໐Ş beijos trocados eram algo que faziam seus corações baterem forte em seus p****s, ela adormecendo em seus braços, ele tendo todo o cuidado para ajeitá-la de um jeito que não a despertasse, pouco antes de pular mais uma vez pela janela e ir para casa.
Nem deu ouvidos ao seu amigo peludo quando chegou, estava radiante demais para se preocupar com qualquer coisa que ele dissesse, então apenas se jogou na cama e se deixou levar por Morfeu, sonhando mais uma vez com a princesa, cujo perfume ainda habitava em suas roupas.
Era muito bom ver como tudo estava voltando ao normal, ao menos o normal que eles estabeleceram para si, não trocavam os beijos só por trocar, simplesmente aconteciam, mas agora, não se culparam ou se negavam a isso.
Os dias passavam rápido demais, o gatinho se aproximando cada vez mais da azulada, enquanto o loirinho e ela se afastavam mais, ele não se importava, ao menos não tanto assim, pelo menos ele a tinha por perto, mesmo que não fosse como desejava.
Depois de mais cinco dias, o resfriado já havia ido embora e finalmente chegou o dia da retirada do gesso, ela estava feliz, pediu para guardar o gesso com ela, eram muitas lembranças, tanto as marcadas ali como as marcadas em seu corpo e coração, todos os beijos e carícias trocados com o gatinho estavam bem guardados em sua memória, todo cuidado que ele tivera com ela tocaram e muito seu coração.
Cada toque em seu corpo durante o banho, só acendia o calor que ela bem conhecia, era algo que ela vinha sentindo constantemente nas últimas três semanas, desde que começaram a serem frequentes as visitas de seu gatinho.
Estava ansiosa por vê-lo aquela noite, sabia que ele viria, como todas as noites em que ele resolvera vir cuidar dela, sempre aparecendo com um agrado, além da sopa, que deixou de ser um incômodo, gostava de receber tanto carinho assim.
Tomou um bom banho, algo que não fazia do jeito que queria há muito tempo, por mais que gostasse das vezes que ele lavara seus cabelos, o que ela gostava muito, era bom poder fazer isso sozinha novamente, ter sua liberdade de volta.
Depois de ficar quase uma hora embaixo da água quente, ao ponto ver seus dedos enrugados, o que a fez sair do chuveiro, enxugou bem o corpo e passou o hidratante, queria caprichar em sua primeira rotina de cuidados em modo solo, vestiu a calcinha, o short e a camiseta, enrolou os cabelos na toalha e saiu do banheiro, ainda tinha algum tempo antes que ele chegasse, saiu cantarolando pronta para esperá-lo, até que chegou no quarto e pegou-o em flagrante, remexendo calmamente em sua gaveta de calcinhas.
Marinette- Chat Noir! Posso saber o que o senhor pensa que está fazendo aí?!
Chat- Olá ma petite, cheguei um pouco mais cedo, queria fazer-lhe uma surpresa mas... surpreso fiquei eu ao ver este determinado móvel aberto, aproximei-me para fechá-lo, com o intuito de ajudar a vossa pessoa, quando então deparei-me com isso.
Se algum dia ela duvidou ser possível morrer de vergonha, naquele momento, ao vê-lo com sua calcinha preta entre os dedos, tinha certeza que seu fim estava próximo.
Marinette- O que...devolve isso já!
Ela tentou saltar sobre ele e tomar aquilo de volta mas, além de bons reflexos e mais rápido, ele era muito mais alto que ela, o que a deixava em clara desvantagem, ele rindo sem o menor pudor a cada salto que ela dava para tentar alcançar a peça "indecente", as bochechas totalmente vermelhas pelo esforço e pelo misto de raiva e vergonha, a toalha sendo esquecida ao cair.
Marinette- Eu vou te matar, gato maldito!
Chat- Calma...por que tanto ódio no coração? Eu só queria saber o que isso faz em sua gaveta, nunca imaginei vê-la com isso, se bem que, essa imagem agora não me deixará em paz. Ao menos não nessa encarnação.
Marinette- É só uma calcinha p***a!
Chat- Errado, é uma calcinha preta toda em renda, algo muito sexy aliás...
Marinette- Já chega!- conseguiu pegá-la em um momento de distração do gatuno- Você é um tarado! Eu te odeio!
