_ Josephine cumprimenta Ana, ela não lhe responde e vai direto para a sua poltrona, ela não quer falar, mas, Josephine sim.
- Ana, não pode me ignorar, sou sua chefe e me deve a palavra.
_ Ana esqueceu desse detalhe, mas, sabe que pode ser cordial sem misturar as coisas.
- Bom dia senhorita Josephine, eu estou ótima, e a senhorita como está?
_ Josephine séria, olha bem para ela, Ana sabe que ela odeia quando a trata como se fosse qualquer pessoa, então ela insiste mais uma vez que ela pare, mas, Ana a quer provocar!
- Ana, por favor, não precisa disso, sabe que não precisa, sabe que não gosto.
_ Ana olha para ela e sorri, seu deboche vem a cavalo.
- Mas, a senhorita é a minha chefe, devo tratá-la como tal, Marcelle a chama de senhorita, sua secretária também, por que comigo seria o contrário?
_ Josephine levanta e senta ao lado dela, Ana se ajeita para não encostar nela.
- Está agindo como criança mimada, Ana, pode apenas me chamar pelo nome e ser cordial, assim como estou sendo com você.
_ Ana sabe que passou do ponto mesmo, mas, quer evitar conversas que a possa levar a ceder, Josephine tem um poder sobre ela que ela mesma desconhece, a vampira sabe disso.
- Muito bem Josephine, do que quer falar?
_ Ela mostra-lhe umas folhas sobre os problemas da empresa em Paris, é uma revolta maquinaria grave, os trabalhadores estão em greve, pois, parece que um dos gerentes abusou da confiança e pedem julgamento dele, mas, os superiores estão abafando o caso e os trabalhadores estão revoltados.
- Josephine isso é gravíssimo, podemos perder este ponto se continuar assim!
_ Ela olha para Ana e enfim, podem conversar verdadeiramente.
- Por isso te trouxe, pode me ajudar com o pessoal, eles confiarão mais em você que em mim, pois o subchefe aqui é um vampiro!
_ Ana acha engraçado que ela lhe tenha tanta confiança assim, pois, a conhece pouco, mas, ela agradece.
- Obrigada pela confiança e vamos fazer tudo o que puder por eles! Te ajudarei nisso.
_ Josephine sorri e toca na mão de Ana, mas, ela retira na hora. Josephine sente que será complicado fazê-la ceder, mas, não vai desistir. O avião decola e Ana segura com força no banco, Josephine percebe e a abraça, para ela ficar confortável.
- É o seu primeiro vôo?
_ Ana diz que sim e que tem medo do avião cair.
- Este avião é muito seguro, e se cair, eu vôo com você, jamais deixaria que algo te acontecesse.
_ Ana sabe que ela não deixaria, mas, que evitaria estar com ela, Ana já sabe bem e se afasta, retirando a mão dela dos seus ombros e a soltando em seu colo.
- Sei que não deixaria, por isso me abandonou no hospital sozinha!
_ Josephine bate no braço da poltrona, ela não gosta de lembrar o que fez.
- O que quer que eu diga? O que quer que eu faça para você me perdoar? Me diz, já não sei o que fazer.
_ Ana olha para ela, seus olhos marejados, ela sente as lágrimas rolarem pelo seu rosto e solta o cinto, ela se vira para Josephine fala algo simples.
- Apenas me deixe viver a vida em paz, já que não quis vivê-la comigo.
_ Ana sai correndo para o quarto e se tranca, ela chora, deitada enfia o rosto no travesseiro, para Josephine não a ouvir, ela acaba adormecendo. A comissária vem correndo ver o que passou, mas, a vampira diz que Ana tem medo de voar, a moça olha para ela e pergunta se ela tem medo de amar, Josephine não entende, então ela diz que o medo de amar faz isso, mas, se ela tiver medo de perder, vai saber o que fazer. Josephine pensa no que a comissária diz e levanta, ela vai ao quarto de Ana e bate na porta, ela não abre e a vampira chama, insistente, Ana abre, olha para ela chorosa e com sono.
- O que deseja agora Josephine? Já chega, preciso dormir!
_ A vampira olha para ela ali parada e apenas a beija, rápida e precisa, Ana não tem reação, ela solta os braços e Josephine continua, ela pega Ana no colo e a leva para a cama, os braços de Ana estão em seu pescoço, cedendo ao beijo que tanto quis receber em meses, deitada na cama e a vampira por cima dela, Josephine não aguenta mais, ela tira a camisa de Ana, admirando os s***s fartos dela, os beija, mordendo levemente, Ana geme e puxa seus cabelos, mas, lembra de Jake, lembra que está com ele e não está certo isso, ela não deve, mas, quer, ela não pode, mas, deseja mais que tudo, o sentimento de culpa bate novamente e Ana pede para ela parar, contra vontade ela para, senta-se ao lado de Ana na cama e pergunta por que se ambas querem?
- Josephine, eu estou noiva!
_ Ela sabe disso, mas, sabe também que Ana não ama Jake, ela sabe que apenas as duas nasceram para estarem juntas e isso basta.
- Ana, isso não me importa! Eu te quero, não posso te perder, não dessa vez!
_ Ana olha para ela, senta na ponta da cama e veste a blusa de volta, ela levanta e encosta na cômoda, Josephine levanta e para de frente a ela, segurando-a pela cintura e perguntando por que não podem.
