### 🎙️ CAPÍTULO 13: Adrenalina, Sangue e Entrega Explicitada
O silêncio que se instalou na cobertura do QG era pesado, quase palpável, quebrado apenas pelo zumbido distante dos geradores e pelo bipe intermitente dos rádios transmissores que os soldados operavam lá embaixo. A picape Hillux blindada tinha deixado marcas de pneu e sangue no pátio de concreto. O morro estava sob toque de recolher, mas ali no topo, o ar cheirava a fumaça, testosterona e uma eletricidade perigosa.
PH trancou a porta de ferro reforçada do quarto principal com duas voltas na chave. Ele jogou o fuzil dourado em cima da poltrona de couro e arrancou a camisa de time preta, que estava manchada de graxa e pólvora, jogando-a no chão. O peito musculoso subia e descia, coberto de suor. Os olhos negros e impenetráveis fixaram-se em Alice, que estava parada no centro do quarto, abraçando os próprios braços, pálida e trêmula.
— Tu tá segura aqui, p***a. Já te dei o papo — PH falou, a voz rouca, áspera pela adrenalina que ainda corria em suas veias. Ele deu dois passos largos na direção dela, encurtando o espaço. — Para de me olhar como se eu fosse te dar um tiro. Se eu quisesse o teu m*l, tinha te deixado na baixada pros alemão.
— Você matou aquelas pessoas, PH... na minha frente — Alice sussurrou, a voz sumindo na garganta. Os olhos escuros estavam cheios de lágrimas que ela se recusava a deixar cair. — Eu vi o sangue na calçada. Eu nunca vi nada assim...
— Ali era a minha vida ou a deles, Alice! E o pior: era a *tua* vida que tava na reta porque aquela p*****a da Kamilly abriu a boca pra facção rival — PH rosnou, a arrogância e o instinto de proteção misturando-se de forma violenta. Ele segurou o rosto de Alice com as duas mãos calejadas, forçando-a a olhar para ele. O polegar dele limpou uma lágrima que escapou. — No meu morro, ninguém toca no que eu decidi que é meu. Tu entendeu? Tu é minha responsabilidade. Tu é minha.
A proximidade física dele, o cheiro bruto de suor, perfume caro e perigo destruiu o resto das defesas que Alice tentava manter. O medo virou uma excitação avassaladora e proibida. Ela odiava o crime dele, mas o corpo dela implorava pelo domínio daquele homem. Sem dizer uma palavra, Alice se jogou contra o peito nu dele, colando os lábios nos dele em um beijo desesperado, faminto, misturando o choro com o desejo selvagem.
PH soltou um rosnado de satisfação, os dentes batendo contra os dela com brutalidade. Ele a suspendeu pelas coxas instantaneamente, fazendo Alice enlaçar a cintura dele com as pernas. Ele a carregou até a cama king-size, jogando-a nos lençóis escuros e vindo por cima como um predador que finalmente alcança a presa.
Com movimentos rápidos e impacientes, PH rasgou a regata branca de Alice de cima a baixo, expondo os s***s fartos e brancos que contrastavam com as mãos tatuadas dele. Ele abocanhou um dos m*****s rígidos com força, sugando até arrancar um gemido alto e sôfrego dela. A mão dele desceu até o zíper do short jeans de Alice, abrindo-o com um puxão e arrancando a peça junto com o resto de sua roupa íntima.
— Tu quer o bandido, não quer, santa? — ele provocou, o sorriso sarcástico voltando aos lábios enquanto ele olhava para a nudez impecável dela, completamente exposta e visivelmente excitada, a i********e brilhando de umidade. — Olha como tu tá... toda aberta pra mim.
PH abriu a própria bermuda, libertando sua virilidade latejante e imensa. Ele não usou de sutileza; segurou os quadris de Alice com as duas mãos, cravando os dedos na pele alva até deixar marcas, e se empurrou para dentro dela de uma vez só, profundo e bruto.
Alice soltou um grito agudo, a cabeça jogada para trás, os dedos cravando-se nos músculos das costas de PH, arranhando as tatuagens dele enquanto ele começava a se mover em estocadas rápidas, violentas e sem ritmo de romance. Era o sexo do pós-guerra: cru, explícito e carregado de possessividade. O som dos corpos se chocando e os gemidos altos de Alice preenchiam o quarto, abafando qualquer som que vinha de fora. Ele a possuía como se estivesse marcando seu território com o próprio corpo, e Alice se entregava por completo, subindo ao topo do prazer no ritmo imposto pelo dono do morro.
### 🔥 No QG do Sub: O Batismo de Carol e Cabelinho
Alguns andares abaixo, no apartamento funcional que servia de alojamento para o sub-chefe, o clima não estava menos quente.
**Cabelinho** tinha acabado de limpar o corte no braço com álcool, resmungando palavrões, enquanto **Carol** andava de um lado para o outro no quarto que cheirava a desinfetante e maconha. O fuzil dele estava encostado na cabeceira da cama.
— Tu é um i****a, Cabelinho! Tu podia ter morrido lá fora! — Carol disparou, as mãos na cintura, tentando manter a pose de durona, mas o peito subia e descia de nervoso.
Cabelinho largou o pedaço de algodão, deu um sorriso de lado, abusado e cheio de malandragem, e se levantou. Ele caminhou até ela, tirando a camisa de time e revelando o corpo magro, mas definido e cheio de cicatrizes.
— Ficou com medo de perder o teu sub-chefe, foi, Carolzinha? — ele debochou, a voz rouca, parando bem na frente dela. — Tu fala muito na pista, mas aqui dentro tu tá tremendo. Que foi? O pique do crime assustou a malandra?
— Assustou o c*****o! — Carol rebateu, dando um tapa no peito dele, mas a mão dela continuou ali, sentindo o calor da pele. — Eu só não quero ter que ir no teu enterro de vestido preto.
— Então cuida de mim enquanto eu tô vivo, p***a — Cabelinho respondeu, o deboche sumindo e dando lugar a um olhar de puro t***o. Ele segurou Carol pela nuca com força, puxando-a para um beijo violento, a língua dele invadindo a boca dela com a mesma propriedade que PH fazia com Alice.
Carol soltou um gemido audível, pulando no colo dele. Cabelinho a segurou pelas nádegas abundantes, caminhando até a parede e prensando o corpo dela contra o concreto. Sem perder tempo com preliminares de asfalto, ele puxou o short micro dela para baixo junto com a calcinha, deixando as pernas dela abertas.
— Tu é muito abusada na rua, mas aqui tu vai sentar no comando do sub — Cabelinho rosnou no ouvido dela, mordendo o lóbulo da orelha de Carol de um jeito que a fez arrepiar inteira.
Ele abriu a calça com uma das mãos, posicionou-se e entrou nela com força, contra a parede. Carol soltou um grito de prazer que ecoou pelo quarto, cravando as unhas compridas nos ombros dele enquanto ele começava a estocar de forma rápida e ritmada, fazendo o corpo dela balançar contra o concreto. A mistura de humor, deboche e t***o cru transformou o quarto em um verdadeiro caldeirão. O sub-chefe tinha encontrado uma moradora que aguentava a marra dele, e Carol tinha achado o homem que sabia exatamente como domá-la.