Passados uns 5 minutos me levantei e fui em direção ao banheiro. Abri a porta lentamente de forma que ele não percebesse, me apoiei no batente e fiquei admirando a paisagem.
Rafael estava apoiado com as mãos acima da cabeça nos azulejos e deixava a torrente de água que saia do chuveiro cair em sua nuca e costas, enquanto encarava o piso. Dava pra ver os músculos bem delineados das costas e sua b***a redonda seguida de coxas magras e torneadas. Confesso que ele era mais gostoso do que eu imaginava. Minha boca encheu de água e dei um suspiro alto. Ele me ouviu e virou assustado, não sabia o que fazer, a confusão tomou conta dele.
— Calma Rafa, pode terminar seu banho, estava só admirando a paisagem. - Levei meus olhos para seu m****o que ainda estava rígido, e ele o escondeu com as mãos. - Não se esconda na minha frente! Quero te ver e vou ver sempre que eu quiser. - Ele estava vermelho de vergonha.- Por que você está com vergonha? De ter gostado de ser dominado?
— Eu não gostei! - Disse indignado com a minha pergunta - Odiei! Você é doida.
Continuei a olhá-lo e levantei uma sobrancelha.
— Seu amigo diz o contrário - Apontei para seu p*u duro que não cessava. Dei de ombros e saí do banheiro.
Dez minutos depois ele apareceu na porta da cozinha com a toalha enrolada no quadril. Ainda era de manhã, precisava de mais um café, quando virei da pia me deparei com ele, em pé, na porta. Revirei os olhos e apertei o botão do controle em sua coleira, imediatamente ele caiu de quatro no chão grunhindo de dor.
— Vou ter que repetir todas as regras?
— Me desculpe, senhora. - Falou ofegante e se levantou do chão ficando novamente ajoelhado.
— Tá com fome? - Ele fez que sim com a cabeça. - Vá para sala e me aguarde em posição, vou te alimentar em breve.
Preparei pão, frutas e mais uma caneca de café para ele e segui para a sala.
Ele estava como eu havia mandado, porém ainda com a toalha em seu quadril.
— Eita, me esqueci desse detalhe. - apontando para a toalha. - Me dá aqui! - Estendi a mão aguardando.
Com vergonha ele me entregou a toalha, ficando totalmente nu e mostrando seu p*u ainda rigido. Levei a toalha para o banheiro e voltei. Analisei a depilação meia boca que ele havia feito.
— Não tá bom isso aí não, hein?! - Ele olhou pra baixo, não sabia sobre o que eu estava falando. - Ficaram uns pelos aqui e ali. - Apontei. - E você esqueceu destes envolta dos m*****s. Não. Não. Deixou muito a desejar. Vamos ter que resolver isso depois. - me virei e fui até meu quarto,
Voltei de lá com uma cueca Boxer nova, toda preta, joguei pra ele no chão.
— Coloca isso! Não gosto de ficar vendo esses pêlos aí não.
Ele pegou a cueca do chão e ficou me olhando.
— Eu posso me levar para vestir… senhora? - essa última palavra saindo a contragosto de sua boca.
— Pode, seja rápido e volte a posição em seguida.
Ele vestiu-se um pouco desajeitado e logo voltou a se ajoelhar e a se posicionar.
— Abre mais essas pernas! Quero seu saco encostando no chão! - ele se arrumou - Ótimo! Você tem alergia a alguma coisa, cachorrinho?
Rafael pensou por alguns instantes e respondeu:
— Não, senhora.
Assenti com a cabeça.
— Vem até aqui. - Ele se aproximou de quatro e fez que ia sentar no sofá. - Não, não, nada de cachorro no sofá! Fica no chão. - Ele se sentou sobre os calcanhares e ficou me olhando - Bom garoto!
Peguei o prato e parti o pão em um pedaço pequeno.
— Abre a boca, anda. - O ego dele não permitiu essa humilhação. - Caramba, você não está com fome? Abre a boca. - Ele encarava o chão resignado. - Rafael, última chance, abre a boca! - Ele não me obedeceu. - Então tá bom, quando você quiser você me pede, vou deixar aqui. - Coloquei o prato na mesinha lateral.