- Ana, esperamos muito por isso, por que não podemos?
_ Ana olha para ela e chora, ela encosta a cabeça no ombro de Josephine, chorando e diz algo que ela não quer ouvir.
- Eu me entreguei ao Jake, completamente!
_ Josephine se afasta dela, olha para ela e as lágrimas rolam por seu rosto.
- Como pôde Ana? Por que fez isso?
_ Ana olha para ela incrédula, como pode ela perguntar isso quando passou de corpo em corpo? Quando a viu em cenas absurdas no elevador com uma mulher, mais uma para a conta, como ela pode julgá-la, sendo que fez muito pior?
- Como eu pude? Como você pôde? Você me traiu, ficou com várias pessoas, mulheres, homens, monstros, como pode não ficar ao meu lado, como vem agora me julgar? Jake esteve comigo, você não! Vai embora, não me procura mais desse jeito, não quero mais te ver!
_ Josephine sai do quarto e Ana bate a porta atrás dela, a vampira encosta na porta do quarto, ela olha para o teto e chora, sente ciúmes e dor por saber que Ana dormiu com ele, com o homem que a roubou dela, está com raiva e não pode fazer mais nada! Ana lhe pertence, se entregou a ele, ela entra no quarto e pensa no que fará, desesperada ela cai no choro.
_ Jake, Suzi e Casey vão para um bar beber, eles conversam e o lobo diz que esta com saudades de Ana, Suzi zoa com ele e diz que ele a viu de manhã, como pode já estar com saudade?
- Sabe Suzi, Ana é perfeita, fazer amor com ela foi a melhor coisa para mim, só penso nisso agora.
_ Suzi olha para ele e logo para Casey, ela sorri sedutora para ele que fala o mesmo para o irmão.
- Jake, ela e Suzi devem ser irmãs mesmo, porque fico louco só de pensar em Suzi sem roupas.
_ Suzi grita e pula em cima dele, ela pede para ele parar, mas, ele a agarra ali mesmo e a chama para dançar, deixando Jake sozinho na mesa. Jake bebe muito e não percebe que há alguém ali com ele, mas, ouve uma voz familiar.
- Ouvi que deseja t*****r e sente falta da namorada!
_ Jake dá um salto quando sente unhas passarem por seu peito, ele olha para trás.
- René, o que faz aqui? Está sozinha?
_ Ela diz que sim e que procurava um amigo, encontrou ele ali.
- Não sou seu amigo, nem gosto de você!
_ Ela sorri, e diz que é justamente ao contrário.
- Mente bem, mas, seu p*u não e sei que me quer, vi naquele dia que te beijei, Ana que não viu!
_ Ele cospe a cerveja e ela sorri, a bebida vai toda em sua blusa branca, que molhada fica transparente e Jake vê parte dos s***s dela, balançando para ele. Jake não consegue desviar o olhar e ela percebe.
- Você é homem, Jake, uma menina virgem não vai te dar o que eu posso e sabe que digo a verdade!
_ Ele levanta e vai até ela, segura seu braço com força e a puxa, seus rotos muito perto e os s***s dela encostando em seu peito, ele sente os m*****s arrepiados dela e se excita prontamente.
- Sabe vampira, você é muito corajosa, vindo aqui e querendo trair sua amiga! Poderia matá-la facilmente.
_ Ela sabe que poderia, mas, ela também o faria fácil, olha para ele e sorri, ele para o tempo ainda observando o belo corpo dela.
- Acho uma graça você querer dar uma de homem respeitador, pensa que não sei que a trai com a Julia, sua secretária?
_ Ele engasga com a cerveja, não sabe de onde ela tirou isso.
- O que insinua garota!
_ Ele grita com ela que ri a vontade, ela nota o nervosismo dele e conta o que viu há dois dias.
- Eu vi você com ela, não sabia que podia comer funcionárias na mesa de trabalho e na sala de reuniões! Eu vi Jake e ela confessou para mim, só apertei um pouco!
_ Jake a solta, se ela viu vai contar a Ana e ele estará perdido.
- O que quer com isso? Vai me entregar para Ana?
_ Ela olha para ele, séria, quem ele pensa que ela é?
- O que pensa que eu sou? Amo a Ana, é minha amiga, eu jamais a faria sofrer, mas, você vai contar quando ela voltar, pois a Julia está apaixonada e sonha que casará com você!
_ Ele ri, não pode contar a Ana, a perderá, ela já é dele, não vai deixá-la assim!
- Ana é minha noiva, já é minha mulher e a amo, vou me casar com ela!
_ René olha para ele e pensa que espécie de amor é esse que ele sente, que come várias e ama uma só, mas, ela vai acabar com a festa.
- Vem, vamos, você vai me provar que ama a Ana, e eu vou provar que apenas quer um prêmio, você vai amar!
_ Jake é puxado para o banheiro do bar, com a música alta, ali está barulhento e ninguém pode ouvir nada, ele segue René, entrando no banheiro, ela tranca a porta por dentro e o empurra na parede, ele a pega no colo e coloca na pia sentada, René rasga a camisa dele, o beijando no pescoço.
- Quanto tempo Ana ficará fora?
_ Ele pergunta beijando a vampira com fome de sexo, ela responde que talvez um mês, talvez mais. Ele a desce da pia e a vira, puxando sua calça com força até os joelhos e ela sorri maliciosa.
- Pois vou te comer até você esquecer o que viu e Ana voltar!