CAPITULO 6

1285 Words
Ele subiu as escadas de dois em dois. No segundo andar, ele entrou na sala de estar de Aria. Ela estava lendo um livro, e Sammy e Alfie, duas bolas de pelo branco, uma grande e uma pequena, estavam ao lado dela, descansando suas cabeças em seu colo. A Sra. Sophie Wilson, babá de Aria, estava sentada em uma cadeira não muito longe. Quando James limpou a garganta, Aria olhou para cima. Seu rosto estava brilhante quando ela o viu. -Papai! Ela gritou com prazer, correndo para ele e se jogando em seus braços abertos. Os dois cães estavam atrás dela e latiam excitados aos pés dele. Levantando-a, ele a beijou na bochecha. -Um meu. Disse ele. Então ele a beijou na outra bochecha. -Um Do tio Scott. Ela riu quando ele começou a beijar sua testa. -E um do tio Eric. Aria colocou os bracinhos em volta do pescoço dele e o beijou de volta em sua bochecha dura. -Um da Aria. Ele riu. -Sim, da Aria. -Papai, Sammy não vai comer. Ela apontou para a CAD*ela com acusação. -Ela não quer me ouvir. James ergueu as sobrancelhas. -Oh? Vamos ver se consigo fazê-la comer, então? Aria assentiu com entusiasmo, e Alfie latiu exc*itado. James a carregou para fora da sala de estar e então desceu as escadas em direção à cozinha, Sammy, Alfie e Sophie seguindo logo atrás. O tempo todo, sua queridinha continuou tagarelando, contando sobre seu dia na escola. De repente, ela parou e perguntou: -Papai? O coelho está bem? Por um momento, ele não entendeu do que ela estava falando. Então ele se lembrou, e uma imagem da garota esparramada no chão faiscou em sua mente. Um desejo repentino de beijar e saborear aqueles lábios carnudos queimou nele. Ele apagou o desejo ardente e concentrou sua atenção em sua adorável filha. -O coelho está bem. -Por que você não trouxe ele? Pode ter sido ferido e precisa de cuidados. Ela parecia desapontada com ele. Ele sentiu como se alguém tivesse lhe dado um soco no estômago, forte. Culpado como acusado. Por que ele não se ofereceu para trazer a irmã de Andy para vê-lo? Porque ele queria beijá-la e fodê-la ali mesmo, e tê-la sentada no carro com ele seria muito tentador. -Ele quer ir para casa com sua família, querida. Disse ele evasivamente. -Então sua mamãe pode cuidar dele? Aria perguntou inocentemente. =Sim. Ele disse, finalmente alcançando o andar térreo. -Mas e se não tiver uma mamãe? Ela perguntou, seus olhos azuis brilhantes grandes. - Se como eu não tivesse mamãe porque mamãe fugiu? Uma onda tóxica de raiva e mágoa o percorreu. Ele acariciou o cabelo escuro de sua filha com carinho e disse: -Vai ter um papai para cuidar disso. -Como você? Ela perguntou, sorrindo feliz. -Sim, querida, como eu. Ele respondeu. Ela apertou os braços em volta do pescoço dele e descansou a cabeça em seu ombro. Eles entraram na cozinha um momento depois, e Martha o cumprimentou com um: -Oh, Sr. Maxwell, o que posso fazer pelo, senhor? Como de costume, ela parecia nervosa em sua presença. Ele estava acostumado com a equipe, independentemente de estar aqui na casa ou nos vários hotéis, resorts e prédios comerciais Maxwell ao redor do mundo, parecendo e agindo como se estivesse prestes a sacar uma arma e atirar na cabeça deles. Foi bom, porque ele teve seu quinhão de atirar nas pessoas na cabeça. Sem mencionar muitas lutas clandestinas e subterrâneas. -Sammy precisa de comida. Disse ele. -Eu acabei de colocar comida para ela. Martha gaguejou, seu rosto um pouco pálido, como sempre. -Ela não comeu. Disse Aria. -Papai vai obrigá-la. Martha olhou para os cães. -Vou preparar para ela novamente imediatamente, senhor. Cerca de cinco minutos depois, Sammy cheirou o pedaço de carne marrom em sua tigela e deu uma pequena mordida. Alfie também se serviu da