James riu. Os dois ficaram apaixonados pela sobrinha, é claro. Graças a Deus a queridinha não era nem um pouco parecida com a mãe, tanto no caráter quanto na aparência. Aria era uma Maxwell por completo. Ela puxou James de todas as maneiras possíveis, e ele a amava por isso. Inferno, ele simplesmente a amava independentemente. Ela era tudo para ele, e ele sabia que ela não iria decepcioná-lo como sua mãe tinha feito, jogando fora seu amor como ela fez com seus sapatos ou vestidos não mais desejados.
Porr*a! O amor foi feito para ser incondicional. Um sentimento mútuo compartilhado entre duas pessoas, entre marido e mulher,
que durou até que a morte nos separe. Não é algo para ser tomado de ânimo leve e descartado sem pensar duas vezes.
Na porta, ele olhou mais uma vez para Whitney e então saiu.
Uma sensação de alívio o percorreu no momento em que entrou na Ferrari preta. Ligando o motor, a música ecoou no espaço confinado. Colocando a marcha à ré, ele saiu do estacionamento e saiu da propriedade Worthington.
Uma brisa fresca batia contra sua pele, o que era bom. James deixou sua mente vagar, pensando em tudo e nada. Cerca de vinte minutos depois, seu celular tocou. Ele olhou para a tela e notou o nome piscando para ele. Um sorriso surgiu em seu rosto. Ele rapidamente ligou o alto-falante, ao mesmo tempo silenciando a música.
-Ei, querida. Ele cumprimentou.
-Papai? Veio a voz de Aria.
-Sim, querida?
-Você está voltando para casa?
Ele riu. -Sim. Você terminou sua aula de piano?
Uma pausa e então. -Sim. Mas, papai, Sammy não vai comer a comida que eu dei a ele.
Ele vai morrer de fome se não comer. Estou preocupada. Ele não come direito há dias. Devemos levá-lo ao veterinário?
Ele franziu a testa. -Estarei em casa em um minuto, Aria. Papai vai cuidar disso.
-Sério? Ela riu alegremente, o que fez seu coração brilhar.
-Papai? Acabei de aprender uma nova peça hoje. Você quer ouvir?
=Claro. Ele disse mesmo sabendo que ela era horrível nisso. Ele não achava que piano era coisa dela, mas ele não podia
dizer não porque ela queria aprender muito.
-Foi difícil, mas a Sra. West me disse...
James balançou a cabeça. Lá vai ela de novo, ele pensou.
-Merd*a! Ele xingou quando seu pé bateu forte no freio enquanto uma mão pressionava a buzina e a outra habilmente
girava o volante, desviando o carro do caminho. O som de pneus cantando contra o asfalto era alto em seus ouvidos.
Um momento agonizante depois, o carro parou completamente, não atingindo a garota por meros centímetros.
-Papai? Uma voz em pânico o alcançou, e James percebeu que Aria ainda estava na linha.
Ele respirou fundo e disse calmamente: -Está tudo bem, querida. Apenas um coelho na estrada. Vejo você em breve, está bem?
-Tudo bem. Aria respondeu, incerta.
Ele rapidamente cortou a linha e abriu a porta.
A garota estava esparramada no chão, sua mochila e mapa impresso espalhados ao redor dela.
Ele parou diante dela, preocupado que ela pudesse se machucar. Lentamente, ele a viu desviar o olhar para cima de suas pernas e, finalmente, para seu rosto. No momento em que a viu totalmente, seu estômago se agitou em uma deliciosa reviravolta de sensações. Olhos grandes e assustados olharam para ele. Seu rosto estava corado e delicadamente bonito. Cabelos longos e trançados emaranhados descansavam ao acaso sobre um ombro. Quanto mais ele olhava para ela, mais ele estava convencido de que a tinha visto em algum lugar antes. Então o atingiu! Andy Donovan. P*uta m&erda! Ela parecia Andy Donovan.
Esta tinha que ser sua irmã.
Ele não podia acreditar que a irmã de Andy era tão jovem. Ela não parecia muito mais velha do que vinte.
Seu e-mail sugeria o contrário, no entanto. Curto e direto ao ponto com uma f**a sem sentido no mato.
Pelo e-mail, ele achou que ela estava na casa dos trinta, armada com dois milhões de dólares.
Ele estava errado. Ele soube no momento em que encontrou seus olhos que essa garota não tinha duzentos dólares em sua carteira, assim como seu irmão.
Agachando-se sobre um joelho, ele olhou atentamente para ela. Então ela teve que ir e lamber os lábios. Seu olhar foi atraído para a carne brilhante e gorda, e uma onda de desejo o percorreu. Ah Mer*da! Não é uma boa primeira impressão.
Nada de bom ia sair disso. A garota parecia que ela precisava de uma boa arrebatadora, naqueles lábios e talvez em muitos outros lugares em seu corpo.
Para se distrair, ele perguntou: -Você está bem?
Quando ela não respondeu, ele colocou uma mão sobre seu braço. Faíscas elétricas foram carregadas entre eles, e ele sentiu o vento ser nocauteado. Faíscas!
Por*ra! Ele sentiu faíscas pela irmã de Andy Donovan.
A mão dele apertou o braço esbelto dela quando sentiu um desejo repentino e avassalador correr por ele. Ele reprimiu o desejo tão rápido quanto veio. Lentamente, ele a guiou para cima, seu olhar quente sobre o dela. Então ele deu um passo para trás,
recusando-se a pensar na atração que estava lentamente voltando à superfície.
-Não entre na estrada sem olhar se você não quiser ser atropelada. Disse ele.
-Obrigada. Ela respondeu suavemente, seguida por um sorriso hesitante que o deixou sem fôlego.
Ele se afastou, com relutância. No carro, ele ligou o motor e virou o olhar para observá-la novamente, com curiosidade.
Ela estava ocupada recolhendo seus pertences. Suas ações eram delicadas, e ele não tinha ideia de por que achava isso
tão fascinante. Depois de empurrar a marcha para a frente, ele pressionou o pé no acelerador e passou por ela, subindo a colina.
Se ela estava vindo para vê-lo sobre seu irmão, ela teria uma caminhada infernal para chegar lá.
Ele esperava como o inferno que ela não o fizesse. Pelo menos não agora, não depois que ele sentiu o cheiro dela, suor e sujeira misturados com algo doce, o que era delicioso. Não depois que ele viu a cor perfeita de seu rosto corado e sentiu a suavidade
de sua pele branca leitosa. Ela era muito fodidamente tentadora pela metade. Suas mãos coçaram e seu pênis se mexeu e endureceu quando o sangue começou a migrar para lá, preparando a pequena fera para a ação.
Ele fechou a ereção ao mesmo tempo em que puxou o freio de mão. Desligando o motor, ele respirou fundo, seu rosto escuro com uma carranca.
-Por*ra! Ele murmurou baixinho quando a frustração s*x*ual estimulou quente em suas veias mais uma vez.
Ele fechou os olhos e respirou fundo outra vez. Alguns segundos depois, sabendo que a sensação logo passaria, ele saiu do
carro e foi até a porta da frente.
A Sra. Lane, a governanta, esperava por ele.
-Onde está Aria? Ele perguntou, de costas para ela enquanto ela cuidadosamente puxava para baixo sua jaqueta.
-No andar de cima em sua sala de estar, senhor. Ela respondeu sem tom.