— Já que minha comida não é boa o suficiente pra você, fica aí com fome! - Apoiei meus pés sobre seu ombro e ele se moveu para derrubá-los.
Foi a gota d'água! Virei um tapa estalado na sua cara, que fez sua cabeça girar para o lado. Quando ele virou de volta seu semblante era de pura raiva, ele me encarava como se pudesse me ferir só com o olhar. Sustentei seu olhar até que ele caiu no chão se contorcendo com o choque longo e forte que eu acionei.
Ele ficou mole, quase desacordado. Eu já estava no limite da minha paciência. Aproveitei seu momento indefeso e prendi novamente seus pulsos para trás e uni seus calcanhares.
Fui a o meu quarto novamente, abri o armário onde ficava minha coleção sado e escolhi um cane de metal resistente, bem parecido com um cassetete da polícia, e parti ao encontro do meu cachorrinho indefeso no chão da sala.
Ele já estava se recompondo quando desferi um golpe em sua coxa desnuda, ele soltou um grito alto de dor e se contorceu como pode. Dei mais um na mesma coxa, só que em outro lugar. Mais um grito e seus olhos lacrimejaram.
— Ah! Como você é barulhento! - Alcancei a gag e coloquei nele sem resistência.
Desferi mais um golpe bem dado em sua outra coxa e seu grito foi devidamente abafado pelo gag que o tomava toda a boca.
— Você acha mesmo que eu quero passar o sábado inteiro te batendo? - Mais um golpe, agora nas costas. - Tá ficando muito chato isso! - Ele chorava copiosamente. - Levanta! - Ele continuava a chorar e não se moveu. - Levanta e apoia o peito no sofá! Anda! - Agora o cane acertou na parte da frente da coxa. Mais um grito abafado.
Ele se movimentou, se esforçando para seguir minha ordem e posicionou o peito no sofá.
— Mais pra frente! Quero essa b***a bem empinada! - Ele se contorceu e acertou a posição. Chorava compulsivamente, sua pele ficando mais marcada.
Me aproximei de sua b***a e dei um tapa com a mão, ele se assustou e seu corpo pulou. Abaixei a cueca até os joelhos e me posicionei atrás dele. Desferi um, dois, três golpes naquela b***a gostosa, ele gritava na gag e se contorcia.
— Não se mexe! - Mais 3 golpes bem dados, agora na parte de trás das coxas. Eu estava encharcada de tanto t***o. Ele gritou, mas não se moveu.
Aproveitei as solas dos pés para cima e apliquei os últimos 4 golpes, dois em cada sola e ele tentou se encolher. Mais um na b***a bem dado.
— Esse último foi por você ter se mexido. - Eu já não estava aguentando de tanto t***o. Fui ao quarto e peguei meus vibradores preferidos e voltei.
Parei do lado dele de forma que ele me visse, estava só com uma camiseta grande e velha e de calcinha, a tirei e a joguei em sua cara.
— Se você está se perguntando se eu gosto disso? Tá aí a sua resposta. - encostei o forro encharcado bem no nariz dele, que chorava aos soluços.
Em seguida peguei o vibrador em formato de pênis e coloquei na sua frente. Na hora que ele viu o pavor voltou a tomar conta de seu rosto. E ele tentou se afastar.
— O que ? Isso não é pra você não! É pra mim! - peguei o outro em formato de gota, sentei ao lado da cabeça dele para que ele visse minha b****a encharcada de t***o e acompanhasse de perto o show. - Mas eu estou com tanto t***o que acho que não vou precisar desse aí.
Liguei o gota e comecei a me masturbar com ele, abri as pernas bem, para que ele visse eu percorrendo minha b****a e massageando meu c******s com o vibrador. Não demorou muito e eu gozei na cara dele. Ele encarava meus movimentos com os olhos arregalados, já havia parado de chorar e sua respiração já se normalizava.
Quando o g**o passou eu peguei um pouco da minha lubrificação com os dedos e passei logo abaixo de seu nariz, no bigode, besuntei bastante.
