O reencontro

1039 Words
Abi Já se passaram 2 dias desde o encontro que eu tive com aquele italiano, nem lembro o nome dele direito ou ele nem me falou, mas ele me deixou com o corpo todo dolorido e cheia de chupar chupão por todos os lados, tive que usar roupas bem compostas para ninguém ver nada, principalmente minha avó ela ainda das antigas não IA aceitar o comportamento da neta, voltei a treinar firme meu pai estava pegando muito pesado, embora meus pensamento esteja naquele homem eu tenho que entender que foi apenas uma noite, um encontro casual e nada mais, mesmo eu querendo repetir vou tentar esquecê-la e nada melhor do que no tatame hoje minhas primas resolveram que vão saí para beber e como sempre eu sou obrigada a ir junto, mas vou moderar hoje não posso ficar bebendo álcool o tempo todo tem uma dieta para seguir, O dia estava chato e a casa parecia sufocante peguei o carro da minha avó e resolvi dar uma volta pela cidade, enquanto eu dirigia pelas ruas pouco movimentada nessa hora Do dia, gostava de dirigir por essas estradas era vazia e calma e bem relaxante foi aqui que eu aprendi a dirigir com meu pai, de repente meu telefone toca aí quando eu vou pegar ele cai no assoalho do carro, abaixo para pegar o celular coisa de segundos, de repente meu carro bate em outro na minha frente, não sei de onde surgiu este carro apenas sinto o impacto, bato forte na minha cabeça fazendo um pequeno corte, Olho para frente e vejo um carro preto que com certeza entrou na contramão, mesmo com a vista embaçada saio do meu carro com muita raiva pronta para arrebentar o maldito que está dirigindo na contramão e quando o desgraçado sai do carro meu queixo quase cai e lá está ele o homem que me enlouqueceu há 2 noites atrás, Seus olhos azuis fixa nos meus e um sorriso perverso aparece nos seus lábios — Então é você que está dirigindo feito uma louca e bateu no meu carro, ele fala irônico — O errado aqui é você que está na contramão não sabe dirigir, eu falo irritada — Se você tivesse olhando para a estrada tinha desviado aqui não é uma pista de corrida eu estava 10 por hora, ele fala cruzando os braços — Desculpa senhor por estar dirigindo igual a uma pessoa jovem e não igual a um velhinho como você, falo irônica e ele dá alguns passos em minha direção — Você acha que é uma boa ideia me provocar? ele fala em um tom de ameaça — Não estou provocando o senhor, mas acho melhor irmos no médico um homem na sua idade pode ter se machucado, falo rindo — Acho que terei que te dar uma lição menina, uma boa lição para você aprender a respeitar os mais velhos, ele fala mordendo os lábios e nessa hora minha calcinha se encharca, Que ***** está acontecendo comigo só de ouvir a voz desse homem eu fico excitada, acho que eu sou uma pervertida para só pensar em ******* com ele de novo, e antes que eu fale alguma coisa ele se aproxima do meu corpo tão perto que eu posso sentir o cheiro de perfume feche os olhos e brutamente ele me puxa para os seus braços me beijando ferozmente, como se ele estivesse no deserto por vários dias sem água e eu fosse a fonte mais deliciosa que ele acabou de encontrar, sem resistir me agarro ao seu corpo musculoso enquanto minhas mãos desliza pelas suas costas, deixe um gemido escapar do meus lábios deixando ele ainda mais louco, Suas mão desliza pelo meu corpo, inspiração ofegante me faz querer loucamente, ele aperta meus s***s com força e sussurra no meu ouvido — Preciso me enterrar em você agora sua menina malcriada, ele fala e o gema com suas palavras só de imaginar tê-lo dentro de mim, mais infelizmente estávamos na rua e não demorou muito para aparecer espectador, me afasta um pouco dele que parece tão desnorteado quanto eu, enquanto pedestre pergunta se estamos bem devido o acidente, Eu confirmo para todos que estou bem enquanto meus pensamentos é dele me possuindo em cima desse carro, logo aparece um outro carro como um homem dentro que acredito que trabalha para ele — Senhor Lourenço está aqui o carro que o senhor pediu, precisa de mais alguma coisa? o homem pergunta lhe entregando as chaves — Quero que leve os 2 carros para conserto e tenha cuidado com o carro da moça, ele fala essas palavras pega na minha mão e me leva para o carro eu entro no banco da frente e ele senta do lado do motorista e diz — Vamos continuar no lugar a sós, ele fala com um sorriso malicioso enquanto liga o carro e nós 2 saímos do local do acidente, ele passa a mão na minha testa e de repente fica Sério e diz — Você está machucada acho melhor te levar no médico primeiro, ele fala olhando para a minha cabeça eu passo a mão e tenho um pouco de sangue nada Exagerado apenas um pouquinho nem dou eu estou sentindo então eu digo — Estou bem fui só um curtinho de leve nem dá para sentir nada, falo com um sorriso no rosto — Você tem certeza Abigail, ele fala me surpreendendo por ele saber meu nome e eu ainda nem seio dele. — Você sabe meu nome? Pergunto olhando para ele. — Sim sei, Abigail Martins, ele fala sorrindo e que sorriso. — Mas eu não sei o seu, falo fazendo biquinho, Ele dá uma gargalhada e diz — Você fica linda fazendo esse biquinho, fala alisando meu rosto e depois coloca a mão na minha coxa e diz — Meu nome é Lourenço Romano, ele fala essas palavras e o regalo olho dizendo — Romano? por acaso você não é parente dos romanos que mora aqui próximo a casa da minha avó? Pergunto desconfiada e eu acho que ele percebeu a minha cara porque ri e diz — Sou um primo distante deles, não se preocupe eu moro na Itália estou aqui apenas passando férias.
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