comida. O pirralho ganancioso! -Ela está comendo. Disse James. -Como é que ele só ouve você? Aria perguntou, seus olhos grandes e acusadores. Ela era tão fofa; ele não pôde deixar de beijá-la. -Eu não tenho idéia. Disse ele honestamente. -Ainda quer jogar para mim? Ela assentiu com entusiasmo. James a ergueu e a carregou pelo corredor até os fundos da mansão onde ficava a sala de música. Os cães deixaram a comida e os seguiram, assim como Sophie. Ele logo estava ouvindo sua querida filha tocando música desafinada, quando bateram na porta. A Sra. Lane ficou ali, com a mão entrelaçada à sua frente. - A segurança precisa de uma palavra com você, senhor. Ele sabia que estava chegando. Ele se virou para a filha. -Aria, papai tem negócios para resolver, tudo bem? Aria assentiu. -Posso levar Sammy e Alfie para brincar lá fora? -Claro que você pode. Olhando para Sophie, ele disse: -Certifique-se de que ela não vá para a floresta. =Vou me certificar disso, senhor. Ela sorriu para ele, seus olhos brilhantes. Ele vai admitir que Sophie era uma jovem incrivelmente bonita, e ele sempre se perguntou por que ela iria querer ficar presa aqui como babá de Aria. Ele sabia que ela era mais ambiciosa. Ele afastou o pensamento de sua mente e saiu pela porta, subiu as escadas e entrou em seu escritório. Ligando o interfone, ele exigiu: =O quê? =Senhor. Há uma garota aqui para ver você. Ela disse que você enviou um e-mail solicitando sua presença? Ele ligou a tela do laptop conectado à câmera de segurança. A tela preta acendeu e, um momento depois, o rosto da garota apareceu diante dele. Ele olhou para a tela, para a irmã de Andy, longa e duramente, e sentiu seu pênis se mexendo novamente. =Ela tem um nome? =Err, Mia Donovan, senhor. Ele respirou fundo, seus olhos ainda na tela do laptop, na garota que causava faíscas, a garota que conseguiu despertar seu p(au sem nem fazer nada sedutor. Ele iria se arrepender disso. Peter, ele disse: -Deixe-a entrar. MIA No momento em que avistei o portão gigantesco, meu coração perdeu uma batida. Olhei para o número e, com certeza, era a propriedade certa. Ou melhor, propriedade, porque se estendendo diante dos meus olhos havia acres de gramado e bosques. Eu ainda não tinha visto a casa, mas sabia que ia ser grande. Fui até o interfone e apertei o botão. Um zumbido veio e então uma voz masculina disse: -Sim? Eu nervosamente limpei minha garganta. -Eu... estou aqui para ver o Sr. Maxwell. -Você tem um compromisso com ele? Ele foi duro e direto ao ponto. -Err, não, eu... -Sem compromisso, sem Sr. Maxwell. Entrei em pânico e sabia que ele estava prestes a encerrar nossa conversa. -Não, por favor. Quero dizer, ele me enviou um e-mail pedindo que eu fosse vê-lo. Quero dizer... o Sr. Maxwell me enviou um e-mail algumas semanas atrás. Uma pausa e então. -Seu nome? -Mia... Mia Donovan. Eu disse rapidamente. -Espere um minuto. Disse ele, e então o interfone tocou. Pisquei e então olhei ao meu redor, absorvendo a paisagem. Era algo para fazer enquanto eu esperava. Mas realmente, eu estava tão preocupado, o cenário requintado não me interessou por muito tempo. Cinco minutos depois, o zumbido voltou. -Entre. Apenas siga o caminho. Você não vai perder. -Obrigado. Eu disse quando o portão se abriu. Eu dei aquele pulinho para puxar minha mochila pelos ombros e então me dirigi para o portão aberto. Eu segui o caminho, e não demorou muito para que eu visse a paisagem mais deslumbrante da cidade abaixo. Os prédios brilhavam como joias sob a luz do sol da tarde. Por um momento, eu estava perdida. Por um momento, me senti livre de todas as preocupações e fardos que pesavam sobre meus pequenos ombros.
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