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1320 Words

115 — Juliana Narrando Eu não sou boba, né? Conheço o Diego há anos o suficiente para saber quando ele está rugindo de dor e quando ele está rugindo de ciúme. O Dr. Henrique m*l fechou a porta, batendo o pé com raiva, e o "teatro" do Urso começou a perder a força. Eu fiquei ali, olhando para aquela cara de p*u dele, as pálpebras pesadas da anestesia, mas a boca pronta para soltar veneno. Soltei a mão dele devagar e dei um risinho baixo, balançando a cabeça. — Aqui que está doendo, Diego? Foi aqui que furou, né? — perguntei, com a voz carregada de ironia. Apoiei a mão na coxa dele, apertando só um pouquinho, e ele soltou um ganido que nem um cachorro que apanhou de chinelo. — Ai, ai, ai, ai, ai... mesmoooo! Nossa, Ju... tá doendo tudo, p***a! Parece que passou um trator por cima de mim

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