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Heaven: nosso caso secreto

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Blurb

Analiz Lopez é uma jovem engenheira civil de 27 anos que fez mestrado e estágio nos Estados Unidos da América, por esse motivo seu chefe, Mr. Steven Parker, a manda para uma ilha paradisíaca no seu país natal, o Brasil, para coordenar a construção do Heaven Hotels & Suites LLC, mais um dos resort luxuosos e de alto padrão da rede.

A morena de longos cabelos castanhos e corpo bem definido chama a atenção do também engenheiro Thomaz Ferraro, um milionário mulherengo de 32 anos, sócio e herdeiro da Ferraro Incorporações, empresa responsável pela construção do empreendimento.

O clima quente e afrodisíaco da ilha é o cenário perfeito para um belo romance, mesmo que um deles esconda uma escolha impulsiva do passado que pode colocar tudo a perder.

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Capítulo 1
***Analiz*** É realmente um enorme desafio, apesar de ter apenas cinco anos de formada em engenheira civil, tenho bastante bagagem devido o estágio e o mestrado que fiz nos Estados Unidos, mas, se o Mr. Steven Parker confiou em mim, quem sou eu para duvidar!! Ouvi o sinal do elevador avisando parar no último andar, encarei meus enormes olhos castanho claro, ajeitei meu blazer terracota que combinava perfeitamente com minha pantacourt da mesma cor, camisa branca com renda nos braços e minha sandália nude, respirei fundo e esperei a porta abrir. Caminhei até a moça na recepção: - Bom dia! Me chamo Analiz Lopez, tenho uma reunião com o senhor Olavo Ferraro – sorri. - Bom dia senhorita Lopez, sou a Diana, os senhores já a aguardam, queira me acompanhar por favor! – ela sorri de volta. A sigo até entrarmos em uma sala ampla, com uma das paredes com janelas do teto ao chão com a vista do horizonte da cidade, uma enorme mesa no centro, algumas cadeiras, e mais alguns detalhes aos quais eu não me atentei, afinal, já tinham três homens sentados a minha espera. O mais velho deles, grisalho, aparentava ter seus 60 e poucos anos, logo que me viu, se levantou e abriu um largo sorriso me estendendo a mão: - Bom dia senhorita Lopez! Me chamo Olavo Ferraro e sou um dos sócios da Ferraro Incorporações – aperto sua mão também sorrindo – acredito que faremos um ótimo trabalho juntos, afinal, o Steven não confiaria sua menina dos olhos a alguém que não fosse qualificado! Seja muito bem-vinda! - Obrigada senhor Ferraro! – aperto sua mão ainda sorrindo – será um prazer trabalharmos juntos. - Só Olavo por favor, esses são meus filhos e sócios, Thomaz e Enrico – ele aponta para os homens ao seu lado, aceno com a cabeça os observando enquanto os cumprimento. Um deles, Enrico, parece ser o mais novo, a barba baixa, cabelos e olhos castanhos e uma cara de nerd, o outro, tem os cabelos castanhos ligeiramente bagunçados, uma barba curta e bem desenhada, olhos claros, usava uma camisa social clara, marcando seu abdômen malhado e os músculos do braço, rodava uma caneta entre os dedos, parecia mais velho que o nerd, Thomaz. - A mocinha que a senhorita encontrou na recepção é a Diana, hoje está aqui conosco, mas será a secretária de vocês em campo – continua Olavo – acredito que ela possa te ajudar no que for necessário. Agradeço e começamos a reunião falando dos desafios que teremos pela frente. Steven Parker é dono de uma grande rede de hotéis espalhados pelo mundo, trabalhei com ele enquanto estive nos Estados Unidos, e então ele me pediu para ser seus olhos em seu novo empreendimento no Brasil, um grande resort em uma ilha paradisíaca. A distância de onde faríamos a obra para o continente, traz alguns problemas para a logística, então teríamos que estar bem mais alinhados quanto a tudo. Por alguns momentos reparei que Thomaz me media com os olhos, sua voz grave e rouca, fazia minha cabeça girar a cada palavra que saída da sua boca. Nesse caso, é mais um desafio para eu me preocupar, porque ele é totalmente o meu tipo de homem. Terminamos a reunião e se passavam das cinco da tarde. - Acho que deveríamos sair para jantar e tomar alguma coisa – disse Thomaz enquanto passávamos pela recepção. - Ah, eu não posso, já combinei em um happy hour com os amigos e de lá vamos para o pub – Enrico sorri. - Eu também devo declinar do convite meu filho, tenho compromisso com a sua mãe mais tarde, e você sabe como ela é – Olavo sorri, e então Thomaz se volta para Diana e eu: - Meninas? - Aceita Diana? Acho que seria uma boa oportunidade de passear um pouco pela cidade – sorrio para ela. - Tudo bem, amanhã terei tempo de arrumar minhas coisas antes de irmos para a ilha. Seguimos até o estacionamento onde nos despedimos de Olavo e Enrico. Thomaz nos mostra o caminho até o carro, uma BMW X5 azul marinho parada em uma das vagas direcionadas a diretoria. Thomaz nos levou a um restaurante bem bonito, amplo e que não estava muito cheio. Optamos por sentar-se