Chat- Não pense assim deste gatinho que só lhe quer bem...- declarou puxando-a para si, os s***s batendo de encontro ao peito com um ruído seco, as bochechas mais vermelhas que antes, se isso era possível.
Marinette- Vo-você é um bobo!
Chat- E você fica linda com as bochechas assim- falou apertando suas bochechas.
Ela não conseguia falar, não com os olhos esmeralda nos seus e ele a tocando assim, mesmo que não houvesse malícia alguma naquele gesto, então virou o rosto e se afastou, ainda mais corada, não percebendo ele ir até sua cama e pegar algo.
Chat- Vejo que alguém se livrou de um peso- falou mostrando seu gesso.
Marinette- Não via mais a hora de tirar esse troço e ser independente de novo!- falou se jogando de costas na cama.
Chat- Pensei que você gostava da minha ajuda...- falou ao se sentar ao seu lado fazendo um biquinho que ela não podia descrever de outra forma se não, completamente adorável.
Marinette- Claro que sim gatinho, é só que...
Chat- Eu sei bebê, eu te entendo, é chato mesmo mas, mesmo assim, senta aqui que quero escovar seus cabelos- pediu batendo na cama para que ela se ajeitasse.
Ele pegou a escova que ela havia começado a deixar ali, não havia um só dia que ele não fizesse o mesmo pedido, gostava de sentir as madeixas sedosas escorrendo por entre os dedos, ela se entregando ao prazer que aquele cuidado lhe proporcionava.
Marinette- Você se apaixonou por eles, não é?- perguntou com uma risadinha.
Chat- Quem sabe tenha me apaixonado pela dona deles...- murmurou perto de sua orelha.
Marinette- O que você disse?
Chat- Nem eu sei direito bebê.
Ficaram calados por alguns instantes, ambos corados, sem terem coragem de continuar naquele assunto, que era um tabu para eles, a amizade era maior que qualquer sentimento e não iriam estragar de jeito algum, mesmo que não falar sobre isso talvez os machucasse do que o ato de simplesmente se calar.
Ele voltou a escovar os cabelos, com o mesmo entusiasmo de antes, era quase uma veneração, até que ele resolveu quebrar o silêncio que começava a se tornar incômodo.
Chat- E então, quais os planos para hoje? Filme, basquete, dança...você escolhe.
Marinette- Infelizmente sem idéias. Acho que você vai ter que se contentar na função de cabeleireiro...
Chat- Bem...eu tenho uma idéia do que podemos fazer, só não sei se você teria coragem...
Marinette- Tá me chamando de covarde?!- perguntou se virando para ficarem frente a frente.
Chat- Nunca bebê, sei o quanto sua mão é pesada, eu nunca falaria isso.
Marinette- Muito bom saber disso. Mas...o que você tem em mente?
Chat- Já ouviu falar em...verdade ou desafio?
Marinette- Claro que sim, quem nunca jogou isso? É regra jogarmos isso em toda festa do pijama. Mas...o que isso tem a ver? Você não..
Chat- Ok. A idéia é o seguinte, seria um verdade ou desafio, mas só com verdades.
Marinette- Tipo...vale qualquer pergunta?
Chat- Contanto que não te faça descobrir minha identidade...é aí, topa ou está com medo?
Marinette- Claro que topo, eu não tenho medo de nada!
Chat- Vamos ver se vai continuar pensando assim, meu bem...
Aquelas palavras a fizeram repensar por um momento sua decisão e pensar se não era melhor fingir um desmaio ou coisa parecida, ela tinha certeza que ele não iria pegar nem um pouco leve...
Ambos se ajeitaram ali mesmo, sobre a cama, frente a frente, ela via o desafio nos olhos verdes e pensava mais uma vez na hipótese de um desmaio, por mais que não quisesse demonstrar aquilo de forma alguma.
Chat- Espero que se lembre que não pode mentir nem deixar de responder nada hein!
Marinette- Eu não tenho nada a esconder, minha vida é um livro aberto!
Chat- E que tal se deixarmos isso um pouco mais...interessante?
Marinette- Como?
Chat- E se...quem desistir primeiro, fosse obrigado a pagar uma prenda?
Marinette- Que tipo de prenda?
Chat- Se um desistir, o outro escolhe.