Me recompus e levantei para ver minha obra de arte em seu corpo. A b***a dele estava linda, toda vermelha, as marcas do chicote ainda se mantinham em linhas por sua pele. Satisfeita com o que vi, me ajoelhei atrás dele e passei os dedos lentamente por suas costas. Em seguida acariciei de leve sua bundinha vermelha, ele, exausto demais para se mover, não reagiu. Desci minha mão direita e alcancei seu p*u que, para a minha surpresa estava rígido em toda sua glória, movimentei-o para cima e para baixo duas vezes e percebi os músculos tensos de suas costas se suavizando, me dei por satisfeita e me aproximei de seu ouvido.
— Ora, ora, agora você me surpreendeu! Seu p*u está tão duro que não tem como você negar que gostou de apanhar! - Ele respirava fundo, não tinha mais forças para lutar no momento.
Me levantei e arrumei o cane e o chicote em cima do rack. Me posicionei onde ele poderia me ver e disse.
— Nossa você me fez suar, vou ter que tomar um banho agora. Fica aí quietinho que eu já volto. - Parti para um banho rápido, voltei em menos de 15 min e ele estava exatamente onde eu havia deixado.
Acariciei sua cabeça.
— Você vai ser um menino bonzinho e me obedecer? - Ele fez sinal positivo com a cabeça. - Ótimo, assim que eu gosto. Vou te soltar e você vai até o banheiro lavar esse rosto, ok? Tá todo melecado de novo.
Assim o fiz e de gatinhas ele foi em direção ao banheiro sem dar um piu.
Voltou e se ajoelhou na minha frente, sua b***a ardia, mas mesmo assim ele conseguiu se posicionar perfeitamente.
Bati palmas de felicidade e acariciei sua barba.
— Vamos nos entender agora, não é? Você vai ser um cachorrinho obediente, não vai? Me responde.
— Sim, minha senhora. - Olhei pra ele orgulhosa. Não me contive e parti para um abraço. Ele reclamou baixinho quando encostei em sua pele ferida.
— Ai me desculpa! Esqueci que meu cachorrinho está dolorido. Se você se comportar eu vou cuidar de você, tá bom?
Ele fez que sim com a cabeça e eu ouvi seu estômago roncar.
— Você está com fome agora?
— Sim, senhora.
— Você foi muito m*l educado da última vez, pode se esforçar um pouquinho mais agora, não?
— Senhora, por favor me alimente, eu estou com muita fome, por favor. - Ele se abaixou em súplica.
Afaguei seu cabelo e alcancei o prato e a caneca.
— Vem aqui mais perto, abre a boca.
Assim ele fez e foi recebendo de bom grado as porções que eu oferecia. Comeu tudo o que eu havia preparado.
— Está com sede?
Ele fez que sim com a cabeça. Alcancei a caneca mas o café já havia esfriando.
— Vixe, tá frio. Você demorou muito para beber. Não tem mais, se não eu trocava. - Levei a caneca até sua boca e ele bebeu - Você tá precisando de cafeína mesmo.
Quando ele terminou de beber eu afaguei sua cabeça e me levantei para levar as louças até a cozinha. Peguei uma pomada no banheiro e voltei pra sala.
— Agora você fica paradinho que eu vou passar uma pomada em você, vai aliviar a dor e evitar as marcas. - me ajoelhei ao seu lado e comecei a passar a pomada em suas costas delicadamente.
Ele fazia cara de dor quando encostava em uma nova marca, mas logo relaxava com a massagem. Passei por todas as marcas que eu havia feito, cuidei dele com cuidado e carinho e vi o alívio tomar conta de seu rosto.
Pedi para que ele se virasse e fiz o mesmo trabalho em seu peito, descendo para a barriga, depois para suas coxas. Seu p*u estava duro novamente.
— Nossa, seu amigo não cansa - ele deu de ombros, com um ar safado no rosto. - Assim que eu gosto - Afaguei sua barba e logo em seguida me levantei.
Me sentei novamente no sofá e coloquei uma série na tv para assistir.
— Pode descansar um pouco, você merece. - Ele me olhou confuso. - É, você tem razão, como é que você vai deitar nesse chão frio? Nossa, sou uma péssima tutora. Fica aí que eu já volto.
