### 🎙️ CAPÍTULO 17: A Fúria da Posse
A porta de ferro da cobertura não bateu, ela quase foi arrancada do batente pela força do empurrão de PH. O dono do morro não deu tempo para Alice respirar, acender uma luz ou sequer tirar as rasteirinhas. Ele a prensou contra a madeira maciça da entrada com toda a força do seu corpo musculoso, o fuzil dourado caindo no chão com um baque metálico surdo.
A penumbra do apartamento era cortada apenas pelos reflexos das luzes coloridas do Baile da Vitória, que piscavam lá embaixo na pista e subiam pela parede de vidro.
— PH, você está me machucando... — Alice arquejou, embora a dor fosse apenas o reflexo do aperto firme dele em seus pulsos, mantendo-os presos acima de sua cabeça contra a porta.
— Tu não viu nada de machucar ainda, branquinha — ele rosnou, o hálito com gosto de uísque e o cheiro de pólvora e suor invadindo os sentidos dela. O ciúme cego ainda ditava o ritmo dos batimentos cardíacos dele. — Eu te dei o papo reto. Te dei a visão. E tu vai pro camarote com a p***a desse short mostrando metade da b***a pra playboy do asfalto achar que pode meter a mão?
— Eu não mandei ele vir! Eu mandei ele sair! — ela rebateu, os olhos negros brilhando no escuro com uma mistura de pânico e uma excitação elétrica que a fazia tremer por inteiro. — Você é um selvagem, um bruto...
— Eu sou o teu homem, Alice. E tu é minha. Escreve essa p***a no teu cérebro — ele sentenciou, quebrando a distância com um beijo que foi pura agressão e desejo.
Os lábios dele esmagaram os dela. A língua de PH entrou com uma força avassaladora, punindo e reivindicando cada milímetro da boca de Alice. Ela tentou mexer as mãos presas, mas os dedos calejados dele eram como algemas de aço. Um gemido agudo e sôfrego escapou da garganta de Alice quando os dentes dele morderam seu lábio inferior com força quase excessiva, arrancando o gosto metálico de sangue que se misturou ao uísque.
Sem soltar os pulsos dela com a mão esquerda, PH usou a direita para agarrar a barra do cropped preto de renda de Alice. Com um único puxão ascendente, o tecido fino cedeu, rasgando-se no meio e expondo os s***s fartos dela. Ele desceu a boca faminta, cravando os dentes com força na pele branca do colo dela, deixando marcas vermelhas e roxas que durariam dias.
— PH... ahn... por favor! — ela clamou, a pelve se jogando contra a dele no automático, traindo completamente o seu protesto verbal.
— Pede mais, santa. Eu gosto de ver tu implorando — ele zombou, a voz descendo para um sussurro diabólico perto do ouvido dela.
Ele soltou os pulsos dela apenas para rasgar o short jeans destroyed para baixo. O zíper estourou, e o tecido caiu nos tornozelos dela junto com a calcinha. PH a suspendeu pelas coxas, cravando os dedos nas nádegas dela com tanta força que Alice soltou um grito. Ele a carregou naquela posição até a mesa de mogno da sala de jantar, varrendo os papéis e os rádios transmissores dali com um golpe do braço livre.
Alice caiu de costas na madeira fria, as pernas abertas no limite. PH abriu o cinto da calça com pressa, libertando-se rígido e pulsante. Ele segurou as duas pernas dela, jogando-as por cima dos seus ombros tatuados, expondo a i********e dela completamente molhada, brilhando sob o reflexo das luzes do baile.
— Olha como tu tá... chorando de medo, mas encharcada por mim — ele debochou, os olhos pretos injetados de luxúria possessiva.
Sem preliminares, ele se empurrou para dentro dela com uma estocada brutal e profunda, preenchendo-a até o limite.
Alice deu um grito alto, as mãos arranhando a madeira da mesa enquanto o ritmo dele começava: rápido, violento, o impacto de seus corpos ecoando na sala. Era a posse do dono do morro em sua forma mais crua e explícita. Ele a fodía com a raiva de quem quase matou por ela, e cada estocada fazia Alice esquecer o asfalto, o nome do pai, a moral e a própria sanidade, entregando-se por completo ao fogo daquele inferno.
### 🔥 No Alojamento do Sub: O Acerto de Contas
Alguns andares abaixo, a picape blindada ainda estava com o motor quente no pátio, e o quarto de **Cabelinho** estava com a temperatura ainda mais alta.
**Carol** tinha entrado batendo o pé, jogando a bolsinha na cama, a franja do vestido vermelho balançando com a sua indignação.
— Tu é muito cínico, né, Cabelinho? — ela disparou, virando-se para ele com as mãos nas cadeiras. — Ficou lá bebendo com os cria e deixando aquelas piranhas da pista ficarem te secando! Tu acha que eu sou palhaça?
Cabelinho fechou a porta com o pé, tirou os óculos escuros e deu aquela risada curta, abusada, o puro deboche do sub-chefe. Ele destravou a pistola da cintura e a colocou na mesa de cabeceira, caminhando na direção dela com passos lentos.
— Ih, a malandra tá com ciúmes do sub? — ele provocou, a voz rouca. Ele parou bem na frente dela, o peito nu cheio de cicatrizes quase colado no dela. — Tu fala muito na pista, Carolzinha. Mas no camarote tu ficou me olhando com cara de quem queria me morder.
— Eu queria era te dar um tiro, isso sim! — ela rebateu, mas o corpo dela deu um passo à frente, colando os quadris no dele.
— Tenta a sorte, garota — Cabelinho respondeu, o deboche sumindo quando ele agarrou o cabelo crespo dela por trás com força, puxando a cabeça dela para trás e cravando a boca na dela.
O beijo foi um quebra total. Carol pulou na cintura dele, enlaçando as pernas grossas nas costas dele. Cabelinho a prensou contra o armário de ferro do alojamento, o barulho do metal ecoando. Com uma mão ele puxou o zíper invisível do vestido vermelho, abrindo-o até a metade e enfiando a mão grande por dentro da calcinha dela, tocando-a com força.
— Tu é muito abusada, mas aqui dentro tu vai sentar no comando do sub até pedir arrego — ele rosnou no ouvido dela, arrancando um gemido alto de Carol.
Ele se libertou rápido, ajeitou o corpo dela e entrou com tudo, firme e sem massagem, contra o armário de ferro. Carol soltou um grito de prazer que abafou o som do funk que vinha da quadra, cravando as unhas compridas nos ombros dele enquanto Cabelinho acelerava o ritmo, mostrando que a hierarquia ali dentro era dele, e ela adorava cada segundo daquele castigo.