Marinette- Quer saber? Eu topo, vou arrancar seu couro hoje, seu gato maldito!
Chat- Vamos ver se vai continuar pensando assim... Pode começar, primeiro as damas.
Começaram com trivialidades, como cor e prato favorito, idade, hobby e e medos mais vergonhosos, mas ela estava ficando sem perguntas, sua imaginação não era tão fértil quanto a dele, o que a deixava em clara desvantagem.
Depois de meia hora ela já estava quase desistindo, mas não queria pagar a prenda, conhecia o gatinho bem o suficiente para saber que ele não pegaria nem um pouco leve.
Marinette- Bem...quantos anos você tem?
Chat- Pensei que fosse perguntar algo mais difícil, estou prestes a completar dezoito. Minha vez, a minha boca foi a primeira que provou a sua?
Marinette- Eu...não...é que...não. Eu...te conheço sem a máscara?
Chat- Sim, nos conhecemos há algum tempo. Se, eu não fui o primeiro, quem foi o outro que teve a honra de lhe beijar?
Marinette- Foi...foi...o Adrien.
Chat- O modelinho e******o?
Marinette- Não fala assim dele!
Chat- Não fique brava princesa, foi só uma brincadeira, além do mais, sou obrigado a admitir que...a sua boca também foi a primeira que eu tive a honra de provar.
Aquela declaração a fez se calar e sentir o rosto ruborizar imediatamente, ela lembrava da vez em que trocaram um beijo, transformados, mesmo sem terem memórias do ocorrido, apenas as fotos de Alya, pensava que, por não se lembrarem, ele estava falando do primeiro beijo que trocaram, por um impulso, semanas atrás, mesmo que, nas duas vezes, fosse ela de qualquer forma, inclusive no beijo que ele lhe roubou e que agora ela lhe devia desculpas pelo modo que agira depois.
Porém...ela não imaginava, nem havia como saber, que, ele falava do mesmo momento que ela, anos atrás, no antigo esconderijo, que se tornara um local dos encontros secretos, com muitos beijos apaixonados.
Chat- Então...sua vez princesa.
Marinette- Er...você...estuda ou fugiu da escola pra participar de um circo em decadência, daí suas piadas sem graça?
Chat- Ei! Minhas piadas são todas felinomenais!
Marinette- Sei...
Chat- E...quanto à sua pergunta, apesar de achar muito interessante sua opção, eu estudo em um colégio normal, com alunos normais, exatamente como você, mas...sem mais detalhes, lembre que nada que possa revelar minha identidade.
Marinette- Assim fica impossível!- reclamou cruzando os braços com as bochechas infladas, algo deveras fofo, na opinião do gatinho.
Chat- Que seja, lembre que você aceitou bebê. Minha vez. Bem...vocês já se beijaram, como você mesma disse, mas...fizeram...alguma coisa além do beijo? Não vale mentir.
Ele sabia muito bem a resposta para aquela pergunta, lembrava muito bem das vezes em que acabavam abandonando as camisas em um canto qualquer e da primeira vez que sentira seus s***s por sobre o sutiã rendado, em meio aos beijos, que só paravam quando tinha certeza que iria explodir, tendo que se resolver sozinho em casa.
Marinette- Eu...nós...
Chat- Ok, não precisa falar nada, o tom que seu rosto atingiu foi resposta suficiente.
Marinette- Que...inferno gato maldito! Eu...nem sei o que perguntar!
Chat- Não seja por isso, eu pergunto mais uma vez. Você...já se tocou, pensando no seu loirinho?
Marinette- Eu?! O quê?! Que tipo de pergunta é essa?!
Chat- Uma pergunta normal.
Marinette- É mesmo? E o que você iria dizer se eu perguntasse a mesma coisa, sobre você e a Ladybug?
Chat- Eu diria que sim.
Marinette- O quê?!- perguntou sentindo o rosto esquentar ainda mais.
Chat- Qual o problema? Somos jovens, temos desejos que...precisamos realizar, com ou sem um parceiro. E a joaninha sempre me inspirou nos...momentos solitários. Por mais de uma vez inclusive.
Marinette- Chat! Eu...não preciso ouvir essas coisas!
