- Você é a menina mais f**a que eu já conheci. - Diz Gregório.
- Parece um vulcão, como aquele cabelo de fogo. - diz Luísa.
- Sarnenta. - Diz Gregório, zombando.
Como você pode crescer, como pode suportar todos esses insultos? Muito simples, eu tenho ou Teg e o senhor fofinho. Tens o meu amigo imaginário é a minha namorada, que muitas vezes recebes dos meus agressões, meninos meninos e meninas malvadas, que num tempo de recreação me acho inoportuna.
- Você sabe o que fazer com esse urso e******o? - pergunta Gregório.
- Não. - Eu digo baixo.
- Vai começar a cabeça dele, olha só como eu faço! - disse ele, e commeçou a commeçar pela cabeça do senhor fofinho.
De todos os insultos que levei e de todas as pancadas que recebi dos seis aos sete anos vou amarrar uma página, pela primeira vez que me sinto incomodada, não apoio ver ou o que está fazendo como um senhor fofinho e muita d***a.
- Chorona! - Diz Luísa, uma menina de nove anos que mais me odiava, sem motivos.
- Que pena que você é pobre e não pode comprar outro. - Diz Gregório zumbindo de novo.
- Greg, ela é mais f**a chorando. - diz Luísa.
Ouço uma campanha de recreio para jogar, e saem correndo por vocês quatro. Fico com o senhor fofinho sem cabeça. Eu tenho muitas lágrimas.
- Teg, mamãe e papai um povo não pode saber disso, tememos que ele esconda. - Digo ao meu amiguinho imaginário.
Corro para a sala de aula, para o professor vai ao tabu, adoro contas, diante de uma pergunta e respondo dificil, digo um pouco que descobri.
- Uma raiz quadrada ou número multiplicado pelo mesmo cabelo, uma raiz e uma multiplicação de ambos, e encontraremos livre do mesmo. - digo a ela.
- Muito bem Aninha. - Ela diz e sorrir para mim.
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