na parte externa, onde tínhamos uma bela vista do pôr do sol. - Vocês bebem? – Thomaz estava bem próximo a mim, numa cadeira ao meu lado e me olhava fixamente. - Sim – sorrio sem graça. - Bebo, mas sou bem fraca – disse Diana enquanto olhava o cardápio. - Gostam de gin tônica? – perguntou. Diana assentiu com a cabeça em resposta. - Gosto – respondi. - Um negroni e dois gin tônicas tropicais por favor – ele diz ao garçom. Diana respira fundo, fecha o cardápio e olha para nós: - O que vocês preferirem – e sorri. - Posso sugerir algo? – Thomaz me olha novamente. - Claro! – respondo enquanto tomo um gole do gin que o garçom me entregou. - Um couvert com pães artesanais acompanhado de filé com queijo Brie por gentileza – o garçom anota o pedido e sai, Thomaz volta a olhar pra mim – e então Ana, faz tempo que voltou ao Brasil? - Pouco mais de uma semana – tomo um gole – só deu tempo de visitar minha avó – o telefone da Diana começa a tocar e ela nos pede licença. Uns minutos depois ela volta e diz que vai precisar ir embora, ela se despede e vai em direção a saída. Observava o sol se pôr quando ouço alguém me chamar: - Ana... – ele sorri – e então, solteira? - Sim – sorrio de volta – e você? – o garçom aparece, colocando os pratos na mesa e nos servindo. Logo Thomaz serve algo em uma torrada e me entrega: - Experimenta, você vai gostar! – e sorri, meu Deus, só agora reparei o sorriso lindo com os dentes brancos e perfeitamente alinhados que ele tem. Conversamos tanta coisa que não pedimos o jantar, nos esquecemos da hora. Tínhamos assuntos em comum devido a profissão, além de todas as piadas e histórias que ele me contou. O papo era bem legal e divertido, além do homem a minha frente ser absurdamente lindo. - Vamos? – ele diz se levantando após pagar a conta e puxando minha cadeira devagar, saímos de lá e esperamos o valet trazer o carro. - Tem certeza? – ele sorri enquanto fala – vai ser bom, vai ser legal! Pelo menos vai passar mais tempo fora do hotel. Apesar dos amigos do Enrico serem estranhos como ele, ninguém morde. - Tudo bem Thomaz, você me convenceu! Vamos ao tal pub! Mas olha, eu não posso mesmo demorar, preciso comprar umas coisas e ajeitar tudo pra embarcar amanhã. - Ok! Eu também preciso arrumar a mala pra amanhã, prometo te deixar em casa em segurança a hora que quiser. Eu estava zero a fim de ir pra outro lugar, estava virada e cansada. Só de pensar que embarcamos amanhã à tarde pra tal ilha, me dá preguiça, mas o Thomaz era encantador e convincente. Chegamos ao tal pub, era bonito, decorado com umas fotos de artistas famosos em preto e branco por todas as paredes, mas pequeno, tinham umas cento e cinquenta pessoas onde caberiam cem. Assim que entramos, Thomaz colocou uma mão na minha cintura e se posicionou atrás de mim. Senti meu corpo arrepiar com seu toque, ele era grande, no sentido de alto e com ombros largos, forte e quente. Caminhamos até o bar e ele pediu gin pra mim e cerveja pra ele. Logo encontramos Enrico e mais alguns garotos, nos cumprimentamos rapidamente e eles se afastaram um pouco. Viro de costas para o balcão e apoio um dos meus cotovelos, Thomaz está ao meu lado, mas próximo o bastante me fazendo sentir seu calor, mesmo que eu já estivesse sem o blazer e com os botões de cima da blusa abertos, mordo levemente meu lábio inferior enquanto coloco meu cabelo de lado. Ele dá um sorriso de canto e fala no meu ouvido: - Assim vai ser difícil não te beijar – ele passa os lábios levemente pelo meu pescoço e deposita um beijo, me sinto arrepiar novamente, coloco minha mão em seu peito afastando levemente. - Não brinca com fogo chefe! – dou ênfase na última palavra e rio. Depois de pelo menos mais dois drinks, já estava ficando altinha e resolvemos ir embora. Thomaz abriu a porta do carro para mim e fez a volta enquanto eu me acomodava. Apesar do ar condicionado estar ligado em dezessete graus, eu ainda me sentia quente na presença dele. - Posso te buscar amanhã para irmos pro heliponto? – disse enquanto pousava mão sobre a minha coxa. - Não precisa se preocupar, posso pedir um carro por aplicativo – me mexi um pouco no banco com seu toque. - Tá com medo de mim, chefe? – ele usou a mesma entonação que falei mais cedo. - Claro que não – senti uma leve pressão feita por seus dedos. - Fica tranquila, eu também não mordo, a não ser que você peça – me senti corar e sorri sem graça – nós teremos bastante tempo Analiz, eu posso esperar. Thomaz parou o carro em frente ao hotel, desceu e abriu minha porta, me dando a mão para que saísse. Colocou uma das mãos na minha cintura e outra em minha nuca, aproximando nossos corpos. - Boa noite Analiz – disse com sua voz rouca próximo ao meu ouvido e depositou um beijo no canto da minha boca, causando sensações alucinantes em mim. - Boa noite Thomaz – respondi baixo procurando minha voz. Nos afastamos e entrei mais do que depressa no hotel.

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