Era muita informação de uma vez só, era impossível continuar ali sem ter um treco depois de saber de tudo aquilo, então tentou se levantar, precisava de ar antes de pirar, mas ele a puxou, sentando-a em seu colo, de costas para ele, os braços em volta de sua cintura.
Chat- Você não vai fugir, não sem antes pagar a prenda.
Marinette- E o que...
Chat- Não se preocupe bebê, só quero lhe ensinar como ter prazer, mesmo estando longe do loiro, mesmo que ele não mereça.
Marinette- E se...eu não quiser pensar nele, quer dizer, se eu quiser pensar em outro garoto, alguém que tem invadido meus pensamentos ultimamente, muito mais que eu consiga controlar?- perguntou virando o rosto para encontrar os olhos esmeralda.
Chat- Garanto que ele ficaria muito lisongeado em saber disso. E...ele diria que...também existe uma garota, uma amiga muito especial que...tem tomado os pensamentos dele no lugar de uma certa joaninha.
Marinette- Gatinho...
Chat- Relaxa bebê, eu nunca faria nada pra te machucar. Você confia em mim?
Marinette- Confio.
O momento em que os lábios se encontraram foi algo mágico, algo que ambos queriam há muito tempo, mesmo sem terem coragem de pôr aquilo em palavras.
Eles não tinham pressa, os lábios se tocando com toda a calma do mundo enquanto as garras subindo pela barriga, deixando pequenas marcas sutis na pele exposta pelo movimento que ela fizera, pequenos suspiros escapando através dos lábios gorduchos quando ela sentiu o primeiro toque na parte debaixo do seio.
As línguas se tocavam, também sem pressa, era como se quisessem se conhecer mais uma vez, ela ergueu a mão esquerda para tocar o rosto de seu "amigo", deixando o espaço livre para o primeiro toque sem pudor no seio, algo que ele não tardou em fazer, arrancando um gemido baixinho e mais arrastado da azulada.
Ele conseguia sentir seus gemidos contra os lábios, o que o deixava feliz por saber que a estava agradando, a garra afagava o seio bem lentamente, as unhas arranhando de leve o mamilo por cima do tecido.
A boca não tardou em deixar os lábios e seguir em direção ao pescoço, deixando marcas sutis em seu percurso, a língua molhando todo o caminho, ela já havia perdido o controle sobre si mesma e jogado a cabeça contra o peito do gatuno, os dentes prendendo o lábio inferior, deixando os s***s livres às carícias de ambas as garras.
Mal percebeu quando ele pegou uma de suas mãos e a fez se juntar à carícia cheia de malícia e maldade, ele beliscando seus m*****s, sentiu-o continuar com a boca por seu pescoço, indo até sua orelha e prender o lóbulo entre os dentes, mas não esperava o que vinha a seguir, quando ele resolveu falar, a voz se juntando aos seus gemidos.
Chat- Bebê, eu quero que você continue sozinha, quero te ver ter prazer.
Marinette- Mas...
Chat- Não se preocupe, estarei aqui com você.
Ela respirou fundo, nunca havia feito nada sequer parecido com aquilo, mas tinha certeza que não havia o que temer, ela falou a verdade, confiava nele, de corpo e alma, podia sentir a respiração em seu pescoço, as garras arranhando de leve sua cintura, enquanto continuava o que ele havia começado, era estranho fazer aquilo com ele ali, lhe tocando e beijando, mas ao mesmo tempo, era tão bom, não tinha como explicar o que sentia, mas agradecia a presença daquele gato sem vergonha ao seu lado naquele momento.
Tudo era tão novo, mas ao mesmo tempo tão bom que, sem ao menos perceber, levantou um pouco sua blusa, colocando a mão por baixo e tocando a pele diretamente, um gemido escapou de seus lábios.
Não percebeu o momento em que ele tirara a luva, deixando a mão esquerda livre, só sentiu o toque da mão contra sua pele quando ele resolveu segui-la e tocou seu outro seio, envolvendo-o da mesma maneira que ela fizera, dando a ela a melhor sensação de todas, pelo menos até aquele momento.
Ela não conseguia raciocinar direito, era impossível com tudo que estava acontecendo, o que só piorou quando sentiu a garra segurar e guiar sua mão até o interior de seu short, por sobre a calcinha, enquanto lambia e dava leves mordidas em seu pescoço.