Levantei e fui buscar um edredom de solteiro no quarto, deixei ele dobrado ao meio e posicionei no canto da sala, onde batia o sol da tarde.
— Deita aqui. - dei uns tapinhas no edredom. Ele entendeu o sinal e se deitou. Era óbvio que ele não cabia naquele espaço, mas era só ele se encolher um pouco.
Ele se ajeitou da maneira mais confortável que achou e ficou vendo a série até cair no sono.
Deixei que dormisse por cerca de 2 horas e o chamei, fazendo carinho em sua cabeça.
Ele acordou assustado e se afastou do meu toque.
— Calma Rafa, tá tudo bem. - me aproximei mais dele e continuei afagando seu cabelo. Ele relaxou e se sentou.
Já era fim de tarde e eu estava com fome novamente. Passou uns minutos e ele disse meio sem jeito.
— Senhora, estou com sede. - ele olhava para o chão, constrangido.
— Você já aprendeu a pedir.
— Por favor, senhora, você pode me dar água, estou com muita sede, por favor. - e se abaixou em súplica.
— Claro, meu cãozinho, aguarda um instante. - me levantei e fui à cozinha.
Peguei uma tigela funda de vidro e enchi de água, voltei e coloquei no chão, ao lado do edredom.
Ele olhou para a tigela contrariado.
— Pronto. Agora você pode beber sem precisar de mim. - Me levantei e voltei ao sofá, com o celular na mão, para procurar nosso jantar.
Ele não bebeu de imediato, ficou encarando a tigela com água por um tempo, depois se deu por vencido e se aproximou da tigela. Ergueu as mãos para pegá-la e eu o repreendi.
— Não, não. Beba como o cachorro que você é. - ele ficou ali, de quatro encarando a tigela, até que foi vencido pela sede, se abaixou e começou a lamber a água.
— Cuidado para não molhar o chão, se não você vai ter que limpar. - Ele passou a ir mais devagar. Terminou e se sentou apoiando as costas na parede, prestando atenção ao que passava na tv.
Demorei um tempo para decidir o que eu pediria, finalizei o pedido em um restaurante chinês que eu adorava e me joguei no sofá novamente.
Logo o Rafael estava inquieto, se movia sem parar.
— O que está te incomodando, Rafaelzinho?
Ele fechou a cara.
— Nada senhora, estou bem.
Dei de ombros e voltei minha atenção à série. Passados uns 10 minutos ele ficou mais impaciente ainda. Voltei minha atenção a ele e esperei até que falasse.
— Senhora… - ele estava envergonhado.
— Sim?
— Eu… - ele fitou o chão.
— O que foi? Fala logo!
Ele respirou fundo e falou:
— Senhora, eu preciso ir ao banheiro, eu posso ir, por favor? Estou apertado.
Eu ri.
— Qual é o problema em pedir isso? Vai lá, mantenha a porta aberta, e se for fazer o número um faça sentado, não quero um pingo pra fora. Se for fazer o número dois, tem lenços umedecidos na segunda gaveta da pia. - Sua face estava vermelha de vergonha e humilhação - Anda! Vai logo! Ou você quer que eu vá com você?
Ele chacoalhou a cabeça rapidamente indicando que não e seguiu de quatro até o banheiro.
Uns 20 minutos depois ele estava de volta, sentou-se sobre o edredom encostando as costas e a cabeça na parede, mantendo uma das pernas flexionada e a outra esticada, apoiando um dos braços no joelho erguido.
Ignorei sua presença e só quando o episódio da série acabou foi que eu voltei minha atenção a ele. Caraleo de homem gostoso da p***a. Ele estava absorto em seus pensamentos e não percebeu que eu o estava admirando. Ele tinha as auréolas dos m*****s bem delineadas e mais escuras que o resto do peito, seus m*****s estavam sempre rígidos, minha cabeça se encheu de possibilidades.
Fui tirada de meus devaneios pelo toque da campainha, era a comida. Fui buscar na porta, deixei sobre o balcão da cozinha evoltei pra sala.
