Rei Ela é macia, quente e doce. E cada som que ela solta conforme eu deslizo a boca e as minhas mãos nela, me tornam um malucö desvairado e sedento. Estou duro e sinto tudo latejar quando vejo as marcas vermelhas das minhas mãos na pele branca e quente dela. Onde eu mordi, também está vermelho. Assim como o rosto dela. Vermelho de desejo, enquanto ela respira fundo, lutando com as próprias vontades. A chuva lá fora dita o ritmo do sangue que corre nas minhas veias, e a meta que eu tenho é fazer com que ela grite acima do som da tempestade. Ela inclina o corpo na cama, exatamente da forma que imaginei tantas vezes, e se apoia nos cotovelos. Eu me aproximo devagar, assistindo sem piscar a expressão dela mudar, assisto enquanto ela se morde. Os meus nervos respondem a cada movime