Marinette- Chat...- gemeu, pressionando a cabeça contra o peito do gato.
Chat- Continua bebê, você tá indo muito bem.
Os toques eram indecisos e inseguros, ela nunca havia feito algo sequer parecido àquilo, mas se deixava levar, apesar do medo e da vergonha, ele notou sua angústia e resolveu ajudá-la e fazer algo a mais também, segurando com firmeza a mão e mostrando a ela como prosseguir, mas a timidez foi maior e não conseguiu continuar, o receio era maior do que podia suportar, então simplesmente travou, ao sentir a garra deixando-a sozinha e indo em direção à coxa.
Ele percebeu o nervosismo e resolveu ajudá-la.
Segurou seus ombros com delicadeza e fez com que o corpo esguio se curvar-se lentamente, até ela estar com as costas sobre o colchão macio, ele ao seu lado e os olhos unidos aos seus, querendo transmitir toda a confiança que ela necessitava e buscava naquele momento.
O plano original de fazê-la ter prazer sozinha estava fadado ao fracasso, mas ele não iria desistir, havia ido longe demais para parar, por isso deixou-a tocando o próprio seio mais uma vez enquanto voltava a distribuir leves beijos por seu rosto, queixo e pescoço, cada beijo fazendo-o perceber o nervoso deixar seu corpo.
Cada beijo fazia com que ele a sentisse mais leve e entregue, os beijos desciam por seu colo, passando pela blusa levemente levantada, deixando parte dos s***s à mostra, ele continuando o caminho, deixando um rastro molhado por sua barriga, passando por seu umbigo até chegar ao short, ela já havia esquecido o que estava fazendo antes, agora mordendo uma mão para abafar os gemidos que se tornaram mais altos a cada instante.
Ela abriu os olhos mais uma vez, encontrando com as esmeraldas que a observavam em plena luxúria e desejo, sua respiração mais ofegante do que poderia imaginar ao vê-lo enfim segurar o short entre os dentes e escorregá-lo por suas pernas, descartando-o fora da cama sem nem um palavra e retornar por seu corpo, até seus lábios e tocá-los antes de se aproximar de sua orelha mais uma vez.
Chat- Sabe meu bem, minha prenda é, te ver ter o máximo do prazer, mesmo que...com a minha ajuda.
Ela se contorceu ao ouvir aquilo e sentir sob a própria mão mais uma vez a umidade que provinha de su i********e, a garra mais uma vez guiando-a nos movimentos, fazendo seus dedos subirem e descerem, rodeando um ponto já bem sensível.
Sentia a boca marcando seu pescoço enquanto a garra deixava sua mão e chegava à coxa roliça, apertando e marcando também, tanto prazer era algo antes nunca imaginado mas agora muito bem vindo, ele não se contendo mais e seguindo em direção à um seio, tomando-o sem pudor entre os lábios e sugando-o com malícia, arrancando grunhidos da boca delicada.
Marinette- Chat...
C- Assim bebê, continua, quero te ouvir gemer.
M- Ai...gatinho...
Era tentação demais tê-la daquela forma, os s***s tinham um sabor todo especial, a blusa já não escondia mais nada, já totalmente transparente àquele altura, mas ele queria mais e, mesmo sabendo que ela poderia brigar depois, não se conteve e ergueu ainda mais aquele tecido, expondo os s***s alvos de m*****s rosados e levemente entumecidos.
Ela abriu os olhos no momento em que ele lhe tocou a primeira vez, a respiração ofegante e acelerada, ele percebeu e não desviou o olhar, ao contrário, continuou olhando-a nos olhos enquanto percorria seus s***s com a língua, subindo e descendo, ou apenas circulando-os, sempre olhando-a, se perdendo na imensidão daquele mar.
Aquela imagem para ela era a coisa mais sensual que já presenciara, a coisa que aqueceu ainda mais seu corpo, que já estava em chamas naquele momento.
Ele também já estava muito e******o, seu corpo inteiro parecia pegar fogo, não conseguia mais resistir, a boca sugava o seio com vontade enquanto a garra continuava a tocá-la, por sobre o tecido e a mão delicada, não tinha como se controlar, seu corpo agia por vontade própria, chegando mais perto e se esfregando em sua coxa, deixando-a sentir a rigidez sob sua roupa, o que a fez soltar um gemido ainda mais alto, antes de segurar sua mão, impedindo-o de continuar.