— Rafael. - ele me olhou, saindo de seus pensamentos. - Vem, vamos jantar. Ele veio de gatinhas e ficou em posição na do lado do balcão da cozinha, aguardando.
— Pode ficar em pé, vamos comer como gente. - Ele se levantou e se alongou, mas se manteve parado. - Me ajuda aqui.
— Em que eu posso ajudar, senhora?
— Pega os copos. - Apontei para o armário à sua direita. Ele prontamente foi até ele e pegou dois. - Os pratos ficam aqui e os talheres ali. - Indiquei pra ele.
Posicionamos tudo sobre o balcão.
— O que você quer beber? - Olhei pra ele esperando sua resposta. - Tem suco, água, refrigerante, cerveja… - Seu rosto se deformou a menção de álcool.
— Pode ser suco, senhora.
— Tá bom, pega na geladeira e serve pra mim também. - Ele serviu e ficou aguardando eu terminar de desembalar a comida. - Espero que goste de comida chinesa.
— Gosto sim. - Deu uma pausa. - Gosto sim, senhora.
Sorri pra ele satisfeita.
— Bom, vamos comer, senta e se sirva. - Ele me olhou em dúvida. - Pode sentar, cansei de brincar de pet com você.
Ele se sentou, constrangido.
— Você está livre para falar o que quiser.
— Sim, senhora.
— Enquanto estiver na mesa, nada de senhora, pode me chamar pelo nome mesmo.
Ele acenou com a cabeça e começou a se servir. Passados uns minutos, ele arregalou os olhos e os levou até mim.
— É… Letícia, minha moto? Ela ainda está na porta do bar! - Tinha uma ponta de desespero em seu olhar.
— Pode ficar tranquilo, ela está guardada na garagem, o Pacheco fez essa pra mim.
Ele respirou aliviado e voltou a comer.
Quando estávamos terminando, ele voltou a falar.
— Posso te fazer uma pergunta?
— Sim.
— Como é que eu fiquei tão bêbado ontem e você não? Tomamos as mesmas doses juntos.
Eu sorri e engoli a comida.
— Porque eu não bebi.
— Mas como? Eu vi você beber junto comigo.
— A primeira e a segunda dose eu realmente bebi, mas depois disso eu só dava um golezinho e jogava o resto fora sem você perceber. Na verdade você ficou bêbado muito mais rápido do que eu estava esperando.
Ele encarou o prato vazio.
— Eu estava sem comer o dia todo, não consegui.
Assenti com a cabeça sinalizando que eu havia entendido.
— Você vai comer mais?
— Não, já estou satisfeito.
— Legal! - Sorri pra ele. - Você lava essa louça, enquanto isso vou tomar um banho, ok?
Ele ficou me encarando.
— O que? Você não tá achando que sou eu quem vou lavar? - Olhei pra ele com desdém. - Lava aí e não quebra nada. Deixa as louças no escorredor e me espera na sala que eu já volto. - Parti para meu banho.
Tomei um longo banho, lavei meus cabelos, hidratei minha pele e vesti uma camisola rendada, vermelha escuro, e voltei à sala.
Rafael estava sentado em seu edredom. Abraçado aos seus joelhos.
— Eu falei que cansei de brincar de pet, o que você tá fazendo aí? - Ele me olhou assustado. - Fica em posição, vai! - Ele foi até o meio da sala de joelhos e se posicionou. - Ótimo! Você está ficando bom nisso. Deixa eu dar uma olhada em como estão seus machucados. - dei a volta nele, observando. - Hum, vou precisar passar mais pomada em você, farei isso antes de dormir.
Me sentei no sofá e liguei a tv.
— Vem aqui, senta do meu lado. - bati com a mão no espaço ao meu lado. Ele me olhou incrédulo. - Eita, tá surdo? Vem logo.
Ele se aproximou do sofá e se sentou ao meu lado. Joguei minhas pernas sobre seu colo e me ajeitei melhor.
— Vou te falar que você me deixou bem cansada hoje, meus pés estão doendo. Faz massagem neles. - Ele começou a me massagear.
Passado um tempo ele disse.
