Capítulo 18: Don Juan

609 Words
Dessa vez, ela tentou se segurar ao máximo. Eu podia sentir a tensão nos lábios dela, uma barreira de orgulho tentando conter a inundação de desejo. Mas ela cedeu. E aquele beijo contido, aquela luta interna que ela perdia centímetro por centímetro contra a minha boca, era a melhor coisa que eu experimentava há anos. Mulheres que se entregavam completamente eram comuns na minha vida. Eram fáceis. Eram entediantes. Mas alguém que lutava? Alguém que me odiava e me queria na mesma medida? Isso era raro. Impossível, na verdade. Como ela me excitava... O cheiro dela invadia meus pulmões, uma droga personalizada. A maciez da pele dela contra a minha aspereza, a boca com o hálito tão quente quanto o corpo que tremia nos meus braços. Sem perceber, ela já estava no meu colo, exatamente como na noite passada. Mas agora não havia fuga. O sol tinha partido no mundo lá fora, deixando São Pietro na escuridão, mas o nosso próprio sol se acendia ali, no atrito dos nossos corpos. Meu p@u estava duro como uma barra de aço, pressionado contra a frente do corpo dela. Eu sabia que ela estava sentindo. Ela estava medindo o perigo, percebendo o que eu tinha a oferecer. Eu era grande o suficiente para machucá-la, mas eu sabia que ela ia amar a dor quando eu começasse. Desci minha mão, apertando a b***a dela com a audácia que eu me contive de ter antes. Meus dedos desenharam a anatomia dela através do tecido fino do vestido, traçando os lábios da sua v****a, acariciando o c******s antes mesmo de ele ser revelado. Ela arfou na minha boca, o quadril se movendo instintivamente contra a minha mão. Como eu queria tirar aquela roupa. Como eu queria rasgar tudo. Afastei-me do beijo apenas o suficiente para respirar e olhei para baixo. Para os s***s dela, subindo e descendo rápido, firmes com a maciez das nuvens. Eu a segurei firme pela cintura com apenas uma mão, possessivo. A outra foi para o decote dela. Puxei a blusa e o sutiã para baixo de uma vez só. Um dos s***s saltou para fora, pálido, com o bico endurecido pelo ar frio e pela excitação. Eu não esperei. Ergui o corpo dela e abocanhei o mamilo, sugando com força. Lara soltou um gemido baixo, a cabeça caindo para trás. E então, ela se rendeu. Com a mão trêmula, ela mesma puxou o tecido do outro lado, colocando o outro seio para fora, oferecendo-se para mim. Eu aceitei o convite com prazer, provando o outro lado. Espremidos pela a******a apertada da blusa que ainda a vestia, os p****s dela ficaram deliciosamente juntos, uma visão de fartura, um banquete onde eu poderia me perder a noite toda. Mas eu precisava de mais. Eu caminhei com ela ainda nos braços e a levei para o sofá. Minha excitação passava do limite. Dessa vez, eu não ia parar. Afastei-me por um segundo, ficando de pé diante dela. Minha mão foi ao cinto. Não apenas abri o zíper para exibir o volume através da roupa de baixo. Eu o tirei para fora. Liberei tudo. Meu m****o saltou, livre, pesado e pulsante. Duro, vermelho e enorme, as veias saltando como se fossem estourar com a pressão do sangue que ela fazia ferver. Os olhos de Lara caíram nele. E não saíram mais. A jornalista ética desapareceu. Restou apenas a mulher faminta. Envolvi minha mão no meu próprio p@u e comecei a me masturbar diante dela, movimentos lentos e firmes, mantendo meus olhos fixos no rosto dela. Eu vi a garganta dela trabalhar engolindo em seco. Tive certeza absoluta de que meu p@u a fazia salivar.
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