Marinette- Pára Chat...
Chat- O que foi? Eu...te machuquei? Te assustei? Eu...eu não queria...
Marinette- Não é nada disso.
Chat- Então...
Marinette- Eu só...não acho justo...só eu receber tudo isso enquanto você...
Chat- Eu...?
Marinette- Eu quero te sentir, quero te tocar também.
Chat- Você...tem certeza?
Marinette- Sim, por favor.
Chat- Ma petite...
Marinette- Também quero te dar prazer, mon chaton.
Ele ouviu as palavras tão sinceras e não teve como recusar o pedido, por isso se afastou, ficando de joelhos na cama, observando-a descartar a blusa enquanto ele fazia o mesmo com a jaqueta, notou como seu rosto tomou uma coloração ainda mais escarlate, mas não havia mais medo em seus olhos, o que o fez continuar, levantando e descartando a calça e as botas, voltando para ela apenas de cueca, feliz por não ter colocado uma da marca de seu pai naquela noite.
Os olhos se cruzaram, enquanto eles se aproximavam, as mãos pequeninas foram até o peito, levemente musculoso, as mãos se perdendo na pele, tocando tudo onde podiam alcançar, acariciando e arranhando a pele, ouvindo-o suspirar a cada novo toque, ele fazia o máximo para não delirar e perder o pouco de controle que ainda lhe restava, a cueca sendo para ele como uma prisão para o m****o que latejava de tamanha excitação que sentia.
Por maior que fosse a inocência e inexperiência da azulada, o que ela fazia era cada vez mais torturante para ele, cada beijo em seu ombro o deixando mais à beira da loucura, os corpos se curvando até encontrarem novamente o colchão, ambos com apenas uma peça cobrindo seus corpos para evitar a completa nudez.
As bocas se encontraram, as línguas se enroscando com vontade, os corpos colados, a garra arranhando onde podia, enquanto a mão apertava sua b***a, ela desceu as mãos por seu peito, arranhando de leve por onde passavam, parando no cós da cueca, sem ter coragem para continuar, mas sentindo a rigidez debaixo do tecido contra sua mão, ele resolveu ajudá-la, a boca em seu pescoço, a garra segurando a mão pequenina descendo o tecido e libertando seu m****o, que praticamente saltou, totalmente duro, o que a deixou sem graça e muito vermelha, ao ver aquela parte pela primeira vez.
Marinette- É...bem grande...bem maior que eu pensava.
Chat- Então você pensou em como ele seria?
Marinette- Ta-talvez...
Chat- Se...quiser parar...
Marinette- Não.
Ele se aproximou um pouco mais, encostando os lábios com carinho enquanto guiava a mão para o m****o com a garra, fez com que ela o envolvesse, a mão livre segurou sua nuca, aprofundando o beijo ao começarem os movimentos de subida e descida, era indescritível a sensação de tê-la fazendo o que ele tantas vezes fizera sozinho, antes pensando na companheira que desaparecerá desde que tudo dera errado, para então dar certo mas, que há algum tempo, não era mais ela que reinava em suas fantasias.
A mão sem luva desceu lentamente passando por seus ombros, percorrendo sua barriga e chegando mais uma vez à calcinha rendada, sentindo o quanto estava molhada, era delirante poder tocá-la assim, sem ressalvas, nem pudor, do mesmo modo que ela o tocava, mesmo assim ele queria mais, por mais que soubesse que nunca haviam feito nada parecido, queria poder além do limite da amizade, apesar de já terem cruzado essa linha há muito tempo.
Parou por um instante segurando a calcinha entre os dedos e olhou para seu rosto, se perdendo no mar que ela trazia nos olhos, esperando qualquer confirmação de que poderia continuar, acreditava que ela o empurraria e que tudo terminaria assim, mas ela o surpreendeu, ajudando-o a tirá-la, ficando completamente nua à sua frente, assim como ele.
Era um passo gigantesco que estavam dando, tinham consciência disso, mas não queriam, nem conseguiriam mais, parar, a i********e entre eles era algo que não iriam negar, o carinho e o desejo eram algo latente e pulsante, um lugar de onde não havia mais volta.