— Seus pés são tão pequenos… - Foi quase um sussurro.
— Você gosta? - Ele acenou com a cabeça.
— Acho sexy. - disse, sem tirar os olhos dos meus pés.
Deixei que ele continuasse a massagem por mais alguns minutos. Ele era realmente bom nisso. Quando ele parou, posicionei meus pés sobre sua virilha e comecei a massagear seu p*u vagarosamente, ele já estava meia bomba quando comecei e foi crescendo cada vez mais com meus movimentos. Rafael jogou a cabeça para trás apoiando no encosto do sofá, sua respiração já perdia o compasso. Mantive o ritmo por mais alguns minutos e em seguida parei e voltei a apoiar minhas pernas sobre seu colo. Ele soltou um gemido de protesto e me encarou.
— O que foi? - Eu olhava pra ele divertida.
— Por que você faz isso?
— Porque eu gosto.
Ele bufou e virou o rosto pra tv. Eu levantei o pé e puxei seu rosto para que ele me olhasse novamente.
— Você tem que fazer por merecer e hoje você não fez. Mas fica tranquilo que tem muito chão para nós ainda. - Ele me olhava contrariado. - Eu não sou nenhum monstro, Rafa, se você for um bom garoto eu posso ser muito boazinha com vc. - Sorri lascivamente para ele.
Ele concordou com a cabeça e voltou a olhar para tv.
— Você já pensou em colocar piercings nos m*****s? - Minha pergunta faz ele se virar espantado.
— Não!
— Por que? Os seus são perfeitos pra isso, ia ficar lindo! - Seu rosto se contorceu em repúdio a ideia. - Ah! Talvez eu faça você reconsiderar… - Ele não respondeu e voltou a olhar para a tv.
Mais um tempo se passou, eram quase onze horas já. Ele se remexeu inquieto no sofá.
— O que foi?
— Preciso ir ao banheiro.
— Ah é? Você pode ir, mas antes… - Me levantei do sofá e montei em seu colo ficando frente a frente com ele. Joguei meus braços sobre seus ombros e apertei meu corpo ao dele.
— O que você está… - O interrompi colocando um dedo em sua boca.
Me aproximei ainda mais dele, dei uma leve mordida no lóbulo de sua orelha e desci pelo seu pescoço mordiscando e beijando até chegar as escápulas, ao mesmo tempo em que movia meus quadris roçando minha b****a em seu p*u que logo deu sinal de vida.
— Você me deixa com muito t***o, sabia? - Sussurrei em seu ouvido e senti seu p*u pulsar contra minha v****a. Pronto. Me levantei e tornei a me sentar onde estava.
Ele grunhiu e levou as mãos ao seu m****o, agora rígido. Peguei meu celular e o controle da coleira, ajustei o timer para 5 minutos.
— Agora você pode ir, tem exatamente 5 minutos. Se você não voltar no tempo, leva um choque, se não conseguir fazer xixi, vai ter que esperar até amanhã de manhã, se você sujar o banheiro vai limpar com a língua. Seus cinco minutos começam agora! - Dei play no timer e aguardei. Ele me olhava incrédulo. - Já foram 10 segundos.
Ele se levantou e foi rumo ao banheiro apressado. Eu ri, me divertindo com a situação.
Passaram um, dois, três, quatro minutos e nada de ele voltar.
— Você tem 40 segundos! - Alertei e ouvi um xingamento do banheiro. - 30! 20! - ouvi a descarga. - 10, 9, 8…7, 6 - levei meu dedo ao botão da coleira. - 5, 4, 3…- ele apareceu na porta da sala e se sentou no sofá no exato momento que soou o alarme. Eu bati palmas em comemoração.
Ele me olhou, orgulhoso de si mesmo.
— Estava torcendo por você! - Disse sorrindo.
— Você é o demônio em pessoa!
Cai na gargalhada, me divertindo.
— Ai ai, cansei… Vamos dormir. - Me pus de pé e ele fez o mesmo. Fui em direção ao quarto e ele ficou parado sem saber o que fazer. - Hoje você pode dormir no sofá, boa noite! Apaguei as luzes e desliguei a tv antes de sair da sala.