Ele nem mesmo pisca ao assistir eu me desfazendo, e consigo ver a perversidade no olhar dele enquanto tira com movimentos precisos mais e mais de mim. Ainda estou tremendo quando a mão dele sai de mim e ele leva a própria mão lambuzada, o dedo cheio da prova do que ele fez comigo para os próprios lábios e lambe diante dos meus olhos. A minha boca está seca, mas não é sede de água; A minha sede é dele. - Você é tão doce quanto nos meus sonhos… - Ele passa a lÃngua nos próprios lábios. - Talvez até mais doce. Sinto a minha pele queimar de vergonha, mas ele está sorrindo e me beija, desconfio que para que eu sinta o meu próprio gosto na boca dele. Eu retribuo deixando o sabor almiscarado e tentador me dominar, e envolvo ele com as duas pernas, puxando o corpo dele contra o meu. Quero ma