O primeiro toque na pele úmida era algo fantástico para os dois, algo tão bom para ele quanto o que ela fazia consigo, mesmo com a pouca experiência que ela possuía, conseguia enlouquecê-lo a cada movimento da mão, os dedos se movendo lentamente
Ela gemia e se contorcia aos seus toques, os dedos explorando cada pedaço, ouvindo seus gemidos em sua orelha, enquanto a boca descia por seu pescoço até abocanhar um dos s***s, sugando-o e mordendo com vontade, quase não conseguia se controlar, seu corpo já não a obedecia, aquilo tudo era demais para ela.
Os movimentos não eram precisos, mas os estavam levando muito além do que imaginavam, a velocidade e a intensidade aumentavam, os corpos já estavam suados, tentavam não fazer muito barulho, mas era impossível se controlarem, a excitação, o prazer e o desejo eram demais.
Ele circulava seu c******s, com todo cuidado, queria que ela chegasse ao seu máximo, mas sem machucá-la, ela tentava se concentrar no que tinha que fazer, mas o que ele fazia com ela tirava todo seu controle e concentração, levando-a à beira da loucura.
Ele sentia que estava próximo, sabia que ela estava também, não iria adiar mais, era algo que ambos queriam, seu dedo investiu contra sua i********e, penetrando-a de leve, sem ir até o final, não queria lhe provocar nenhuma dor, não agora, ela se contorcia cada vez mais, indo de encontro à sua mão, que não só tocava, mas agora simulava pequenas estocadas contra ela.
O tempo era algo inexistente, assim como tudo ao redor, o mundo é tudo à sua volta era algo totalmente sem importância, os sons que provinham de suas bocas eram o único som que eles ouviam, seus corpos impondo um ao outro um rítimo próprio, o ritmo só deles, a velocidade e a intensidade aumentando a cada segundo, ambos esquecendo o autocontrole e, quando enfim o ápice do prazer os arrebatou, ela se deixou escorrer por sobre os dedos do gatinho e ele em sua barriga.
Ele a abraçou com carinho, sem se importar se acabaria se sujando com o ato, a garra afastando alguns fios de cabelo de seu rosto, beijando sua testa enquanto apertava ainda mais o abraço, buscando nos olhos azuis alguma confirmação de que estava tudo bem.
Como não poderia ser nem mesmo naquela situação, ele não perdeu a oportunidade para deixar o ar mais leve, as piadas eram seu modo de esconder o medo que as vezes o abatia, só o que não esperava era a resposta que viria com o sei gracejo.
Chat- Você é muito doce, do jeitinho que eu imaginava- gracejos levando os dedos à boca.
Ela então, em um momento de coragem, ou de pura insanidade, levou dois dedos à própria barriga, limpando o g**o de seu querido amigo, também levando-os à boca, provando o líquido leitoso.
Marinette- Você também não fica muito atrás, é bem gostoso...
Chat- O que eu fiz com você princesa?- perguntou colando as testas.
Marinette- Nada que eu também não quisesse gatinho. Eu sei que...você pode ter muitas namoradas e que...elas podem ser melhores nisso que eu, mas...
Chat- Pára- pediu colocando um dedo sobre os lábios gorduchos. Você ainda não entendeu o quanto é especial pra mim e que não há ninguém na minha vida? Nunca houve.
Marinette- Perae...isso quer dizer...
Chat- Essa foi a primeira vez que fiz isso com alguém.
Marinette.- O quê?! Como assim?!
Chat- É verdade, eu nunca...passei dos beijos com ninguém.
Marinette- Então...
Chat- Você é única pra mim ma petite, ninguém nunca me fez sentir nada parecido com o que sinto por você, mesmo não entendendo isso direito.
Quando ela ia dizer como se sentia, explicar que estava na mesma situação que ele, o som do anel os interrompeu, deixando aquela conversa para mais tarde.
Ele se levantou e pegou as roupas e se vestiu o mais rápido que pôde, ela acreditava que ele iria sem ao menos se despedir, mas ela estava completamente enganada, ele não faria isso com ela jamais, não depois de tudo que viveram até ali.
Chat- Bonsoir ma petite.
Marinette- Bonsoir mon chaton.
Um beijo suave e cheio de promessas foi o final perfeito para uma noite perfeita, uma noite que se repetiria muitas outras vezes.