, fazendo seu peito subir e descer. O virei novamente e voltei minha atenção para sua b***a. Ao se aproximar da região do cóccix, ele deu um passo à frente e se encolheu. — Não fuja de mim, quero você limpinho! Vem cá, deixa eu lavar essa bundinha. - Consternado ele se manteve imóvel. - Relaxa, só estou querendo te lavar direitinho. Passei a bucha entre suas nádegas e me certifiquei de limpar bem toda a região. Quando o virei ele estava mais vermelho que um pimentão. Encarei-o nos olhos e ergui minha sobrancelha, a lasciva em minha expressão. Só faltava uma única parte a ser devidamente higienizada. Por reflexo ele levou as mãos ao seu m****o. Sem perder o contato visual eu levantei meu dedo indicador e sinalizei em negativa, ele tirou as mãos. — Coloca suas mãos para trás e não se mova. Passei o sabonete por minhas mãos e o empurrei com um dedo no seu peito até que ele se encostasse na parede do box. — Não se mexa. - Com as mãos cheias de sabonete eu comecei a massagear seu m****o já rígido. Com uma mão massageava seu saco e com a outra fazia movimentos de vai e vem em seu p*u rígido. Mantinha meus olhos fixos em seu rosto, ele fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, sua expressão de prazer fez eu sentir meu t***o crescer e minha b****a esquentar. Ele gemia baixinho, e eu continuava a massageá-lo, agora mais rápido e firme. Não conheço nada mais lindo do que a expressão de prazer na cara de um homem que eu tenho em mãos. Sua respiração ficava cada vez mais acelerada e ele gemia cada vez mais alto. Quando ele estava quase no ápice do t***o, não aguentou e me segurou pela cintura com as mãos. Eu parei a massagem na mesma hora. Ele abriu os olhos e me olhou incrédulo. — Você não vai fazer isso comigo! - seu g**o interrompido o deixou agressivo. — Como é? - vendo minha expressão de descontentamento ele caiu de joelhos. — Por favor, minha senhora, não faça isso comigo. Me deixe gozar por favor. — Se enxague e saia! - Minha voz era ríspida. Seu olhar estava desesperado e ele não se moveu. — Vou ter que repetir? Sai! E fica de joelhos aí no tapete! - ele se enxaguou rapidamente e saiu, se posicionando onde eu havia indicado, tendo ampla visão de mim, ainda no box. Tirei o sutiã, me virei de costas e tirei minha calcinha, me abaixando até os tornozelos de forma que minha b***a estivesse na altura de seus olhos. Me levantei e comecei a me ensaboar, sustentado seus olhos nos meus. Passava a bucha pelos meus s***s e pescoço me demorando em algumas partes. Seu m****o pulsava, a boca aberta. Apoiei meu pé em seu ombro e ensaboei minhas pernas, uma após a outra. Virei de costas para que ele me visse massagear minha b***a, passando a bucha demoradamente por minhas nádegas. Me virei novamente e levei minha mão ensaboada para minha b****a, começando pelas virilhas e partindo para os grandes lábios depois ao c******s. Apoiei novamente meu pé em seu ombro para que ele visse meus movimentos. Levei a mão livre ao meu seio e comecei a brincar com meu mamilo. Ele gemia baixinho, a boca semi aberta, a respiração alta, acompanhava meus movimentos com atenção. Conforme fui me acariciando comecei a gemer de t***o. Ele cerrou os punhos, tentando se manter imóvel. — Você sabe chupar uma b****a, Rafael? Sabe fazer uma mulher gozar só com a sua boca? - Eu o encarava com malícia. - Sabe dar prazer a uma mulher? Ele percebeu que eu esperava uma resposta, enquanto circulava meu c******s com os dedos, engoliu em seco e fez que sim com a cabeça. — Jura? Você gosta de chupar? - Mais uma vez ele sacudiu a cabeça em sinal positivo. O encarei por alguns instantes e tirei o meu pé de seu ombro. Terminei meu banho, fechei o chuveiro e parei em sua frente. — O que você acha de fazermos um jogo? Se você me fizer gozar em dez minutos me chupando, eu deixo você gozar também. Se eu não gozar, você também não goza. O que acha? Seus lábios formaram um sorriso convencido. — Eu aceito, senhora. — Certo. - alcancei meu celular na pia e programei o timer. Coloquei a toalha em cima da tampa da privada e me sentei dando total acesso a ele, posicionei o celular de forma que ele pudesse ver o tempo e dei play. - Valendo! Ele se aproximou e levantou as mãos. — Não, não! Mãos pra trás. Ele começou a me lamber, era até esforçado, mas não acertava o ritmo. Quando estava conseguindo me agradar ele mudava o movimento. O tempo foi passando e ele foi ficando cada vez mais desesperado. Lambia, chupava, tentou de todo jeito. Quando o timer marcava um minuto restante, ele acertou o ritmo, o timer tocou e eu não o parei, ele continuou e eu gozei em sua boca gemendo alto. Eu respirava ofegante e ele me olhava convencido. — Me lambe até me limpar, não tô afim de tomar banho de novo. - Assim ele fez. Quando acabou eu me levantei, sequei meu corpo do que restava da água e joguei uma cueca Boxer para ele. — Mas eu te fiz gozar! - Ele disse, frustrado. — Fez sim, mas não no tempo que havíamos combinado. - Ele bufou em frustração. - Você ainda tinha a vantagem de eu já ter começado sozinha antes. Ele me olhava incrédulo, seu p*u duro e melado pelo pré g**o. — Vai, se veste! - ele se levantou e se vestiu, foi em direção a pia. — Não, não, hoje você vai dormir sentindo meu cheiro impregnado em sua barba. - Ele interrompeu o movimento e me olhou mais frustrado ainda. — Eu vou enlouquecer! - Ele me encarava exasperado. Com o dedo em riste apontei para o chão, ele se ajoelhou na minha frente. Me espreguicei e bocejei na sua frente. — Vamos dormir. Vem comigo, hoje você vai dormir onde eu possa ficar de olho em você. Ele me seguiu até o quarto e se direcionou para a cama. — Onde você pensa que vai? - Ele me olhou confuso. - Você vai dormir ali! - Apontei para um edredom dobrado no chão. Ele gemeu em frustração e seguiu em direção ao edredom e se deitou como pode. Levou as mãos à cueca a fim de arrumar seu p***o no lugar. Num estalo me virei e peguei na cômoda um par de algemas simples. Voltei para ele e disse. — Não quero ter nenhuma surpresa desagradável amanhã, ou durante a noite. Levanta e coloca as mãos para trás. Ele me obedeceu, a frustração marcada no seu rosto. Fechei as algemas e fui em direção a cama. Me deitei, apaguei a luz e dormi.
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